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terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

O sucesso do Mocotó, de origem pernambucana em São Paulo


Situado na Vila Medeiros, na zona norte de São Paulo, o Mocotó é um restaurante de comida sertaneja que acumula filas na porta.

Fundado como uma casa do norte em 1973 pelo pernambucano José de Almeida, hoje quem fica no comando do espaço é seu filho, o chef Rodrigo Oliveira.

Por lá temos o encontro da cozinha sertaneja tradicional com a inovação proposta por Rodrigo, em que sua cozinha, como ele mesmo define, é feita com os olhos no mundo e os pés sempre firmados no sertão.

Fica fácil entender o porquê de tanto movimento na simpática casa: as caipirinhas perfeitas de cachaça casam muito bem com os dadinhos de tapioca (ícone da casa), assim como o torresmo e a bochecha de porco com pirão de tucupi de entrada.

Depois, carne de sol, dobradinha, moqueca sertaneja, joelho de porco, rabada com xerém de milho e tantas outras delícias nos transportam diretamente para o sertão sem que deixemos a caótica capital paulista.

A dica é chegar cedo para conseguir uma mesa –  ou também é possível curtir na própria fila um drinque com entradinhas nesse pedaço do sertão em plena São Paulo. (Daniela Filomeno),

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Geraldo Alckmin confirma apoio a João Dória






Geraldo Alckmin/Governo de São Paulo/Divulgação

Em entrevista a uma rádio o pré-candidato ao Planalto, Geraldo Alckmin resolveu acabar com os boatos de que está contra João Doria, candidato ao governo de São Paulo. “Vamos deixar uma coisa clara: o meu candidato é o João Doria, que é do PSDB, do meu partido. Eu não vou brigar com o Márcio França, que me sucedeu e faz um bom trabalho”.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

ERA O QUE FALTAVA: GOVERNO ESCONDE ESTATÍSTICAS

Josias de Souza

Todas as opiniões de petistas e tucanos sobre as iniciativas do PT e do PSDB são suspeitas porque são de partidários. É impossível ser inteiramente objetivo sobre a própria espécie. Até a autocrítica de petistas e tucanos, se existisse, seria inconfiável. Os elogios, então, não merecem a mínima credibilidade. Fata-lhes o distanciamento e a isenção. Ou seja, você está sozinho.

23.out.2014 - Manifestantes fazem ato pelo voto nulo na praça da Sé, no centro de São Paulo, na tarde desta quinta-feira (23) Cris Faga/Fox Press Photo/Estadão Conteúdo

Numa democracia, esse regime que lhe assegura irrestrita liberdade para exercitar sua capacidade de fazer besteiras por conta própria, tudo o que você precisa para errar conscientemente é de informação. O horário eleitoral e os debates foram concebidos com o propósito de lhe informar. Mas o cinismo foi o mais próximo que o marketing conseguiu chegar da verdade.

O primeiro passo para decidir aonde você quer chegar com o seu voto é descobrir onde você está. A propaganda da candidata à reeleição se esforça para lhe convencer de que o Brasil que você vê não é o Brasil de verdade, é outro país. Quando você sai de casa e dá de cara com o Brasil que a propaganda governista diz que não é o Brasil, você deve ficar tentado a perguntar de si para si: se não é o Brasil, que diabo de país é este?

Noutros tempos, você ainda podia recorrer às estatísticas oficiais para tentar se localizar. Já não pode mais. Os repórteres Fábio Takahashi e Sofia Fernandes informam que o governo decidiu adiar para depois da eleição a divulgação de dados negativos.

Já tinham descido à gaveta os números sobre o desmatamento e a atualização de um estudo sobre a quantidade de pobres e miseráveis no país. Pois decidiu-se sonegar aos refletores até o desempenho dos alunos brasileiros em português e matemática e o montante de tributos coletado pelo fisco.

Que país é esse?, você volta a perguntar aos seus botões, que não respondem porque não falam com qualquer um. Olhando ao redor, você vê alastrar-se a seca. Antes restrita ao Nordeste, a falta d’água já infelicita cariocas e, sobretudo, paulistas. No Rio, as torneiras secam na Baixada Fluminense. São Paulo já está na segunda cota do volume morto do sistema Cantareira.

Numa dessas, você acaba se convencendo de que o Brasil é, em verdade, um imenso deserto. Como a metereologia não prevê grandes precipitações pluviométricas até o domingo das eleições, o melhor que você tem a fazer é estocar água. A mistificação da propaganda eleitoral e o Saara estatístico talvez lhe privem da informação necessária para escolher o melhor presidente. Mas de sede você não morre.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

ESTADO DE SP OBTÉM O MAIOR EMPRÉSTIMO DA HISTÓRIA DO BID

Enviado por Ricardo Noblat -

Economia


Flávia Barbosa, O Globo

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (foto abaixo), assinou ontem com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) o maior empréstimo para um único cliente na história da instituição, de US$ 1,148 bilhão.

Os recursos serão aplicados na construção dos 40 km finais do Rodoanel, que já estão em licitação. Alckmin, que também assegurou dinheiro federal para o empreendimento, espera que a obra do trecho Norte comece em novembro.



O valor do empréstimo equivale a 36% dos US$ 3,1 bilhões aplicados em 2012 pelo BID no Brasil em 32 programas de investimento em projetos do setor público. São Paulo tem ainda outros nove contratos com o banco.

O tucano garantiu que a etapa final do anel rodoviário, que cortará a Serra da Cantareira, cumpriu todos os requisitos ambientais, o que foi atestado pelo presidente do BID, Luiz Alberto Moreno. Alckmin lembrou que o Rodoanel vai reduzir em 40% a circulação de caminhões nas entradas de São Paulo e nas marginais Tietê e Pinheiros e, com isso, estima-se uma redução de 10% nas emissões de gases poluentes na cidade. 
 
Do Blog do Noblat