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sábado, 26 de janeiro de 2013

SENADOR RANDOLFE RODRIGUES PODERÁ TER O VOTO DE JARBAS VASCONCELOS




De passagem pelo Recife nesta sexta-feira, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) garantiu o voto de Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) caso seja mesmo candidato à presidência do Senado.

O senador Humberto Costa (PT) deverá votar em Renan Calheiros (PMDB-AL) e o senador Armando Monteiro (PTB) está indefinido, embora não tenha simpatia por nenhum dos dois.

Em artigo que escreveu para a “Folha de São Paulo” da última quarta-feira, Randolfe Rodrigues, que é pernambucano de Garanhuns, disse que se lançou candidato para puxar um debate com Renan Calheiros sobre as grandes questões nacionais.

Frisou que se inspirou no ex-deputado Ulysses Guimarães (PMDB), que foi “anticandidato” a presidente da República em 1974 (no Colégio Eleitoral) só para não permitir que o general Ernesto Geisel fosse candidato único.

No Senado, Randolfe será realmente o “anticandidato” porque o preferido do “stablishment” é o senador alagoano.
 
Do blog de Inaldo Sampaio.

sábado, 24 de março de 2012

BOA AVALIAÇÃO DE JARBAS A EDUARDO ANIMA O GOVERNADOR

Boa avaliação de Jarbas a Eduardo anima o governador

Imagem: Juliana Leitão/DP/D. A Press

DO DIARIO DE PERNAMBUCO - CECÍLIA RAMOS E ANDREA PINHEIRO
A aproximação do governador Eduardo Campos (PSB) e do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), rivais históricos, ganhou mais um capítulo. Ontem, na entrevista concedida ao programa Poder e Política, do Uol,o peemedebista surpreendeu ao avaliar bem a gestão do socialista e o apontou como uma das novas lideranças do país, com possibilidade de alcançar a Presidência da República. Os posicionamentos de Jarbas tiveram uma grande repercussão nacional e deixaram Eduardo Campos satisfeito. Ao Diario, o governador disse que tomou conhecimento sobre o conteúdo da entrevista e que ficou surpreso com o desprendimento do adversário.
O senador disse que o governo de Eduardo está bem, mas fez a ressalva de que foi a gestão peemedebista (1999-2006), comandada por ele, que recuperou o estado. “Quando a pessoa está bem avaliada, não adianta eu dizer a você, por ser adversário, de que ele não presta. De que o governo é ruim. O governo é aprovado porque ele tem a aprovação da população. Porque ele encontrou um estado arrumado e deu sequência a isso”.
PARA 2014
Ao ser questionado sobre 2014, Jarbas frisou que o projeto de Eduardo é nacional, mas que, em sua avaliação, o momento ideal para concorrer à presidência seria quatro anos depois. O senador ressaltou, porém, que o socialista precisaria dissociar sua imagem da do PT para conquistar o eleitorado de outras regiões. “Para galvanizar eleitorado do Sul e se consolidar no Nordeste, ele tem que sinalizar que as práticas dele são práticas diferentes das do PT. Porque Lula tem uma boa avaliação, mas o PT não tem essa avaliação”, frisou.
REAPROXIMAÇÃO
Desde o ano passado, Eduardo e Jarbas, rompidos há pelo menos duas décadas, ensaiam uma aproximação. Os dois tiveram uma conversa a sós, em dezembro, revelada com exclusividade pelo Diario, onde discutiram política nacional. O encontro foi promovido pelos empresários Paulo Sérgio Macêdo e Roberto Viana, amigos em comum. Depois disso, se cumprimentaram em alguns bailes carnavalescos e em um restaurante do Recife.

POr Magno Martins


sexta-feira, 23 de março de 2012

DILMA QUER GANHAR NO GRITO E CARA FEIA, DIZ JARBAS


 FERNANDO RODRIGUES *

Um dos objetivos da nova equipe de coordenação política de Dilma Rousseff é atrair dissidentes do PMDB. No Senado, um dos líderes do grupo peemedebista não alinhado ao Planalto, Jarbas Vasconcelos, 69, ainda não se sensibilizou. "A base é muito grande para uma pessoa [Dilma] que não tem jogo de cintura e quer ganhar sempre no grito e na cara feia", declarou Jarbas à Folha de S.Paulo e ao UOL.
Sua residência em Brasília é uma das sedes das reuniões de oito senadores peemedebistas anti-Planalto -- inclusive Eduardo Braga, recém-nomeado líder do governo no lugar de Romero Jucá (RR).
Folha/UOL - Eduardo Braga (AM) como líder muda algo?
Jarbas Vasconcelos - Não muda muita coisa. [Mas] não é uma troca de seis por meia dúzia tirar Romero Jucá e colocar Eduardo Braga. É preciso apenas ter sequência.
Os dissidentes do PMDB votarão a favor do governo?
Não.
A presidente não tem buscado mais ética na política?
Quando Dilma tomou aquelas providências no Ministério dos Transportes, eu imaginei que ela ia dar continuidade. [Mas] ela não fez faxina coisa nenhuma. Lula deve ter gritado, a base fisiológica deve ter passado o recibo. Ela escondeu a vassoura atrás da porta.
Não houve limpeza?
Foi a mídia que levou o governo ao estrangulamento e às demissões dos ministros. Não foi um processo modelado e executado por ela.
O sr. acha então que a presidente está longe de romper com as práticas de fisiologismo e clientelismo?
Acho. Acho que é um governo perdido. Lula foi eleito há nove anos com duas bandeiras. Moralidade e reformas. Nem fez reformas e não inventou a corrupção no Brasil, mas botou a mão em cima dos corruptos. Criou uma grande base de apoio e inventou Dilma. E Dilma não tem os atributos que são de Lula -malícia e carisma. Lula tinha paciência. Ela, não. É uma pessoa muito arrogante. Lula até engolia sapo e depois até vomitava. Não tem jogo de cintura. Quer ganhar no grito, quer ganhar com cara feia.
O que Dilma deveria fazer?
Se quiser conversar com o grupo da gente, eu converso. Agora, eu não posso conversar para ser um aliado do governo, para votar com o governo. Eu quero saber o que é que ela vai fazer. Porque nós estamos com quase 15 meses de governo e o país é completamente medíocre.
É uma presidente medíocre?
Capenga. Não duvido das boas intenções de Dilma. Acho que ela tem uma ojeriza ao mal feito, mas convive com o mal feito.
Mas o sr. acha que a presidente se disporá a falar com quem faz tantas críticas assim?
Pela prática dela, não. Porque ela passa recibo. Ela se irrita com as pessoas, com os fatos, com editoriais dos jornais, com reportagens. Grita com os auxiliares. Como é que você pode ter uma equipe que você comanda no grito e no mau humor? Não pode.  (* Folha de S.Paulo).

Por Magno Martins


sexta-feira, 2 de março de 2012

DE CORPO E ALMA

 
O senador Jarbas Vasconcelos abriu, definitivamente, a sua agenda para entrar na discussão da sucessão municipal no Recife. Na quarta-feira, recebeu em seu gabinete, em Brasília, o pré-candidato do PPS, Raul Jungmann, que estava acompanhado do presidente nacional da legenda, deputado Roberto Freire (SP). No cafezinho do Senado teve uma conversa com Mendonça Filho (DEM). 
 
Por Magno Martins