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sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

A lacuna deixada por FBC no Senado Federal

Do Blog de Edmar Lyra.
Foto: Moreira Mariz/Agência Senado


Na próxima terça-feira, se encerrará o mandato do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), que ao longo de quarenta anos de vida pública desempenhou funções importantes na sua Petrolina, em Pernambuco e no Brasil, como prefeito, deputado estadual, deputado federal, secretário de estado, ministro e senador.

Ao longo deste período, o parlamentar ficou marcado por ser um trator para trabalhar. Serviu aos governos de Roberto Magalhães, Miguel Arraes e Eduardo Campos passando por importantes secretarias, serviu ao governo Dilma Rousseff como um grande ministro da Integração Nacional e exerceu com maestria a liderança dos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro no Senado Federal.

Nas eleições de 2022 tinha uma eleição líquida e certa para a Câmara dos Deputados, mas preferiu passar o bastão para Miguel, que disputou o governo de Pernambuco e para os deputados Fernando Filho e Antonio Coelho, que foram reeleitos com expressivas votações. A partir da próxima quarta-feira, Fernando Bezerra Coelho não estará mais no Senado para defender os interesses de Pernambuco, seu tom conciliador e sua experiência como parlamentar, com grande qualificação técnica e política, farão muita falta na capital federal.

O próprio senador já disse que não deixará a política, pois não precisa de mandatos para atuar nela, seguirá a carreira de consultor na iniciativa privada, mas toda sua experiência e seu trânsito na capital federal certamente serão bastante procurados, uma vez que não será apenas um excelente consultor mas principalmente um grande conselheiro e conciliador nos momentos que Pernambuco e o Brasil precisarem.

sábado, 14 de janeiro de 2023

  Coluna da Folha deste sábado

Do Blog de Edmar Lyra.
Foto: Divulgação

Clã Coelho poderá buscar novo abrigo partidário 

O grupo liderado pelo ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, sempre teve dificuldades de buscar o comando de uma legenda. Por algumas vezes o senador Fernando Bezerra Coelho tentou ter o comando de uma legenda no estado mas acabou batendo na trave, em tempos distintos o PTB, o PSD e o MDB foram fruto de articulação do petrolinense que não se concretizaram.

Nas eleições do ano passado, o grupo pôde enfim se lançar na disputa estadual, Miguel Coelho foi candidato pelo União Brasil, mas por não ter o controle da legenda passou por muitas dificuldades na construção do seu projeto. A partir de fevereiro, o grupo perderá sua cadeira no Senado com o encerramento do mandato de Fernando Bezerra Coelho e precisará se preparar para 2024, onde tentará manter o comando de Petrolina com a reeleição de Simão Durando, e ampliar o número de prefeituras espalhadas por todo o estado.

O senador Fernando Bezerra Coelho permanece filiado ao MDB, já os seus filhos deputados reeleitos Antônio Coelho e Fernando Filho não poderão deixar o União Brasil até março de 2026, quando haverá a janela para parlamentares com mandato, e Miguel Coelho, precisará definir o que pretende disputar em 2026, se novamente o governo de Pernambuco ou até mesmo o Senado, evidentemente que a construção passa pelo controle de uma legenda representativa ou pelo menos autonomia e liberdade para ser protagonista dentro do partido.

Essa definição não precisa ter pressa, mas se houver a construção de um partido representativo no estado sob a liderança de Miguel Coelho, o grupo poderá consolidar um bom desempenho em 2024 e se cacifar para uma nova tentativa majoritária em 2026.

sábado, 7 de janeiro de 2023

O consultor FBC

 Fernando Bezerra Coelho - PSB 40

 Consultoria – O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) encerra no próximo dia 31 seu mandato no Senado Federal e sua atuação na vida pública onde foi secretário, deputado, prefeito e ministro, carregando consigo uma vasta experiência no serviço público. Quando encerrar seu mandato, FBC irá se dedicar à iniciativa privada como consultor. Com o perfil e o currículo do senador, muitas empresas já começam a procurá-lo para contar com sua grande capacidade de entregas.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

  No Senado, FBC é reconhecido pelo diálogo e exercício do consenso: “uma referência”

Do blog de Edmar Lyra
Foto: Divulgação

Senadores de diferentes partidos destacaram a capacidade de articulação e busca de consensos de Fernando Bezerra Coelho após o discurso de despedida realizado nesta quarta-feira (7) no plenário. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), abriu a série de 30 pronunciamentos em homenagem a FBC. Em todos eles, os senadores ressaltaram o diálogo e a habilidade de Fernando Bezerra para construir convergências.

“Vossa Excelência é trabalhador, dedicado, solucionador de problemas, capaz de ser relator de diversas matérias ao mesmo tempo e entregar sempre o consenso do Senado Federal. Eu testemunhei isso diversas vezes. O estado de Pernambuco pode se orgulhar do homem público que o senhor é e das defesas que fez do seu estado. O povo brasileiro pode ter segurança absoluta de que teve um senador que defendeu e entregou soluções ao Brasil”, afirmou Pacheco.

Já o senador Davi Alcolumbre (União-AP) lembrou a atuação de Fernando Bezerra Coelho no processo de pacificação das instituições. “Você é uma referência para todos nós. Você construiu nesta Casa consensos que nós achávamos impossíveis de se construir.”

“Uma pessoa do diálogo, do entendimento, da solidariedade, da amizade. Nem de longe, eu penso que Vossa Excelência está saindo da vida pública. É impossível uma pessoa com o compromisso que Você Excelência tem com a causa pública sair da vida pública”, acrescentou o senador Marcelo Castro (MDB-PI).

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) chamou a atenção para a vocação política de Fernando Bezerra. “Com esse seu talento político, essa sua inteligência e espírito público de quem conhece o Brasil, conhece os assuntos, dificilmente alguém discutia com Vossa Excelência qualquer assunto, principalmente durante sua liderança. Provisoriamente estará fora daqui, mas da política nunca e com certeza voltará a ter um papel importante na política brasileira.”

“O Senado fica menor sem a sua presença. Estivemos ao longo desses quatro anos seguramente em quase todos os debates em trincheiras diversas, mas nunca faltou disponibilidade e capacidade intelectual para construir soluções”, disse o senador Alessandro Vieira (PSDB-SE).

“O senhor conseguia aqui amortecer, construir consensos, mesmo quando, do lado de lá, vinha dissensos. Tentar buscar acordos, mesmo quando do lado de lá vinha divergências. Acho que é essa a sua capacidade. Receba esse testemunho de um líder que foi antagonista seu, mas que reconhece e respeita a capacidade que o senhor tem de, na divergência, produzir consensos, produzir diálogos. De fato, sobretudo na próxima quadra, o senhor fará uma falta enorme aqui. Sobretudo, na próxima quadra, o seu caráter conciliador seria necessário para estar neste Plenário”, acrescentou o senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP).

Em sua fala, a senadora Eliziane (Cidadania-MA) considerou o trato a grande marca de Fernando Bezerra Coelho. “A sua grande característica é o relacionamento, a convivência e a amizade que Vossa Excelência deixa nesta Casa. Nós novatos, que chegamos aqui a esta Legislatura, que é o meu caso, aprendemos muito com pessoas como o senhor, pessoas que nos dão lição de vida, não pelo discurso, mas pela postura, pelo posicionamento que tem, pelo exemplo de vida que é, que é o que nós queremos levar também para a nossa caminhada política, para o nosso entorno.”

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Fernando Bezerra Coelho fala sobre o companheiro Zé Maranhão


Com profundo pesar, recebo a notícia do falecimento do senador José Maranhão, uma inspiração para todos nós que trabalhamos pelo desenvolvimento do Nordeste e do Brasil. No Congresso Nacional, fui testemunha de sua dedicação e compromisso com as soluções para os grandes problemas que afligem a população da sua Paraíba e de todo o Nordeste. Meus sentimentos à família e amigos.
 

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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Bolsonaro reconhece a força do seu líder


Coluna Fogo Cruzado –



Foto: Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro disse ao jornal Correio Braziliense, na viagem de ida para Nova York, que o senador Fernando Bezerra Coelho continua tendo sua confiança para permanecer no cargo de líder da bancada governista no Senado. Declarou também, em defesa do senador pernambucano, que o simples mandado de busca e apreensão, executado pela Polícia Federal no gabinete dele, por ordem do ministro Luís Roberto Barroso, não é motivo suficiente para tirá-lo do cargo. É preciso “algo mais concreto”, segundo o presidente, para afastá-lo de suas funções. Até porque, ao ser convidado para o cargo, o senador informou ao presidente que estava sendo investigado pela Polícia Federal em decorrência da acusação de que teria recebido vantagens indevidas de empreiteiras ao tempo em que era ministro do governo Dilma Rousseff, acusação que nega, categoricamente. “Não posso, com uma busca e apreensão, um processo antigo, e nós sabíamos que tinha esse processo, tirá-lo de lá”, afirmou o presidente. Em seguida, reconheceu que o senador pernambucano tem sido uma peça importante no seu governo dizendo o seguinte: “Ele tem feito, até o presente momento, um brilhante trabalho para nós, dentro do Senado. É uma função ingrata, difícil, dá trabalho conversar com parlamentares dos mais diferentes matizes”. Era a defesa de que FBC estava precisando para segurar-se no cargo, a menos que surjam fatos novos que impeçam o presidente de sustentá-lo.

Alvo 1

Com a eloquência verbal que os pernambucanos conhecem, Fernando Bezerra Coelho (MDB) protestou no Senado contra a invasão do seu gabinete por agentes da Polícia Federal, mas não deixou claro quem era o seu alvo: se a própria PF, se o ministro Sérgio Moro, que a chefia, ou se ministro Barroso (STF) que ordenou a busca e a apreensão.

Alvo 2

“Está claro que fui vítima de uma operação política articulada para atingir o Congresso Nacional e o governo do presidente Jair Bolsonaro”, disse o senador em seu discurso. Faltou esclarecer, no entanto, quem teria “articulado” a operação, e com que interesse. Moro? Barroso? Já que a PF não foi, porque ela apenas cumpre ordens.

Alvo 3

Bezerra Coelho se indignou, e com razão, pelo fato de o ministro Barroso ter ordenado a invasão do seu gabinete, apesar de parecer contrário da Procuradoria Geral da República. Foi um flagrante “abuso de autoridade”, o que deu margem ao Congresso para rejeitar, no mesmo dia, 18 dispositivos da Lei de Abuso, vetados por Bolsonaro.

Sem unanimidade

Luís Roberto Barroso chegou ao STF em 2013, indicado por Dilma Rousseff para substituir o sergipano Carlos Ayres Britto, por sua condição de “constitucionalista” brilhante e comprometido com a pauta dos direitos humanos. Mas a toga o desgastou muito nos últimos 6 anos e ele já não é mais unanimidade nos meios jurídicos.

Sexo dos anjos

Nos EUA, segundo o advogado José Paulo Cavalcanti Filho, a Suprema Corte julga, por ano, apenas 80 processos. No Brasil julga milhares. Mas há uma explicação para isto. Por que, para dizer que dois mais dois são quatro, um ministro tem que escrever 200 páginas como geralmente faz Luis Édson Fachin em seus enfadonhos votos?

Palestra para servidores

O ministro Walton Alencar Rodrigues (TCU) estará hoje no Recife para ministrar uma palestra sobre “Controle externo contemporâneo e suas múltiplas relações com a administração, as finanças e as políticas públicas” num curso para servidores públicos estaduais promovido pela Secretaria de Administração.

Só no próximo

A bancada do Podemos na Câmara Federal, da qual faz parte o pernambucano Ricardo Teobaldo, vai apresentar uma PEC obrigando o presidente da República a escolher o procurador Geral da República a partir da lista tríplice elaborada pela classe. Bolsonaro escolheu Augusto Aras, fora da lista, e o Senado o aprovou ontem por 68 x 10.

sábado, 21 de setembro de 2019

Bolsonaro só vai decidir o “caso” Fernando Bezerra quando voltar de Nova York


 

Gabinete do senador e suas residências no DF, em Petrolina e no Recife foram alvos de um mandado de busca e apreensão




Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro só vai decidir se afasta ou não o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) da liderança do governador no Senado quando voltar de Nova York, onde abrirá na próxima terça-feira a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A informação foi divulgada hoje (20) pelo porta-voz da Presidência da República, general Otávio Rêgo Barros.

“Essa é uma questão que ele vai abordar, se assim o desejar, no retorno desta viagem”, disse o porta-voz nesta sexta-feira.

Na última quinta-feira, o gabinete do senador, em Brasília, e suas residências no DF, em Petrolina e no Recife foram alvos de um mandado de busca e apreensão expedido pelo ministro Luís Roberto Barroso.

O senador é acusado pela Polícia Federal de ter recebido R$ 5,5 milhões de empreiteiras, a título de propina, ao tempo em que estava à frente do Ministério da Integração Nacional (governo Dilma).

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Aprovação da PEC da cessão onerosa é primeiro passo do pacto federativo, diz líder



Postado por Magno Martins



O Senado aprovou nesta terça-feira (3) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê a divisão dos recursos do leilão da cessão onerosa com estados e municípios. A estimativa é que o governo tenha uma arrecadação de R$ 100,6 bilhões com o leilão do pré-sal, previsto para novembro. Do total, 30% serão partilhados, o que representa cerca de R$ 21 bilhões a mais nos caixas dos governos estaduais e das prefeituras em dezembro. Pernambuco e municípios do estado devem receber R$ 1,17 bilhão. Os recursos devem ser usados para investimento e não para despesas com pessoal.
Segundo o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), um acordo permitiu o consenso para a votação da PEC da cessão onerosa.
“Houve aqui no Senado uma discussão dos critérios de partilha, se seria pelo critério do FPM [Fundo de Participação dos Municípios] e pelo FPE [Fundo de Participação dos Estados]. Para atender aos estados produtores, se introduziu mais um mecanismo de partilha, que é destinar 3% para os estados produtores. Com isso, se alcançou um amplo consenso”, explicou Fernando Bezerra.
Como a área da cessão onerosa está localizada no Rio de Janeiro, o estado deve receber 3% dos recursos do leilão, que representam R$ 2,1 bilhões.

PACTO FEDERATIVO – No plenário, o líder Fernando Bezerra afirmou que a votação da PEC da cessão onerosa é o primeiro passo do pacto federativo que está sendo discutido pelo governo com o Congresso Nacional. “Estamos dando um passo na construção do pacto federativo. Ele não se encerra com a distribuição dos recursos do bônus de assinatura da cessão onerosa. Esse é o primeiro passo. E esse primeiro passo será complementado pelos recursos que serão partilhados do Fundo Social. E no Fundo Social serão distribuídos R$ 450 bilhões. E os critérios de partilha desses recursos que irão ocorrer nos próximos oito anos ainda não estão definidos. E certamente será através de critério misto para atender de forma equânime todos os estados da federação. Mas o acordo aqui se traduz em justiça aos estados mais pobres. Essa Casa se engrandece ao sair em socorro da grave crise fiscal dos estados e municípios brasileiros.”

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Da Coluna de Magno Martins



Postado por Magno Martins



FBC pode substituir Lorenzoni

Bastou ser reconhecido como peça fundamental nas duas últimas vitórias do Governo no Senado para o líder governista na Casa, Fernando Bezerra Coelho (MDB), passar a ser visto como o sucessor do ministro Onyx Lorenzoni, na Casa Civil. Articulado e com bom trânsito em todos os partidos no Congresso, inclusive de oposições, FBC, como é mais conhecido, seria o nome talhado para oxigenar a relação do Governo com a Câmara e o Senado.

Experiente, ex-ministro da Integração Nacional, o senador pernambucano ganhou a confiança de Bolsonaro quando fez o Senado votar o mesmo texto da MP da reforma administrativa aprovada na Câmara, na semana passada.

E, na última segunda-feira, dia em que as sessões não são realizadas por falta de quórum, colocou mais de 70 senadores em plenário para votar a MP do pente fino no INSS. FBC é cobra criada e Onyx não articula nada com o Congresso, acumulando grande desgaste.

Prêmio falacioso – O suposto prêmio da ONU recebido pelo prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira (PR), não é obra dele próprio nem é como ele difunde pelas redes sociais. Na verdade, trata-se do programa de coleta de resíduos sólidos, iniciado, faça-se justiça, ainda na gestão do ex-prefeito Elias Gome, em 2009, quando o PV estava à frente da Secretaria de Meio Ambiente.

Pernas para o ar – Depois de ternurar o deputado Túlio Gadelha, estendendo o tapete para ele migrar do PDT para o MDB, o deputado e presidente estadual do MDB, Raul Henry, deu um pulo ali na Alemanha, porque, afinal, ninguém é de ferro. Nas hostes emedebista, entretanto, o flerte com o namorado de Fátima Bernardes provocou ruídos extravagantes.

Rei do outdoor – De tanto espalhar outdoors por Olinda, o presidente da Câmara, Jorge Federal, pré-candidato do PR a prefeito da Marim dos Caetés, acabou tendo um vídeo viralizado nas redes sociais com a seguinte chacota: “Quero propor nesta Casa um projeto de lei meu outdoor, minha vida”. Não há uma via de movimento que não tenha propaganda ele.

Duplicação – Pleito antigo do Agreste Meridional, a duplicação da BR-423, que liga São Caetano a Garanhuns, volta à ordem dia em audiência convocada pelo deputado Sivaldo Albino (PSB). Está marcada para o próximo dia 17, às 10 horas, no auditório Sérgio Guerra, na Alepe.

Nadando em dinheiro – A prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, não tem razão de berrar por falta de apoio do Estado. O São João deste e do próximo ano já estão patrocinados. Só a cervejaria Schin comprou uma cota de R$ 10 milhões, isso sem falar na Cielo, no Bradesco, na Jeep e na Coqueiro.

JOÃO CAMPOS – Sobre o comentário de ontem desta coluna, o prefeito Geraldo Júlio diz que o candidato do PSB à sua sucessão é o deputado João Campos. “Não há outro nome em discussão”, enfatiza ao negar a alterativa Alexandre Rebelo, secretário estadual de Planejamento.

Perguntar não ofende: Quando o prefeito de Jaboatão vai inventar outro prêmio?

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Nova Previdência vai contribuir para atrair investidores para leilões, diz líder do governo

 

Brasília, 04/04/2019 – O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou nesta quinta-feira (4) que a aprovação da Nova Previdência vai contribuir para o sucesso da política de leilões do governo federal, transmitindo confiança e segurança jurídica a investidores. Segundo ele, o Congresso Nacional deve fazer a sua parte na construção de um ambiente de negócios promissor no Brasil. “Se avançarmos na agenda econômica, o Legislativo terá dado importante contribuição para construir um ambiente de negócios altamente promissor”, afirmou o líder.


Fernando Bezerra Coelho ressaltou que o governo já concedeu à iniciativa privada 12 aeroportos, quatro terminais portuários e um trecho da Ferrovia Norte-Sul, o que significa uma arrecadação de R$ 5 bilhões. Outros seis terminais portuários serão arrendados nesta sexta-feira (5) com investimentos previstos de R$ 430 milhões. “Com o leilão desses seis terminais, o Brasil atinge a meta de conceder 23 ativos dentro dos primeiros 100 primeiros dias de governo do presidente Jair Bolsonaro.”


Para o líder, o leilão da Ferrovia Norte-Sul é um “marco histórico” da retomada da jornada ferroviária do Brasil. “É preciso lembrar que há 12 anos não era feito um leilão no setor ferroviário brasileiro. Este leilão significa, portanto, um passo decisivo para a conclusão desta importante obra, que vai ser a espinha dorsal do sistema ferroviário do país. A Ferrovia Norte-Sul é uma iniciativa transformadora para a logística do país”, acrescentou.


O senador encerrou o discurso lembrando outros leilões previstos pelo Ministério da Infraestrutura, como os terminais dos Portos de Santos e Paranaguá e de mais 22 aeroportos, inclusive o de Petrolina (PE). “O sucesso dos primeiros leilões deixa a todos nós motivados a seguir em frente, trabalhando por uma agenda estratégica para a retomada do crescimento da nossa economia, com geração de riqueza, emprego e renda para os brasileiros.”

sábado, 30 de março de 2019

Bezerra Coelho: Bolsonaro tem que ir mais para o centro



Postado por Magno Martins



Para emedebista, o presidente precisa mostrar que é parceiro dos parlamentares

 
Da Folha de S.Paulo - Daniel Carvalho e Mariana Carneiro

Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) afirma que o governo de Jair Bolsonaro terá que se deslocar para o centro, a exemplo do que ocorreu no passado com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT, para conseguir governar.

Bezerra rejeita o bordão da “nova política” e afirma que Bolsonaro, ao contrário do que dizem seus críticos, têm dado atenção a parlamentares, seguindo a tradição de dividir espaço com aliados.

Sua leitura é que a semana se encerra melhor do que começou para o governo. Embora reconheça que o presidente tenha a sua personalidade “e ninguém vai mudar”, ele diz que Bolsonaro está começando a compreender que é dele a responsabilidade de formar maioria no Congresso.

Falta articulação ao governo? O ministro Onyx [Lorenzoni, Casa Civil], em conversa com os líderes na quarta-feira [27], disse que o governo tinha humildade de reconhecer que perdeu a oportunidade de fazer na Câmara um encaminhamento mais harmônico e aproximado dos partidos e das lideranças. E que seu desejo, no Senado, era expressar que precisa do apoio do Legislativo para tocar as reformas.

Parlamentares reclamam que conversas anteriores não resultaram em nada. A eleição de Bolsonaro representa uma ruptura do ciclo político, pois atropelou os partidos do centro democrático. Todas as candidaturas que se colocaram pelo centro foram engolidas pela polarização entre o PT de Lula e, de outro lado, o anti-petismo. Bolsonaro teve a perspicácia de empunhar outras bandeiras, da segurança pública, da Lava Jato, do combate à corrupção e dos costumes. Também fez campanha negando a institucionalidade dos partidos, fazendo a ligação direta com o eleitor usando as redes sociais.

Depois de eleito, ele procura materializar a concretização de seus compromissos. É o primeiro presidente desde 1947 que compõe uma equipe de governo sem consultar os partidos. É um novo ciclo, de desempoderamento dos partidos. Em fevereiro, o Congresso se instala renovado, mas são os partidos do centro democrático que têm as condições de dar a sustentação política para aprovar as reformas.

quinta-feira, 21 de março de 2019

'Reforma da Previdência pode gerar 8 milhões de empregos', diz FBC


Por: Blog da Folha

Fernando Bezerra CoelhoFoto: Roque de Sá/ Agência Senado

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou em discurso no plenário, nesta quarta-feira (20), que a Reforma da Previdência tem potencial para gerar 8 milhões de empregos e aumentar para R$ 5,8 mil o PIB per capita até 2023. Os dados, segundo ele, são de um estudo feito pela equipe econômica do governo, que aponta ainda um gasto 9,5 vezes maior em previdência e assistência social do que em educação, por exemplo.

Na opinião do senador, a proposta do governo para a Reforma da Previdência "acaba com privilégios e conduz o país a um sistema mais justo e igualitário". Além disso, estabelece igualdade de tratamento em relação à idade de aposentadoria, tempo de contribuição e forma de cálculo

“Hoje, os brasileiros mais pobres se aposentam por idade, em média, com 65,5 anos, no caso dos homens, e com 61,5 anos, no caso das mulheres. Os brasileiros que ganham mais, contudo, conseguem se aposentar por tempo de contribuição, em idade inferior. Com a Nova Previdência, não importará mais se o trabalhador é rico ou pobre. Todos poderão se aposentar com as mesmas regras de idade e tempo de contribuição, garantindo-se regras de transição”, explicou.

Fernando Bezerra Coelho também comentou a “rápida evolução no diálogo” entre o governo e o Congresso Nacional sobre a necessidade de aprovação da Reforma da Previdência ainda no primeiro semestre. “Como líder do governo, tenho conversado com parlamentares de diversos partidos, de todas as regiões do país e provenientes dos mais variados setores da sociedade. Há um sentimento comum em reconhecer que, somente com a aprovação desta Reforma, será possível um redirecionamento mais expressivo de recursos públicos em áreas estratégicas para o desenvolvimento econômico, como educação, infraestrutura e saúde”, ressaltou.

terça-feira, 12 de março de 2019

Fernando se diferencia no governo Bolsonaro

 


O governo Jair Bolsonaro vem enfrentando uma série de equívocos em relação a pauta política e administrativa em Brasília. Isso tem gerado polêmicas totalmente desnecessárias que deixam o governo na defensiva num momento em que precisa votar e aprovar a reforma da Previdência que será vital para o êxito de uma gestão que recebeu a confiança dos brasileiros para fazer diferente.

Na formação do governo, o presidente Jair Bolsonaro teve dois acertos indiscutíveis com a nomeação de Paulo Guedes para o ministério da Economia e de Sergio Moro para o ministério da Justiça, outro gol de placa do Planalto foi a eleição tanto na Câmara dos Deputados quando não quis inventar a roda e apoiou a recondução de Rodrigo Maia, quanto no Senado quando bancou Davi Alcolumbre e conquistou uma expressiva vitória política.

Mas de todos os acertos do governo Bolsonaro, um dos mais recentes foi a escolha do senador Fernando Bezerra Coelho para a liderança do governo no Senado. O pernambucano tem sido uma voz destoante nas confusões patrocinadas por aliados do presidente, e vem conseguindo conquistar a confiança dos colegas senadores, sobretudo no objetivo de aprovar a reforma da Previdência.

Com a experiência de quem já foi prefeito, deputado, secretário e ministro, tendo mais de trinta anos de carreira política, Fernando terá papel fundamental na travessia do governo Bolsonaro para a aprovação das reformas, pois é profundo conhecedor das articulações políticas e está na função certa para ajudar o governo nesta difícil empreitada.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

[Entrevista] FBC comenta articulações do governo para reforma da Previdência


Segundo líder do governo no Senado, a expectativa é aprovação no Congresso até setembro


Por: Paulo Veras
Senador Fernando Bezerra CoelhoFoto: Antonio Cruz/Agência Brasil


Líder do governo no Senado, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) diz, em entrevista exclusiva à Folha de Pernambuco, trabalhar com a expectativa de que a reforma da Previdência seja aprovada no Congresso até setembro. O emedebista admite que a base do governo Jair Bolsonaro (PSL) ainda está em construção, mas projeta que apoio de sete partidos pode garantir os 49 votos necessários para aprovar as novas regras das aposentadorias. "No Senado, essa construção da maioria qualificada de 49 senadores será mais fácil do que na Câmara, em que você precisa de 308 deputados", explica. O senador também reconhece que o texto apresentado pelo Executivo passará por modificações e lista os quatro principais pontos que estarão em debate no Legislativo: a idade mínima, as regras de transição, o trabalhador rural e os benefícios de prestação continuada. "Como líder do governo, nós vamos trabalhar para que o resultado final desse debate, o texto final, seja o mais próximo possível da proposta original", promete.

Qual a expectativa do senhor em relação à tramitação da reforma da previdência?

Quanto à tramitação, a informação que eu estou me baseando são as declarações dadas pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que está estimando que a reforma seja votada em dois turnos na Câmara até meados de junho. E, na sequência, ela vai para o Senado. No Senado, o presidente, o senador Davi Alcolumbre, estima que a tramitação seja realizada entre 60 e 90 dias. Então, a minha expectativa é que a reforma da previdência seja debatida e votada nas duas casa até meados de setembro.

A oposição tem se articulado contra a proposta. O senhor acha que será uma tramitação tranquila ou haverá embates?

Isso é natural. Todos nós sabemos que a reforma da previdência suscita um debate muito acalorado. Ela mexe com muitos segmentos da sociedade brasileira. Mas eu entendo que todos, embora possam divergir em alguns pontos da proposta apresentada, a grande maioria dos brasileiros e diversos segmentos têm reiterado a necessidade da reforma para atacar privilégios e dar alguma sustentabilidade ao sistema de aposentadorias. O que queremos evitar é que o Brasil chegue a situação que a Grécia chegou, de ter que reduzir salários para pagar as pensões. Para uma previdência que, no ano passado, apresentou um déficit de R$ 300 bilhões, sendo a segunda maior despesa do governo, essa é uma tarefa que tem que ser enfrentada hoje. Não pode ser adiada. Sob pena de comprometermos o pagamento das aposentadorias futuras. Por outro lado, é importante que a gente possa sublinhar que no Brasil hoje a gente tem 30 milhões de aposentados no regime geral e 4 milhões no regime próprio. Se você pega esse universo, estamos falando de 34 milhões de brasileiros. E eles estão recebendo R$ 300 bilhões para manter suas aposentadorias em dia, que é o déficit coberto pelo governo. E 200 milhões de brasileiros, que são jovens, pessoas de meia idade e crianças, cobram investimentos, ações e infraestrutura. O governo brasileiro, no ano passado, não conseguiu investir nem R$ 50 bilhões. Isso precisa ser corrigido. Eu acredito que a proposta atende a essa demanda da sociedade de enfrentar os privilégios. Aposentadorias mais altas, como juízes, promotores, auditores, a elite do serviço público federal, estadual e municipal. Infelizmente, o Brasil não tem como pagar isso.

O texto da previdência deve sofrer muitas mudanças?

A proposta apresentada deve ser aprimorada. Tem 4 pontos que vão mobilizar o debate: a idade mínima, as regras de transição, o trabalhador rural e os benefícios de prestação continuada. Nós vamos exercitar o diálogo, apresentar argumentos que justifiquem a manutenção do texto. Mas estou convencido de que até setembro, o Congresso Nacional vai estar a altura desse desafio. E vai produzir um texto que responda a necessidade de acabar com os privilégios e criar as condições de dar sustentabilidade à previdência.

O presidente Davi Alcolumbre está no primeiro mandato e preside o Senado pela primeira vez. Isso pode gerar alguma dificuldade para a tramitação da reforma?

De forma nenhuma. O presidente Davi Alcolumbre tem revelado uma capacidade muito grande de articulação. E, sobretudo, de construção de diálogo e entendimento com todas as forças políticas representadas no Senado Federal. Destaco a composição das comissões permanentes. E a iniciativa, que começou com ele, para que o MDB, que é a maior bancada no Senado, pudesse indicar o meu nome para ser o líder do governo no Senado. Nos primeiros dias de gestão do senador Davi Alcolumbre, em que pese sua juventude, ele tem mostrado muita capacidade de diálogo e tem buscado unificar as forças políticas no Senado.

O governo precisará de 49 votos no Senado para aprovar a reforma. Como está a composição da base do governo? O senhor tem conversado com os líderes dos partidos?

A base do governo está em construção. Na realidade, nós temos conversado com as lideranças partidárias. Existe muita disposição dos partidos e dos blocos que ficaram formados no sentido de apoiar a pauta de reformas. Vou citar aqui dois blocos. Temos o bloco liderado pelo MDB, que também tem parlamentares do PP e do PRB. São 20 senadores. E temos o bloco liderado pelo PSDB, Podemos e PSL, que também tem 20 senadores. E temos o PSD (com nove senadores). Tenho conversado com o líder desses blocos e sinto a disposição de apoiar a reforma. Só aí estamos falando de 49 senadores. Afora as demais forças representadas no Senado Federal. Esses que são os maiores blocos, as maiores representações no Senado Federal, já apresentam disposição para apoiar a agenda de reforma. Evidentemente, esses parlamentares vão apresentar propostas para aprimorar o texto. Mas estou muito otimista. No Senado, essa construção da maioria qualificada de 49 senadores será mais fácil do que na Câmara, em que você precisa de 308 deputados. Mas creio que também na Câmara o governo vai construir essa maioria dentro do prazo até a votação da reforma.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

FBC se reúne com Onyx para definir liderança


O nome de FBC para ocupar a função é estratégica para o Governo. É a principal aposta para pacificar a relação com o MDB


Por: da redação

Fernando Bezerra CoelhoFoto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) se reunirá, nesta segunda-feira (11) com o ministro da Casa Civil do Governo Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (DEM), em Brasília. Na pauta do encontro, está o convite que o Democrata fará oficialmente para Bezerra assumir a liderança do Governo no Senado que, tão logo formalizado, deverá ser aceito pelo pernambucano.

O nome de FBC para ocupar a função é estratégica para o Governo. É a principal aposta para pacificar a relação com o MDB, que ficou arranhada após o fim das eleições para mesa diretora do Senado quando o nome do senador Renan Calheiros (MDB) foi fritado da disputa com ajuda do Planalto em detrimento do presidente eleito, Davi Alcolumbre (DEM). Após a fissura, nos últimos dias, o ministro Onyx e o próprio Alcolumbre vêm trabalhando nos bastidores para aproximar o MDB, que no Senado tem a maior bancada e é essencial para aprovação dos projetos.

Foi justamente de Alcolumbre que partiu as primeiras sondagens ao nome de FBC para o cargo à pedido de Onyx. Após procurar o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), o nome de Fernando passou por consulta nas hostes do emedebista que não ofereceu resistência. Caso seja oficializado no cargo, FBC poderá se tornar o principal interlocutor entre o Governo do Estado e Planalto para atrair investimentos para Pernambuco, uma vez que maior parte da bancada de deputados e senadores do Estado fazem oposição ao Governo Federal.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Senador Fernando Bezerra retoma atividades em Brasília e já garante R$ 16 milhões para obras em Petrolina





Brasília, 29/01/19 – O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) já retomou as atividades legislativas em Brasília e, nesta terça-feira (29), reuniu-se com o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), general Antônio Leite dos Santos Filho. Como resultado da audiência, o parlamentar teve a garantia de R$ 16 milhões para obras em Petrolina (PE), cidade-natal de Fernando Bezerra.

Deste total, R$ 9 milhões serão destinados à construção de um segundo viaduto na Avenida Sete de Setembro, uma das principais vias do município e da região. Os outros R$ 7 milhões serão direcionadas às obras de remodelação e duplicação da BR-428 – saída para a capital Recife.

“Foi uma reunião bastante produtiva, com resultados concretos e prazos céleres para a conclusão destas importantes obras, que vão melhorar o tráfego e a qualidade de vida dos petrolinenses”, avaliou Bezerra Coelho, ao final da audiência. O encontro também contou com a participação dos diretores de Infraestrutura Rodoviária do Dnit, Euclides Souza Neto; e de Planejamento e Pesquisa, Luiz Guilherme de Mello.

De acordo com Fernando Bezerra, a estimativa é que os dois viadutos da Sete de Setembro estejam concluídos até o final deste ano. O senador também estima que o projeto para as obras de duplicação da Avenida Honorato Viana (BR-428) seja finalizado até o próximo mês de setembro.

FILIAÇÃO – Nesta manhã, Fernando Bezerra Coelho participou da filiação do senador eleito Eduardo Gomes (TO) ao MDB. Ele deixou o Solidariedade (SD) para integrar a maior bancada no Senado.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Dezenove anos depois, Bezerra Coelho retorna ao PMDB

DO BLGO DO DP


Fernando Bezerra Coelho e aliados durante ato de filiação, em Brasília (Foto: Divulgação)

Dezenove anos após deixar o PMDB, o senador Fernando Bezerra Coelho selou, nesta quarta-feira (06), seu retorno às hostes peemedebistas, na presidência nacional do partido, em Brasília. O ato é prestigiado por lideranças do partido, ministros do núcleo duro do governo Temer – de quem é aliado – e pelos filhos, que devem deixar o PSB em breve. A família Coelho deve lançar candidato ao governo de Pernambuco contra o atual governador Paulo Câmara (PSB), de quem os peemedebistas pernambucanos são aliados.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

FBC troca PSB por PMDB e pode conseguir comando do partido em Pernambuco

Do Blogo de Jamildo.

publicidade Foto: Alexandre Gondim/JC ImagemPublicado por Amanda Miranda

Com informações de Romoaldo de Souza, da Rádio Jornal em Brasília

Após semanas de articulação, o senador Fernando Bezerra Coelho decidiu nesta terça-feira (5) trocar o PSB pelo PMDB, em mudança que será oficializada com a filiação dele ao partido nesta quarta-feira (6). A migração, definida em reunião com o presidente nacional da sigla, pode implicar na retirada de Raul Henry do comando local do PMDB para que FBC assuma a posição que tradicionalmente era do grupo do deputado federal Jarbas Vasconcelos.

O ministro Fernando Filho (Minas e Energia) vai esperar a janela partidária para se filiar. Se trocar em março do ano que vem, não perde o mandato de deputado federal. O pai não perde a vaga no Senado por ser um mandato majoritário.

Jarbas teria uma reunião com FBC nesta terça-feira, mas adiou o encontro alegando estar com sinusite e vai aguardar a chegada de Raul Henry da China para isso.

Como parte da negociação, alguns filiados do PMDB de Pernambuco pediram dissolução do diretório estadual. Os nomes desses políticos não foram divulgados. A executiva nacional deve decidir sobre o assunto na próxima reunião, que ainda não tem data.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Pedido foi enviado ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF)




Janot pede abertura de novo inquérito contra FBC






O senador Fernando Bezerra CoelhoFoto: Rafael Furtado/FolhaPE

O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) voltou a ser alvo de pedido de investigação por parte do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O procurador solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de novo inquérito para investigar o parlamentar com base na delação da Odebrecht.

No pedido, enviado ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, na última segunda-feira (24), o procurador menciona suspeitas levantadas pelos delatores, que firmaram acordo de colaboração premiada com o Ministério Público Federal.

Segundo Janot, os dois delatores afirmaram que, durante a execução das obras do Cais V e do Píer Petroleiro no Porto de Suape, o senador e o então governador "foram beneficiados por propinas paga pelas empreiteiras Odebrecht, OAS e Andrade Gutierrez".

Por meio de nota, a defesa do senador informou que "desconhece o teor do pedido da PGR" e que "os conteúdos das delações dos ex-executivos são absolutamente inverídicos".

"A defesa do senador Fernando Bezerra Coelho, representada pelo advogado Andre Luís Callegari, afirma, em primeiro lugar, que não foi comunicada oficialmente sobre abertura de inquérito e desconhece o teor do pedido da PGR. Acrescenta ainda que os conteúdos das delações dos ex-executivos são absolutamente inverídicos. A defesa do senador reforça que todas as doações feitas à campanha dele cumpriram rigorosamente a legislação e todas as contas foram devidamente apresentadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral. O senador sempre trabalhou, única e exclusivamente, pelo desenvolvimento do país e do estado de Pernambuco, e está à disposição para esclarecer quaisquer questões no devido momento processual."

sexta-feira, 7 de julho de 2017

FBC tenta agilizar renegociação de débitos de produtores


Renegociação de débitos de produtores rurais

(Foto/arquivo Blog do Carlos Britto)


Do Blog do Carlos Britto



Atento às dificuldades financeiras pelas quais passam agropecuaristas do Nordeste e de outras regiões do país, o senador Fernando Bezerra Coelho foi nesta quinta-feira (6) à sede da Advocacia-Geral da União (AGU), em Brasília (DF), buscar soluções jurídicas que possam dar celeridade à renegociação de débitos contraídos pelos produtores rurais. “Eles querem e precisam pagar suas dívidas para poderem conseguir novos financiamentos, retomar a produção, gerar empregos e contribuir para o reaquecimento da economia”, defende o senador.

Recebido pela ministra da AGU, Grace Mendonça, o líder do PSB e vice-líder do governo no Senado apresentou possibilidades legislativas para a análise do órgão. Entre elas estão medidas que, aprovadas pelo Congresso Nacional, permitirão o parcelamento de débitos rurais que ainda não foram inscritos em dívida ativa e são cobrados pela Procuradoria-Geral da União.

Ano passado, Fernando Bezerra presidiu a comissão mista que aprimorou a Medida Provisória (MP) 733/2016, conhecida como ‘MP da Dívida Rural’. Aprovada pelo Senado e a Câmara dos Deputados, a matéria foi convertida na Lei 13.340/2016. Tal legislação beneficiou produtores de todo o país – principalmente, mais de um milhão de agricultores familiares do semiárido nordestino, inclusive em Petrolina – ao autorizar a renegociação de débitos contraídos ao longo dos últimos dez anos e com rebates (descontos) que podem chegar a 95%.