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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

REFORMA MINISTERIAL



       

Só com ficha corrida

Depois da queda de sete ministros em menos de um ano arrastados pelos ventos implacáveis da corrupção, Dilma tem pela frente o desafio de, provavelmente em janeiro, de se livrar de mais duas ou três árvores podres e depois montar a sua própria equipe. Imaginar, entretanto, que a presidente terá um ministério com a sua cara, mais técnico do que político, é querer muito, é apostar no imponderável.

Dilma não é do ramo, não tem autonomia política nem pedigree para isso. Terá que se costurar, forçadamente, com as indicações dos partidos da sua base, que tendem a travar uma batalha pelo controle das pastas mais estratégicas, principalmente PT e PMDB.

Dilma quer, ainda, enxugar o número de Ministérios, o que seria ideal, mas enfrentará igualmente resistências dos partidos fisiológicos, que apóiam em troco de cargos. Quanto mais cargos, melhor. O olho é grande, a gula, sem limite.

Para evitar o que está passando, hoje, o que a presidente deveria exigir dos novos auxiliares seria uma folha corrida da polícia. No mínimo!

Com isso, começaria a dar o exemplo da praticidade do projeto Ficha Limpa.

Do Blog do Magno

domingo, 4 de dezembro de 2011

LUPI ENTREGOU O CARGO

POSTADO ÀS 19:20 EM 04 DE DEZEMBRO DE 2011 Fonte: Jamildo



O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, se reuniu na tarde deste domingo com a presidente Dilma Rousseff e entregou seu cargo.

Neste momento, o ministro discute com assessores a redação de uma nota que será divulgada no blog do ministério do Trabalho.

Na nota, ele atribuirá a saída, entre outros motivos, à divulgação do parecer da Comissão de Ética da presidência da República que pede seu afastamento.


SUSPEITAS

Lupi foi o ministro alvo de acusações mais longevo do governo, resistindo com ajuda do Planalto desde 9 de novembro, após reportagem da revista "Veja" afirmar que assessores recebiam propina.

Cinco colegas seus -Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Wagner Rossi (Agricultura), Pedro Novais (Turismo) e Orlando Silva (Esportes)- tombaram logo após reveladas suspeitas de irregularidades.

O objetivo de Dilma era demiti-lo apenas na reforma ministerial, prevista para janeiro. Isso evitaria o constrangimento de ver seu sexto ministro cair por suspeita de irregularidades e a livraria de tratar antecipadamente da acomodação do PDT.

Dilma tende a deixar no cargo o secretário-executivo, Paulo Roberto Pinto, até definir como serão as alterações e o seu grau de abrangência.

sábado, 3 de dezembro de 2011

MELINDROSA

De acordo com as notícias, duas foram as razões que levaram a Comissão de Ética da Presidência a sugerir a imediata queda do ministro Carlos Lupi. Primeiro a Comissão considerou "não satisfatórias" as explicações dadas pelo ministro à própria Comissão - direito dela, se a consideração por bem demonstrada. Mas a Comissão também achou que Lupi deu respostas "inconvenientes à comissão, ao Congresso e à imprensa". Em outras palavras, não gostaram nem do quê e nem de como Lupi falou. O ministro é famoso por sua verve, mas a Comissão não é órgão que pode ficar se melindrando por aí. 

Do blog do Jefferson

GUERRA SOBRE LUPI: ACHO TUDO CONSTANGEDOR





O presidente nacional do PSDB não poupou o governo federal de uma saraivada de críticas quando foi questionado, nesta sexta-feira (2) sobre a permanência do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, no cargo.

"Acho tudo constrangedor. O fato concreto é que pessoas que sofrem acusações duras e que não conseguem responder com brevidade, com eficiência, devem deixar o governo e dar explicação sobre as acusações que recebem fora do governo. É um constrangimento geral. Alguém acusado deve sair do lugar onde está e se defender na planície".

O tucano voltou a falar de constrangidmento ao se referir aos cinco ministros que já deixaram suas pastas este ano. "É muito constrangedor. Muitos deles já vêm como ministro desde o governo anterior. A presidente da República os conhece", criticou. "Não é desmoralização da presidente ou do Lupi. É da democracia. É das instituições".

Sérgio Guerra criticou a distribuição de ministérios por critérios partidários. Apontou nomeações como a de Pedro Novais, para Turismo, como equivocadas por não haver qualquer sintonia entre o indicado e a pasta. Ao ser lembrado que o economista José Serra foi ministro da Saúde durante o governo de Fernando Henrique Carodoso, o presidente saiu em defesa do tucano.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

NA PUC: "DILMA VAI DEMITI-LO. ADIAR É FALTA DE PUDOR"


Para a professora e pesquisadora do Grupo Ética e Filosofia Política da PUC-SP Salma Tannus Muchail, sustentar o ministro Lupi no cargo para não tornar as coisas mais difíceis na reforma ministerial é 'falta de pudor':  'A presidente Dilma tem todo o aval da sociedade para tomar decisões como essa (proposta pela Comissão) agora. Seria falta de pudor adiar isso para 2012. Se errou, tem que sair.''
Um dos motivos apontados para a demora de Dilma em tomar uma decisão no caso de Lupi é que a presidente gostaria de tirar o Ministério do Trabalho do comando do PDT, dando à sigla outro espaço no governo. E isso seria mais conveniente e fácil de ser feito no bojo da reforma ministerial. Salma considera que Dilma não tem escolha, caso queira manter a imagem que conquistou, a de que é pouco tolerante com casos de corrupção no governo. ''Agora com a recomendação da Comissão de Ética, não me passa pela cabeça que ela não vai demiti-lo. Não tem como'', avaliou Salma.
Do Blog do Magno Martins



quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

LUPI EXONERAÇÃO É UM "TIRO NO MINISTRSO" DIZ JUCÁ




O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou na noite desta quarta-feira (30) que a decisão da Comissão de Ética Pública da Presidência da República de recomendar, por unanimidade, a presidente Dilma Rousseff a exoneração do ministro do Trabalho, Carlos Lupi é um "tiro" no ministro, segundo informou G1. "Não deixa de ser um tiro no ministro. É uma bala que é lançada no ministro. É uma posição do Conselho de Ética, mas não é uma posição definitiva. A posição definitiva de qualquer ministro cabe à presidente Dilma e caberá a ela definir o futuro do ministro", afirmou Jucá.
 
Fonte: Magno Martins

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

DILMA LUPI E O PDT

Cadê a autoridade de Dilma?

A manutenção do ministro Carlos Lupi (Trabalho) é a certeza absoluta de que falta autoridade e coragem a presidente Dilma para continuar a forçada faxina, herança de Lula. Será que a presença de Lupi é tão essencial no Governo que faz com que a presidente deixe que a sua autoridade seja questionada?

Está se transformando numa agressão ao povo a manutenção no cargo do atual ministro do Trabalho que, pateticamente, tem tentado se defender mostrando uma cretinice digna de um teatro de fantoches. Lupi mentiu lá atrás no depoimento da Câmara, mentiu no Senado, na semana passada, é um falastrão, fanfarrão.

Seu Ministério fez acordos com ONGs inexplicáveis. Quando um cidadão vai à Câmara dos Deputados ou ao Senado para dar explicações, sendo convocado, ou por sua própria vontade, deve-se municiar de informações fidedignas e se propor a esclarecer de forma correta o assunto em pauta.

Tratando-se de um ministro de Estado, faz-se mister que isso seja seguido à risca. Neste caso, não cabe a ele pedir demissão. Cabe a presidente Dilma demiti-lo, como é demitido qualquer funcionário que falte com a verdade com o patrão.

Lupi no Governo é a certeza de que o projeto do PT era apenas o de assumir e permanecer no poder o máximo possível. Sendo assim, não seria exagero concluir que aí está tipificado o chamado e instituído “Bolsa apoio”.

MEMÓRIA ABSOLUTA – Seria cômico se não fosse trágico o ministro Lupi voltar atrás e confessar que usou o avião do empresário Adair porque não tem memória absoluta. Se Dilma, que vacila no episódio, não defenestrar o ministro esta semana dará na prática uma demonstração de conluio com a corrupção. Governo que chama conchavo de governabilidade e corrupção de malfeito autoriza ministros como Lupi a chamar mentira de “lapso de memória”.

Eduardo já incomoda - Segundo noticiou, ontem, o jornal O Globo, o crescimento do governador Eduardo Campos na cena nacional está incomodando tanto o PT a ponto de se criar um foco de intrigas no Palácio do Planalto para dificultar as relações da presidente Dilma com o socialista. O ex-ministro José Dirceu estaria por trás da “queimação” do governador.

Olho no Planalto - A desconfiança do PT, segundo o jornal carioca, está no projeto do governador pernambucano em disputar a Presidência da República numa aliança com PSD, de Kassab, em 2014, ou em 2018, num voo mais ousado. Sendo assim, teria chegado o momento de cortar as asas do socialista, antes que ele dificulte o projeto do PT em 2014 com a eleição de prefeitos do PSB em capitais.

Risco de rompimento - O presidente nacional do PT, Rui Falcão, já teria alertado a presidente Dilma e o ex-presidente Lula quanto ao risco de uma quebra na aliança do PSB, do governador Eduardo Campos, com o PT já nas eleições municipais em Recife, com a candidatura do ministro Fernando Bezerra Coelho (Integração) e em Fortaleza, rompendo com a prefeita Luizianne Lins (PT). 
Do blog do Magno Martins

sábado, 19 de novembro de 2011

CORRUÇÃO: JUSTIÇA QUEBRA SIGILO DE ORLANDO E AGNELO


  O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Cesar Asfor Rocha determinou nesta sexta-feira (18) a quebra de sigilo bancário e fiscal do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, do ex-ministro do Esporte, Orlando Silva, do policial militar João Dias Ferreira e de mais oito empresas e entidades, informa o portal G1. O pedido de acesso às movimentações foi feito nesta sexta, mais cedo, pelo procurador-geral da República Roberto Gurgel. Todos são suspeitos de envolvimento no suposto esquema de desvio de dinheiro público do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, que visa desenvolver atividades esportivas com crianças e adolescentes em comunidades carentes.
Do blog do Magno Martins.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

LUPI - PLANALTO DISCUTE COM PDT SAÍDA DE MINISTRO


Líderes do PDT, partido do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, já começaram a discutir com o Palácio do Planalto o rito para sua substituição na Esplanada. Segundo a Folha de São Paulo apurou, emissários da presidente Dilma Rousseff avisaram a dirigentes da legenda, como o deputado federal Paulo Pereira da Silva (SP), que o governo não descarta a saída de Lupi antes da reforma ministerial programada para janeiro de 2012.  
 Fonte: Magno Martins.
   

LUPI PODE CAIR HOJE



Tales Faria, do Poder Online

A bolsa de apostas no Palacio do Planalto aponta como fortes as chances de o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, ser demitido ainda hoje. Conforme Poder Online informou, foram decisivas as fotos do ministro no jatinho que ele disse nunca ter voado, alugado por Adair Meira, dono de uma ONG que prestava serviços ao Ministério. Tudo agravado por um vídeo divulgado pela revista Veja mostrando o ministro em solenidade no Maranhão logo após desembarcar do avião. 
 
Do blog do Magno Martins