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domingo, 31 de maio de 2015

Cunha quer, Cunha pode



Postado por Magno Martins
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defende que o Congresso fixe em quatro anos, com coincidência de eleições, os mandatos de presidente, governadores, senadores e prefeitos.

O peemedebista, no entanto, acredita que, hoje, deve prevalecer na Câmara a tese de mandatos de cinco anos, sem coincidência de eleições. Faz a ressalva de que o quadro ainda está confuso e dependerá de negociação até a votação.

Cunha fará um giro por Israel, Palestina e Rússia em viagens oficiais, a partir de terça-feira, aproveitando o feriado prolongado. "Aproveitei que ia à Rússia e inclui outras para otimizar. Não é só votação que se acelera." (Vera Magalhães - Folha de S.Paulo)

sábado, 30 de maio de 2015

Anderson Ferreira vê jogo de cena na reforma política. Nada é pra valer!


Publicado por jamildo
 

O deputado federal Anderson Ferreira (PR-PE) admite a possibilidade de o Congresso Nacional não aprovar a reforma política a tempo de vigorar para as eleições municipais de 2016.

Na sua opinião, a ideia que passa é que os comandos da Câmara Federal e do Senado estão fazendo um jogo combinado apenas para dar uma resposta à sociedade, só que dificilmente tudo será votado até o final do mês de setembro. O erro, na visão de Anderson, foi se criar duas comissões – uma em cada casa legislativa – e fatiar as propostas na apreciação no plenário.

Um exemplo é sobre as coligações proporcionais, já que os deputados aprovaram a manutenção e os senadores aprovaram a proibição. “Como pode haver uma reforma política, se a Câmara e o Senado criam as suas próprias comissões sobre o assunto? Depois, o relator da comissão da Câmara é destituído e um novo relator altera o texto. Além disso, tudo teria de ser votado no bojo de um só projeto, e não dividido como está sendo. Vai terminar não saindo reforma nenhuma porque tem muita coisa e não vai ter prazo”, alerta Anderson.

No seu desabafo, após a primeira semana de votações na Câmara, Anderson Ferreira diz que “há uma estratégia para dar uma resposta à sociedade e fazer o prazo não ser cumprido”.

“Estou percebendo que, desde do início, já estava tudo combinado, com a Câmara juntando um quebra-cabeça para mandar para o Senado. E aí ficamos votando até a madrugada para a população ver nos telejornais”,ressalta.

Anderson considera que o plenário está sendo usado politicamente para que nada seja mudado no sistema político brasileiro.

“O resumo da ópera é o seguinte: os deputados estão sendo feitos de palhaços, mas a população não vai achar graça nenhum dessa palhaçada”, dispara o republicano.

terça-feira, 2 de julho de 2013

VOTO DISTRITAL MISTO

FOTO GOOGLE
Voto distrital – Antes de despedir-se da Câmara Federal em 2010, Roberto Magalhães, para colaborar com a reforma política, propôs a implantação do voto distrital misto: 50 da Câmara seria eleita pelo voto distrital e os outros 50% pelo voto proporcional. O projeto ainda dorme na burocracia da Casa.

terça-feira, 13 de março de 2012

A FAMOSA REFORMA DA POLÍTICA E A DO PT

Enquanto Henrique Fontana (PT) tenta votar seu anteprojeto de reforma política, o Senado aprova apenas medidas pontuais. Esta semana inicia o debate do item que altera a Carta para permitir coligações apenas na eleição majoritária (presidente, governador e prefeito). Polêmica, a matéria é essencial pra acabar com as uniões de conveniência eleitorais, além de inibir o comércio de legendas. Já Fontana prega no deserto, com fórmulas complexas que justificam a criação do sistema de listas e o financiamento público, os únicos itens que interessam ao PT.

Postado por Roberto Jefferson

domingo, 15 de janeiro de 2012

DUAS TÁTICAS

 O PT vai insistir neste ano na reforma política. O foco, diz o líder na Câmara, Paulo Teixeira (SP), é o financiamento público. O PMDB quer adiar as mudanças e remetê-las a uma consulta popular, de sete ou oito itens, nas eleições de 2014. O líder na Câmara, Henrique Alves (RN), afirma que quem deve decidir se o financiamento das campanhas será público ou privado são os eleitores.