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sábado, 27 de setembro de 2014

BEZERRA E HENRY REALIZAM ATO NO CENTRO DO RECIFE


Candidatos fizeram corpo a corpo nas ruas históricas da cidade (Foto: Rafael Medeiros/Divulgação)

Com os candidatos ao Governo do Estado se preparando para o debate que ocorre na noite desta sexta-feira (26), coube aos outros integrantes da chapa da Frente Popular a tarefa de manter a campanha na rua. Pela manhã, o postulante a vice, Raul Henry (PMDB), e ao Senado, Fernando Bezerra Coelho (PSB), realizaram uma caminhada pelo centro do Recife.

Os dois percorreram juntos com os militantes da Frente Popular as ruas do Jasmim, Direita, Calçadas e Santa Cruz, encerrando o percurso no Mercado de São José. O corpo a corpo serviu também para aumentar a popularidade de Bezerra Coelho, que está atrás do candidato João Paulo (PT) na corrida ao Senado. O local, inclusive, é reduto eleitoral do petista.

“Por todos os lugares em que passamos, percebemos o desejo e a confiança da população na vitória da Frente Popular, nas eleições para presidente, governador e senador”, resumiu Fernando.

Na última quinta-feira (25) Bezerra Coelho afirmou, em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, que iria “vencer fácil” as eleições para o Senado.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

RECIFE

A desunião – Raul Henry (PMDB) tem trocado ideias com Jarbas Vasconcelos sobre sua candidatura a prefeito do Recife. Mas não vê entusiasmo da parte do senador para coordenar o processo. A ausência de um “coordenador” é citada pelo PPS como causa da desunião das oposições.
 
Por Inaldo Sampaio.

terça-feira, 10 de abril de 2012

QUAL O TEMOR DE HENRY




Qual o temor de Henry?

Dá pena ouvir o discurso dos pré-candidatos a prefeito do Recife, especialmente o do peemedebista Raul Henry, que nunca assume a sua candidatura. A seis meses das eleições, Henry, apesar de vir ocupando boa parte dos espaços do partido nas inserções de 30 segundos na televisão, continua dizendo que está avaliando o processo.

Que conversa mais velha e cafona! Qual o temor dele em assumir? Dividir? Mas, dividir o que já está aos cacos? Ora, Mendonça Filho (DEM), que também não tem sido firme, não vai abrir para Henry nem este para o democrata.

Então, chegou a hora de cada um confirmar que é candidato, como Raul Jungmann já fez e, igualmente, o tucano Daniel Coelho. Henry e Mendonça talvez ainda estejam imaginando que a tese do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), de que as oposições tenham dois candidatos, venha a vingar.

Não dá mais para se iludir com isso. Jungmann e Daniel não abrem nem para um trem carregado de chumbo e o mesmo pode se dizer do próprio Henry, que quer dar uma de bom moço, sonhando em ser o elo da oposição. Não vai ser agora nem nunca. Por que Mendonça vai abrir sendo o que melhor da oposição aparece situado nas pesquisas? E o que Jungmann tem a perder sendo candidato? Nada. Quanto ao tucano Daniel Coelho, a orientação é nacional e ele já está em campanha. 
 
Por Magno Martins

segunda-feira, 2 de abril de 2012

RECIFE PMDB DE JARBAS DEVE DISPUTAR PREFEITURA




Afilhado político de Jarbas Vasconcelos, o deputado federal Raul Henry deve representar o PMDB na disputa pela prefeitura do Recife. Resistia à ideia. Mas já ensaia a meia volta.

“Eu estava realmente reticente em relação à candidatura. Mas hoje meu ânimo é o de ser candidato”, disse Henry ao blog. Com isso, aprofunda-se a divisão do bloco oposicionista na capital pernambucana.

Há quatro postulantes da oposição na pista: Mendonça Filho (DEM), Raul Jungmann (PPS), Daniel Coelho (PSDB) e, agora, Henry (PMDB). É grande a chance de chegarem a junho, o mês das convenções partidárias, sem um acordo.

Sabe-se que na outra ponta haverá um candidato do PT. Não há, porém, definição quanto ao nome. O vírus da divisão ataca também a banda governista. João da Costa, o petista que comanda a prefeitura, deseja concorrer à reeleição.

O problema é que o PT federal e o aliado Eduardo Campos, governador de Pernambuco e presidente do PSB, torcem o nariz para os planos reeleitorais de João da Costa.

Com as bênçãos de Lula, os adversários domésticos do prefeito tentam empinar o nome de outro petista: o deputado federal licenciado Maurício Rands, integrante do secretariado de Eduardo Campos.

Na opinião de Henry, compartilhada por Jarbas, mesmo atomizada a oposição vai colocar um de seus nomes no segundo turno. O quase-candidato Henry escora a “convicção” nas estatísticas da eleição municipal de 2008.

“Naquele ano, o Brasil crescia a 7%, Lula tinha 90% de popularidade em Pernambuco e João da Costa contava com o apoio de Eduardo Campos e do ex-prefeito João Paulo. Foi eleito com 51% dos votos.”

“Juntos, Mendonça Filho e eu tivemos 41%. Somando outros candidatos, a oposição chegou a 49% em 2008. O cenário hoje é outro. A rejeição do prefeito do PT é grande, o país cresce menos e o sentimento que prevalece na cidade é o da mudança.”

Henry conclui o raciocínio: “Se nós, da oposição, tivermos duas candidaturas, colocaremos uma no segundo turno. Se tivermos três ou quatro, colocamos do mesmo jeito.”

Parte-se do pressuposto de que o candidato do PT, seja quem for, não vai obter no primeiro round os votos necessários para liquidar a fatura –50% mais um. Nessa hipótese, a oposição se reunificaria em torno do candidato que passasse ao segundo tempo.

O PMDB nacional já contabiliza a candidatura de Henry como um dado da realidade. O partido aparelha-se para lançar nomes próprios em 24 das 26 capitais em jogo. Recife está entre elas. Só ficaram de fora da lista Goiânia e Porto Alegre.

Na capital pernambucana, a legenda do vice-presidente Michel Temer não espera vencer a disputa. Dá-se de barato que, mesmo rachado, o PT é favorito. Porém, a despeito das divergências que separam Jarbas da direção, o PMDB federal torce em silêncio para que Henry vá ao segundo turno.

Hoje, o oposicionista mais bem posto no Recife é Mendonça Filho. Ex-governador, o postulante ‘demo’ amealha nas pesquisas algo entre 20% e 22% das intenções de voto, contra pouco mais de 30% atribuídos ao petê João da Costa.

O pemedebê Henry frequenta as sondagens com percentuais que variam de 10% a 12%, dependendo do cenário. O pepeésse Jungmann e o tucano Coelho oscilam entre 5% e 7%.

Do Blog de Josias de Souza

quinta-feira, 29 de março de 2012

HENRY VICE DE RANDS? BOA PIADA




Henry vice de Rands? Boa piada!

Não tenho a menor ideia da origem da notícia. Creio que tenha inspiração no encontro do governador Eduardo Campos (PSB) com o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), mas ponho logo uma ducha fria na possibilidade do deputado Raul Henry vir a ser o vice do deputado Maurício Rands, caso este venha a vencer as prévias no PT e ganhe o direito de disputar a Prefeitura do Recife.

Por um motivo muito simples: Jarbas, o padrinho de Henry, quer que o PT se exploda, como diria o Justo Veríssimo de Chico Anysio. Na entrevista que deu ao portal UOL, da Folha de São Paulo, elogiando o governador e admitindo que teria condições de disputar à Presidência da República, Jarbas fez a seguinte ressalva: “Eduardo tem que se afastar do PT”.

Reafirmou, portanto, a sua condição de antipetista. Sendo assim, como Henry teria o aval do senador numa chapa liderada por um petista? Jarbas é a principal liderança do PMDB histórico que faz oposição a Dilma e assumiu uma posição de hostilidade ao ex-presidente Lula. Como no Recife passaria de uma hora para outra a andar de braços dados com o PT? Isso só se aplicaria a políticos que não prezam pelo bom senso e passam por cima da trajetória marcada por uma certa coerência, o que, suponho, não seja o caso do senador peemedebista. 
Por Magno Martins

segunda-feira, 26 de março de 2012

HENRY SAI CANDIDATO

O deputado Raul Henry resolveu, finalmente, que disputa a Prefeitura do Recife. Sexta-feira passada, numa reunião com aliados, já começou a traçar a estratégia de campanha sem alimentar expectativas de trazer para o seu palanque pré-candidatos da oposição, como Mendonça Filho (DEM), Raul Jungmann (PPS) e Daniel Coelho (PSDB). 
Por Magno Martins

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

SEM PRESSA



O deputado federal Raul Henry (PMDB) disse que não está com a menor pressa em anunciar se é ou não candidato à Prefeitura do Recife. Avisou que só lá para abril é que vai se pronunciar. Segundo o deputado, uma eventual candidatura não passa por uma escolha pessoal, mas do PMDB. “O partido quer minha candidatura porque entende que é bom para o fortalecimento da sigla”, resumiu Raul.

Por Magno Martins