Mostrando postagens com marcador DEMOSTENES. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DEMOSTENES. Mostrar todas as postagens

sábado, 28 de abril de 2012

DESPACHANTE DE LUXO

          As gravações feitas pela Polícia Federal, na Operação Monte Carlo, das conversas telefônicas entre o senador Demóstenes Torres (GO) e Carlos Cachoeira, revelam que o parlamentar era um faz tudo do contraventor. Elas revelam a intimidade e a parceria de ambos. Mostram ainda que o governador Marconi Perillo (PSDB-GO) é mais articulado com o contraventor do que admitiu até agora.

Do Blog de Ilimar Franco de O Globo.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

"DEMÓSTENES TRAIU O PERSONAGEM QUE ELE CRIOU"


Josias de Souza

Vice-presidente do DEM federal, o ex-deputado federal José Carlos Aleluia explicou de modo peculiar o Mr. Hyde que o ex-correligionário Demóstenes Torres trazia escondido dentro de sua couraça de Dr. Jekyll:

“Demóstenes traiu o próprio personagem que criou, e estamos usando o que dizia o personagem para fazer justiça. Era um problema patológico, de dupla personalidade. Podemos ficar poucos, mas vamos ficar. No partido vão ficar as pessoas coerentes.”
 
Do Blog de Josias de Souza

terça-feira, 3 de abril de 2012

QUE DECEPÇÃO, HEM GENTE?


Foto- Google Imagem




Toda vez que aparece um político querendo ser mais honesto que a honestidade ou mais ético do que a ética, é preciso ter cuidado, Se possível, é bom manter uma distância regulamentar desse poço de virtudes que, infelizmente, costuma esconder um corrupto maior do que a corrupção.


Um exemplo completo é o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), ex líder do Democratas no Senado, que chocou milhões de brasileiros quando foi revelado o seu envolvimento com o mafioso Carlinhos Cachoeira. Logo ele, um advogado, promotor de justiça, ex-secretário de segurança de Goiás, um verdadeiro paladino da ética pública revelou-se amigo íntimo de um bandido, com todas as consequências que são geradas por esse tipo de amizade.


Não fosse senador da República, Demóstenes estaria preso ao lado de Carlinhos Cachoeira e sua quadrilha, mas como tem um mandato essa vergonhosa história ainda vai render muito. Infelizmente.
Por Divane Carvalho

segunda-feira, 2 de abril de 2012

POR IRONIA, FUTURO DE DEMÓSTENES ESTÁ NAS MÃOS DE AUTORIDADES QUE SENADOR CRITICOU COM ACIDEZ




O destino de Demóstenes Torres revelou-se caprichoso. Quando ainda posava de nadador, notabilizou-se pela crítica destemida. Agora que se sabe que nasceu para afogado, o ex-Demóstenes encontra-se submetido às decisões de dois alvos de sua insolência: Roberto Gurgel, chamado por ele de “covarde”, e Ricardo Lewandowski, comparado a uma balilarina do grupo É o Tchan.

Em junho do ano passado, Demóstenes assinou com outros senadores de oposição representação contra Antonio Palocci, o ex-chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff. Endereçada ao procurador-geral da República Roberto Gurgel, a peça pedia a abertura de inquérito para apurar o enriquecimento de Palocci como consultor.

Gurgel mandou a petição ao arquivo. Entrevistei Demóstenes. Abespinhado, o senador disse que o chefe do Ministério Público Federal “se acovardou”. Acusou-o de usar “os mesmos argumentos do Palocci para, praticamente, absolver o ministro.” Pegou pesado: “É como se o Palocci tivesse escrito a decisão para ele.”

Nessa época, o mandato de Gurgel na Procuradoria estava na bica de expirar. Ele dependia de uma decisão de Dilma para ser reconduzido ao cargo. Demóstenes bateu abaixo da linha da cintura. Língua crispada, disse que o procurador-geral livrara Palocci da grelha de olho na recondução.

“Isso ficou, na minha opinião, evidente. É uma pena. Muitas vezes, é mais honroso perder um cargo pela coragem do que ser reconduzido por uma aparente conivência. O procurador-geral, na minha opinião, se acovardou”. Àquela altura, a voz do senador já soava nos grampos que fariam dele um ex-Demóstenes.

Sem suspeitar que a gaveta de Gurgel guardava desde 2009 um inquérito da Polícia Federal apinhado de diálogos vadios travados com o amigo Carlinhos Cachoeira, Demóstenes rememorou na entrevista passagens dignificantes de sua biografia.

“Em 1988, eu era um jovem promotor. Pegava ônibus em Arraias [ex-município de Goiás, hoje incorporado ao Tocantins] e vinha a Brasília para defender a autonomia do Ministério Público. Vinha brigar na Constituinte para que o Ministério Público conquistasse sua autonomia.”

Prosseguiu: “Conquistamos o que tanto queríamos. E agora o Ministério Público continua se comportando como se fosse um órgão do governo! Fico me questionando se valeu a pena toda a luta que tivemos. A decisão do procurador-geral foi muito arriscada para a estabilidade política e para a própria democracia.”

Demóstenes esmiuçou o raciocínio: “Ao agir como instituição de governo, o Ministério Público compromete a sobriedade que se espera dele. Submete-se a juízos políticos. Os indícios existem e a investigação [contra Palocci] não foi aberta.”

Acrescentou, em timbre premonitório: “Amanhã, o que o procurador-geral não viu hoje no caso do Palocci, ele pode enxergar numa representação contra um senador ou um deputado de oposição acusado de enriquecimento ilícito. Essas coisas não podem ser subjetivas.”

O destino, essa fração de segundo em que o sinal muda de verde para amarelo e o sujeito decide se para ou avança, já havia piscado para Demóstenes. Enquanto o senador vergastava o procurador-geral, a Polícia Federal o escutava em novos grampos, dessa vez na Operação Monte Carlo.

Os diálogos com Cachoeira não deixavam dúvida. Demóstenes convertera-se em ex-Demóstenes. O crítico de Gurgel decidira avançar o sinal vermelho. Submetido ao novo inquérito, o procurador-geral juntou-o ao primeiro, misturou as conversas de 2009 às de 2011 e representou contra o senador no STF.

Por mal dos pecados, a petição de Gurgel desceu à mesa do ministro Ricardo Lewandowski. Logo ele, outro alvo da língua viperina de Demóstenes. O desafeto do senador apalpou a peça na tarde da última quarta-feira (28). Menos de 24 horas depois, já havia determinado a abertura de investigação, ordenando ao Banco Central que quebrasse o sigilo bancário do ex-Demóstenes.

Seis meses antes, em setembro de 2011, Demóstenes indignara-se com o comportamento de Lewandowski na presidência da sessão de julgamento do pedido de registro do PSD de Gilberto Kassab, no TSE. Desertor do DEM, Kassab prevalecia sobre a tentativa de sua ex-legenda de bloquear a criação do novo partido.

Encerrada a sessão, entrevistei Demóstenes. Ele soou, de novo, implacável. Evocando o passado de advogado sindical de Lewandowski, o senador levantou dúvidas quanto à isenção do magistrado: “Foi a primeira vez que eu vi um ministro de tribunal voltar aos tempos de advogado para defender abertamente a criação de um partido.”

Demóstenes foi à jugular: “O Lewandowski fez lembrar seus tempos de advogado de sindicato. Ele pode cobrar honorários do Kassab.” Depois, o senador fez troça. Criou uma analogia para facilitar o entendimento do modo como vira a sessão do TSE. Enxergara no plenário uma apresentação do antigo grupo musical ‘É o Tchan’, aquele conjunto de axé em que a bailarina loira rivalizava com a dançarina morena.

Viu em Lewandowski uma das bailarinas. Enxergou no ministro Marco Aurélio Mello a outra dançarina. “Todo mundo que assitiu pela TV Justiça teve a oportunidade de ver o Lewandowski dançando na boquinha da garrafa e o Marco Aurélio se esforçando para segurar o Tchan.”

Referia-se ao debate que opôs Lewandowski a Marco Aurélio. O primeiro tentando apressar o registro do PSD. O outro defendendo o respeito ao rito processual do TSE. Agora, na pele de relator do processo contra o ex-Demóstenes, Lewandowski dança ao ritmo do toque de caixa.

Além de mostrar a Demóstenes que quem nasceu para afogar-se na amizade com Cachoeira não merece chegar a nadador, o destino acomodou o senador no mesmo barco de Gurgel e Lewandowski. Mas só o ex-Demóstenes está na água.

Do blog de Josias de Souza

domingo, 1 de abril de 2012

AS VOLTAS QUE O MUNDO (DE SARNEY) DÁ

Neste nosso Brasil tudo pode realmente acontecer, vejam só: Sarney ACUSANDO, Demostenes ACUSADO, Collor CONCILIANO e Jucá de TESTEMUNHA, será que estamos no B R A S I L !!!


Sarney é contido por Collor, após ser alvo e reagir a ataques anti-corrupção de Demóstenes

José Sarney jogava conversa fora com os senadores no cafezinho do plenário do Senado, quando foi instado a analisar a situação de Demóstenes Torres. Sarney foi lembrado dos embates com Demóstenes e das lições de moral e ética que teve de ouvir do colega, agora enrolado nas relações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Diante de um provocante “como o mundo dá voltas” do interlocutor, Sarney abriu um sorriso e disse:. “Isso aí eu nem me lembro mais…”

A bancada do PMDB no Senado quer atormentar a vida do senador do DEM, alvo de denúncias pela ligação com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. A próximos, José Sarney confidenciou que a situação é grave. O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), vai cuidar do reencontro do Conselho de Ética da Casa, indicando o presidente. O PMDB não perdoa a dura campanha de Demóstenes, em plenário e na imprensa, à época da crise que derrubou Renan da presidência do Senado. Renan e Sarney se livraram de um problema. Se vingasse a proposta que o próprio Renan fez a Demóstenes ano passado, o senador acusado hoje estaria no PMDB. Ainda ecoa no Senado a cena da discussão inédita entre Sarney e Demóstenes, há poucos meses, quando o octogenário irritado mandou ele recuar num ataque. E recuou.

Do blog do Magno Martins

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

NÃO PRECISA NEM FAZER D.N.A: DEMÓSTENES DIZ QUE SÓ ELE PODE ASSUMIR PATERNIDADE DO HSS

Postado por Jornal de Caruaru
Por: Jornalista Hélio Junior
O vereador Demóstenes Veras reuniu a imprensa, amigos e a equipe do seu gabinete para uma prestação de contas na última sexta-feira (23) em um restaurante da cidade. Entre os destaques do ano para o parlamentar, o mais significativo foi o anúncio da reabertura do Hospital São Sebastião, que foi o tema que ele mais demorou explicando. Demóstenes disse que ninguém, além dele, pode assumir a paternidade da reativação da unidade. “Até brinquei com o secretário Antônio Figueira que se ele quisesse eu permitiria que apenas ele levantasse a bandeira, como gestor da saúde do Estado, mais ninguém”, disse.Ele destacou o histórico da sua luta e disse que sofreu retaliações pelo fato de defender a reabertura do hospital. “Essa sem dúvidas foi a grande vitória do povo de Caruaru. Passei quase metade do meu mandato dedicado a esta causa. Mobilizamos a sociedade e recebi a notícia pessoalmente do secretário Figueira”, afirmou. Demóstenes também listou uma série de requerimentos e indicações feitas por ele no legislativo, como destaque para ações na área de saúde. “Não sou vereador de bairro, sou vereador da cidade”, disse. O edil afirmou que após a reabertura do HSS sua luta agora é pela implantação do VLT.