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quarta-feira, 18 de março de 2015

Imagem de Dilma foi à UTI, informa o Datafolha


Josias de Souza



Nos seus primeiros quatro anos como presidente, Dilma Rousseff não conseguiu vincular sua sisuda figura a uma simbologia, uma marca. Iniciado o segundo reinado, ela precisou de apenas 77 dias para grudar na própria testa o signo da ruína. O Datafolha informa que a imagem da ex-supergerente foi internada pelos brasileiros na UTI. A recuperação vai requerer tratamento de choque.

Dilma já é considerada ruim ou péssima por 62% dos brasileiros. Aproxima-se perigosamente de Fernando Collor, que arrostava taxa de rejeição de 68% em setembro de 1992, às vésperas de ser escorraçado do Planalto pelo impeachment. Uma aversão desse tamanho não passa com pomadinhas anticorrupção e curativos ministeriais. Exige, de saída, a grandeza de uma autocrítica genoína.

Depois de perder a pose e o asfalto, a presidente perde o pouco que lhe restava de discurso. O lero-lero segundo o qual apenas os eleitores de Aécio Neves fazem cara de nojo para Dilma perdeu completamente o nexo. Dilma tanto fez que definha também em seus próprios redutos. Mesmo entre os beneficiários das políticas sociais, a rejeição disparou.

Dilma tornou-se uma presidente minoritária. Sua aprovação aproxima-se da casa de um dígito. Apenas 13% dos patrícios classificam-na como ótima ou boa. Nesse ponto, madame igualou-se a FHC, sua eterna e mais querida referência. Em setembro de 1999, acusado de estelionato eleitoral por ter desvalorizado o Real após reeleger-se, FHC também amargou os mesmos 13% de rejeição.

O pessimismo do eleitorado completa a atmosfera de borrasca que se acercou de Dilma. De cada dez brasileiros, seis apostam que a economia vai piorar. A grossa maioria acha que a inflação e o desemprego subirão 77% e 69%, respectivamente. Nessa seara, Dilma não tem boas notícias a fornecer neste ano de 2015, talvez nem em 2016.

Como se fosse pouco, os desdobramentos do petrolão são acompanhados com um interesse de novela: 73% tomaram conhecimento da “lista do Janot”, com os nomes de autoridades e congressistas encrencados. O escândalo é de fácil apreensão. Numa fase em que sobra mês no fim do salário, o brasileiro revolta-se com as milionárias cifras entesouradas na Suíça.

Apegada ao manual petista de administração de crises, Dilma vem reagindo à ruína de forma previsivelmente acanhada e convencional. É fácil, muito fácil prever o seu próximo erro: vai chamar João Santana para uma conversa. A crise não pede mais embromação publicitária. Em vez dar ouvidos ao marqueteiro, Dilma deveria escutar o seu instinto de sobrevivência.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

DILMA GASTA R$12 MILHÕES COM IBOPE E DATAFOLHA


A presidenta Dilma Rousseff (PT) – que lidera as pesquisas – fez o seu governo gastar mais de R$ 12,7 milhões contratando serviços do Ibope, Datafolha e o instituto MDA, conhecido por suas pesquisas para a Confederação Nacional dos Transportes (CNT). O valor gasto até agora no governo Dilma é bem superior aos R$ 2,8 milhões pagos nos dois mandatos de Lula, seu antecessor.

Dos três institutos, o que mais fatura no governo do PT é o Ibope: R$ 11,5 milhões com Dilma e R$ 2,3 milhões no governo Lula. Já o Vox Populi levou apenas R$ 1,2 mil nos dois mandatos de Lula. Já o governo Dilma não aplicou um só real no instituto mineiro.

Nos serviços contratados pelo governo, há pesquisas de opinião e até levantamentos sobre efeito estufa. Entre os órgãos governo que contrataram pesquisas a Presidência da República, o Ministério do Desenvolvimento Social e a estatal EBC.

Fonte: Magno Martins

terça-feira, 21 de outubro de 2014

ULTRAPASSAGEM DE DILMA NO DATAFOLHA POTENCIALIZA SUPREMACIA DO MARKETING

Por Josias de Souza

Vivemos atrás do significado maior de qualquer coisa que resuma uma época, seja a propagação do vírus Ebola ou a conversão da água do volume morto do Cantareira em drink-ostentação. Os brasileiros do futuro talvez elejam 2014 como um ano histórico. Dirão que foi o ano em que a política ingressou de vez na Idade Mídia, tornando-se um mero ramo da publicidade.

O Datafolha mais recente, divulgado na noite desta segunda-feira (20), reforça a sensação de que o principal fenômeno político da atual sucessão presidencial tem sido, até o momento, o triunfo da ideologia da desconstrução. Depois de triturar Marina Silva, expurgando-a do segundo turno, a usina de demolição em que se converteu o comitê de Dilma Rousseff passa no moedor a imagem de Aécio Neves.

O quadro ainda é de empate estatístico. Mas inverteram-se as posições. Nas duas primeiras sondagens do segundo turno, Aécio aparecia à frente de Dilma: 51% a 49%. Agora, é a petista quem ostenta a superioridade numérica: 52% a 48%.

Aécio não desabou como Marina. Porém, a campanha de Dilma, a mais marquetada da temporada, vai transformando-o, devagarinho, numa paçoca em que se misturam a apelação do bafômetro à merecida cobrança por atos como a construção do agora célebre aeroporto de Cláudio. Tudo isso recoberto com um creme demofóbico que gruda no candidato tucano as pechas de ameaça aos mais pobres e amigo dos muito ricos. Nessa caricatura de segundo turno, Armínio Fraga faz o papel de Neca Setúbal.

Os efeitos são eloquentes. A taxa de rejeição de Aécio ficou maior que a de Dilma: 40% a 39%. Há 12 dias, diziam que jamais votariam no tucano 34% dos eleitores. Rejeitavam a petista 43%. Há mais e pior: Aécio derrete em pedaços do mapa onde sua candidatura parecia mais sólida. Por exemplo: Em 9 de outubro, ele ostentava uma vantagem de 21 pontos sobre Dilma no Sudeste. Hoje, a diferença é de nove pontos.

Não é só: inverteram-se as curvas de preferência eleitoral no estratégico grupo da dita classe média emergente. Nesse nicho, que responde por pouco mais de um terço dos votos em disputa, Aécio prevalecia sobre Dilma na semana passada por 52% a 48%. Agora, é ela quem está na dianteira: 53% a 47%.

Esse naco naco do eleitorado é composto de gente que progrediu nos últimos anos, sobretudo na Era Lula. São pessoas que atingiram o ensino médio e embolsam até cinco salários mínimos mensais. Em tese, são suscetíveis ao discurso petista da mudança “com segurança'' não como “um tiro no escuro”.

O jogo continua aberto. Há um derradeiro debate pela frente, na tevê Globo. Mas seja qual for o resultado, 2014 consolida-se como o ano da verdadeira nova política, essa que é 100% feita de publicidade. A sucessão parece um teatro de bonecos japonês.

Chama-se bunraku. Nele, os bonecos são manipulados por pessoas vestidas de preto contra um fundo escuro. A plateia vê os manipuladores. Mas finge que eles não estão lá. No caso da eleição brasileira, o homem de preto é João Santana.

Antigamente, o candidato era um pretensioso que invadia a programação do horário nobre da tevê para fazer merchandising do próprio umbigo. Hoje, a melhor candidatura é a que se ocupa de apontar defeitos nos umbigos alheios.

Há um déficit de discussão sobre o que está por vir depois da posse. Mas quem se importa?

Editoria de Arte/Folha

sábado, 27 de setembro de 2014

DILMA VAI A 40% NO DATAFOLHA E MARINA CAI PARA 27%


Pesquisa do Datafolha divulgada nesta sexta-feira (26) pela TV Globo e, neste sábado, pelo jornal Folha de São Paulo, revela que a presidente Dilma Rousseff (PT) chegou a 40% das intenções de voto nesta reta final da campanha política, ante 27% da ex-senadora Marina Silva (PSB).

Em relação à pesquisa anterior, Dilma cresceu três pontos percentuais (tinha 37%) e Marina caiu três (tinha 30%).

O senador Aécio Neves (PSDB), que permanece na terceira colocação, oscilou de 17% para 18%.

Numa simulação de segundo turno, Dilma teria 47% das intenções de voto, ante 44% da pesquisa anterior.

Já a candidata Marina Silva teria 43%, ante 46% da pesquisa anterior. Trata-se de empate técnico já que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O Datafolha ouviu 11.474 pessoas em 402 municípios de 24 estados das cinco regiões quinta e sexta-feira desta semana.

domingo, 21 de setembro de 2014

OS CAMINHOS DO VOTO

Merval Pereira, O globo

Por caminhos distintos, Ibope e Datafolha chegaram aos mesmos números na corrida presidencial.

Acontece que, a esta altura da campanha, importa muito a tendência dos votos. No Ibope, a presidente Dilma Rousseff chegou a 36%, caindo três pontos, enquanto Marina chegava a 30%, caindo um.

Pelo Datafolha, Dilma chegou a 37%, subindo um ponto percentual, e é Marina quem cai 3 pontos para chegar aos mesmos 30% encontrados pelo Ibope dias antes. Só as próximas pesquisas esclarecerão qual é a tendência correta.

O candidato do PSDB, Aécio Neves, cresceu nas duas pesquisas, e, embora tenha no Ibope uma melhor atuação, pois cresceu 4 pontos, é no Datafolha que encontra o melhor cenário para sua candidatura, pois cresce em cima de Marina, que perde pontos.

Se pegarmos o Datafolha de um mês atrás, pouco antes do início da propaganda oficial no rádio e na televisão, a presidente tinha 36%, Marina tinha 21% e Aécio, 20%.

Isso significa que Dilma, com cinco vezes mais tempo de propaganda eleitoral do que Marina, não ganhou votos em um mês de alta exposição, enquanto a candidata do PSB foi a única que subiu nesse período.

O candidato tucano está na faixa dos 20%, dentro da margem de erro. O resultado de dias atrás do Ibope possibilitava a interpretação de que a campanha agressiva do PT contra Marina não dera resultado, pois naquele levantamento fora a presidente Dilma quem caíra. Mas vem o Datafolha e mostra que não apenas Dilma subiu um ponto, como Marina caiu três.

Na análise das últimas pesquisas, de um mês para cá, nota-se, porém, que a propaganda petista pode sim ter afetado o crescimento de Marina, ao mesmo tempo em que o candidato do PSDB, com uma estratégia menos agressiva, mas bastante crítica, conseguiu retomar eleitores que haviam migrado para Marina.

Há uma migração grande de votos entre Dilma e Marina, e entre Marina e Aécio, mas o Datafolha mostra que os votos acrescidos à candidatura tucana nessa rodada saíram principalmente de quem estava com Marina.

Um dado importante é constatar que a propaganda oficial, que mostra um país tão bom que já virou até propaganda viral na internet com a música sarcástica “Quero morar na propaganda do PT”, não conseguiu reduzir a taxa de rejeição da candidata Dilma, que se mantém na faixa entre 33% e 35%.

Seus dois opositores estão na faixa dos 20%, sendo que Marina teve dobrada a sua rejeição desde que se apresentou: era a menos rejeitada com 11% em agosto e hoje tem 22%.

Os petistas comemoram essa mudança de patamar como se fosse um efeito colateral precioso da campanha de desconstrução de Marina, e de fato a candidata do PSB já entrou na campanha como uma das mais conhecidas candidatas, graças ao recall da eleição de 2010 e, por isso, não pode alegar que aumentou sua taxa de rejeição por estar mais conhecida do eleitorado.

Pode ter, isso sim, aumentado o foco sobre sua candidatura com a possibilidade de vitória, mas de qualquer maneira é uma notícia negativa para sua campanha. Quem tem a comemorar é o candidato do PSDB, Aécio Neves, que passou a ser o menos rejeitado, com 21%, e o único a subir nas duas pesquisas mais recentes.

A próxima semana é decisiva para as aspirações da candidatura tucana, que ainda se apresenta como alternativa contra o PT, insistindo que Marina representaria uma mudança de forma, não de conteúdo, em relação ao governo petista que está no poder por 12 anos.

Incoerência

A presidente Dilma diz com orgulho que são órgãos do seu governo que estão investigando os escândalos de corrupção na Petrobras: Polícia Federal, Ministério Público. Mas, contraditoriamente, pede, através do ministro da Justiça, acesso aos depoimentos de Paulo Roberto Costa ao juiz Sérgio Moro.

O procurador-geral da República negou o acesso, alegando que o processo corre sob segredo de Justiça. Isso tudo acontece porque, diferentemente do que pensa a presidente, o Ministério Público e a Polícia Federal são órgãos do Estado brasileiro, não do governo deste ou daquele partido.


Fonte: Blog do Ricardo Noblat

sábado, 20 de setembro de 2014

DATAFOLHA: NO 2º TURNO, MARINA TEM 46% CONTRA 44% DE DILMA

A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e a candidata Marina Silva (PSB) aparecem tecnicamente empatadas num cenário de segundo turno, segundo a pesquisa Datafolha divulgada na madrugada desta sexta-feira pelo jornal Folha de S. Paulo. Enquanto Marina tem 46%, Dilma obteve 44% das intenções de voto. Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada no dia 10, Marina tinha 47% ante 43% de Dilma. A diferença havia chegado a 10 pontos porcentuais no final de agosto, diminuiu para 4 pontos na semana passada e agora está em 2 pontos.

Num eventual segundo turno entre Dilma e o candidato Aécio Neves (PSDB), a atual presidente ganharia por 49% a 39%. No último levantamento, a petista tinha 49% contra 38% do tucano.

O levantamento do Datafolha foi encomendado pela Folha em parceria com a TV Globo. Foram ouvidos 5.340 eleitores em 265 municípios entre 17 e 18 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95% - se forem feitos 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00665/2014.

Fonte: Diário de Pernambuco

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

DATAFOLHA POR REGIÃO, IDADE, ESCOLARIDADE, PORTE DA CIDADE E RENDA

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (10) mostra Dilma Rousseff (PT) com 36% das intenções de voto, Marina Silva (PSB) com 33% e Aécio Neves (PSDB) com 15%. Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV) têm 1%. Os demais não alcançaram 1%.


Região
Segundo a pesquisa, Dilma passou de 38% para 48% na região Norte do país, enquanto Marina cresceu no Centro-Oeste, de 30% para 35%, e Aécio no Sul, de 16% para 20%, e no Nordeste, de 5% para 8%.





Faixa etária
Entre os eleitores de 16 a 24 anos, Marina tem 38% das intenções de voto. Dilma passou de 29% para 32%. Aécio tem 15%. Entre os de 25 a 34 anos, a petista foi de 35% para 33%, e Marina passou de 37% para 39%. Aécio manteve 13%.




Escolaridade
Entre os eleitores com ensino superior, Aécio passou de 19% para 22%. Dilma lidera entre os que possuem ensino fundamental, com 45%. E Marina entre os com ensino médio, com 36%.




Porte do município
Marina está à frente em cidades de Região Metropolitana, com 34% das intenções de voto, onde Aécio passou de 13% para 15%. Dilma lidera em municípios do interior, com 39%.

DATAFOLHA: CINCO LIÇÕES A TIRAR DA NOVA PESQUISA PARA PRESIDENTE


Lições a serem extraídas dos números da mais recente pesquisa de intenção de votos para presidente da República do Instituto Datafolha, divulgados ontem, pelo Jornal Nacional:

1 - Espantosa a resistência da candidata Marina Silva (PSB). Ela sobrevive sem grandes escoriações à pancadaria que lhe movem Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB). De resto, Marina tem sido alvo de críticas da imprensa.

2 - Se bem aplicada, pancadaria produz efeitos. Embora tenha oscilado apenas dentro da margem de erro em relação à pesquisa Datafolha anterior, Marina já teve 10 pontos percentuais na frente de Dilma na simulação de segundo turno. Sua vantagem caiu para quatro pontos percentuais.

3 - A rejeição de Marina passou de 11% em meados de agosto último para 18%. A de Dilma, de 34% para 33%.

4 - Salvo se o acaso fizer uma surpresa, só restará a Aécio apoiar Marina no segundo turno. A intenção de votos dele caiu de 20% em meados de agosto para 15%. A rejeição aumentou de 18% para 23%.

5 - A Dilma não resta outro caminho que não seja o de continuar espancando Marina no horário de propaganda eleitoral no rádio e na televisão. Precisa ultrapassá-la nas intenções de voto do primeiro turno, se possível, abrindo uma vantagem confortável. No momento as duas estão em empate técnico. E Dilma precisa aumentar a taxa de rejeição de Marina. Cabe a Marina se segurar onde está para, aí, sim, no segundo turno, com tempo de propaganda igual ao de Dilma, enfrentá-la em melhores condições.



Dilma Rousseff e Marina Silva

Fonte: Blog do Ricardo Noblat


quarta-feira, 10 de setembro de 2014

DILMA E MARINA SEGUEM EM EMPATE TÉCNICO



DATAFOLHA: Dilma e Marina seguem em empate técnico

A nova pesquisa do Datafolha para presidente, divulgada nesta quarta-feira, confirma o empate técnico entra as candidatas Dilma Rousseff e Marina Silva. Numericamente, a vantagem da petista aumentou em dois pontos: 36% x 33% (no levantamento anterior, o resultado era 35% x 34%). Aécio segue na 3ª posição.


Fonte: Diário de Pernambuco

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

NORDESTE É O PORTO SEGURO DE DILMA E MARINA LIDERA NO MAIOR COLÉGIO ELEITORAL DO PAÍS


Os dois principais institutos de pesquisa do país divulgaram, na última quarta-feira, os novos cenários da corrida presidencial. Datafolha e Ibope revelam um quadro de empate técnico entre as candidatas Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB), que se distanciaram ainda mais de Aécio Neves (PSDB). A tendência é que a eleição seja definida apenas no 2º turno e, nas projeções atuais, Marina leva vantagem sobre Dilma.

Mas, além dos números consolidados, os institutos também detalham cenários específicos da pesquisa , revelando a distribuição das intenções de voto por regiões, classes sociais, escolaridade, faixa etária e até mesmo religião. 

No aspecto geográfico, Dilma Rousseff mantém sua maior vantagem no Nordeste, onde possui 48% das intenções de voto nos dois institutos contra 32% de Marina no Ibope e 33% e no Datafolha. Esta é a maior diferença considerando todas as regiões nas duas pesquisas.
A candidata do PT também lidera com margem menor no Norte e Centro Oeste - neste último, com uma diferença de apenas 3 pontos percentuais no Datafolha.

Se o Nordeste é o porto seguro de Dilma, o Sudeste (maior colegiado eleitoral do país) se revela o território de Marina Silva. Ela tem 7 pontos de vantagem no Ibope e chega a 10 pontos de diferença no Datafolha.

O Sul foi a única região em que os números dos dois institutos apresentam divergências. No Ibope, Marina vence Dilma por 40% x 33%. Já no Datafolha, é a petista tem quatro pontos de vantagem - o que representa a margem de diferença no limite do empate técnico.

Veja os números das pesquisas Ibope e Datafolha por regiões:

Nordeste
Dilma - 48% (Ibope) 48% (Datafolha)
Marina - 32% (Ibope) 33% (Datafolha)
Aécio - 7% (Ibope) 5% (Datafolha)

Sudeste
Marina - 33% (Ibope) 38% (Datafolha)
Dilma - 31% (Ibope) 28% (Datafolha)
Aécio - 19% (Ibope) 19% (Datafolha)

Sul
Marina - 40% (Ibope) 30% (Datafolha)
Dilma - 33% (Ibope) 34% (Datafolha)
Aécio - 17% (Ibope) 16% (Datafolha)

Norte*
Dilma - 38% (Datafolha)
Marina - 32% (Datafolha)
Aécio - 14% (Datafolha)

Centro-Oeste*
Dilma - 33% (Datafolha)
Marina - 30% (Datafolha)
Aécio - 22% (Datafolha)


*O Ibope unificou as regiões Norte e Centro-Oeste na pesquisa. Os resultados foram Dilma (38%), Marina (31%) e Aécio (16%).







Fonte: Diário de Pernambuco

sábado, 30 de agosto de 2014

DATAFOLHA: DILMA E MARINA TÊM 34%

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA



Dilma Rousseff


Marina Silva


Aécio Neves


Outros


Brancos e nulos


Indecisos


18 AGO2014
29 AGO2014
0%5%10%15%20%25%30%35%40%
34%
34%
15%

A nova pesquisa Datafolha divulgada na noite desta sexta-feira (29) aponta um empate entre a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), e a candidata do PSB, Marina Silva. Ambas aparecem com 34% das intenções de voto, contra 15% do tucano Aécio Neves.

Na pesquisa anterior, divulgada no último dia 18, Dilma tinha 36%, Marina, 21% e Aécio, 20%. Candidato do PSC, Pastor Everaldo obteve 2%, contra 3% do levantamento anterior. Os outros sete candidatos somados têm, somados, 1%. Os que disseram votar branco ou nulo atingem 7%, mesmo percentual dos que não sabem em quem votar.

O Datafolha também pesquisou dois cenários para a disputa do segundo turno. Na disputa entre Dilma e Marina, a socialista atingiu 50% contra 40% da presidente. Na pesquisa anterior, Marina tinha 47% e Dilma, 43%.

No outro cenário, a petista variou positivamente dentro da margem de erro de 47% para 48%, enquanto Aécio Neves também variou um ponto, de 39% para 40%.

Rejeição

No quesito rejeição, a presidente Dilma apresenta o maior índice. Ela aparece com 35% das citações, seguida pelo Pastor Everaldo (PSC), com 23%; Aécio Neves, 22%; Zé Maria (PSTU), 18%, Eymael (PSDC), 17%, Levy Fidelix (PRTB), 17%; e Rui Costa Pimenta (PCO), 16%. Dos entrevistados, 15% disseram que não votam em Marina Silva e Luciana Genro (PSOL). Eduardo Jorge (PV) e Mauro Iasi (PCB) são os menos rejeitados, com 14%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e foram feitas 2.874 entrevistas em 178 municípios de todo o País, na quinta (28) e sexta (29). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00438/2014.


Fonte: Blog da Folha