Enviado por Ricardo Noblat -
Economia
Flávia Barbosa, O Globo
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (foto abaixo), assinou ontem com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) o maior empréstimo para um único cliente na história da instituição, de US$ 1,148 bilhão.
Os recursos serão aplicados na construção dos 40 km finais do Rodoanel, que já estão em licitação. Alckmin, que também assegurou dinheiro federal para o empreendimento, espera que a obra do trecho Norte comece em novembro.

O valor do empréstimo equivale a 36% dos US$ 3,1 bilhões aplicados em 2012 pelo BID no Brasil em 32 programas de investimento em projetos do setor público. São Paulo tem ainda outros nove contratos com o banco.
O tucano garantiu que a etapa final do anel rodoviário, que cortará a Serra da Cantareira, cumpriu todos os requisitos ambientais, o que foi atestado pelo presidente do BID, Luiz Alberto Moreno. Alckmin lembrou que o Rodoanel vai reduzir em 40% a circulação de caminhões nas entradas de São Paulo e nas marginais Tietê e Pinheiros e, com isso, estima-se uma redução de 10% nas emissões de gases poluentes na cidade.
Economia
Flávia Barbosa, O Globo
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (foto abaixo), assinou ontem com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) o maior empréstimo para um único cliente na história da instituição, de US$ 1,148 bilhão.
Os recursos serão aplicados na construção dos 40 km finais do Rodoanel, que já estão em licitação. Alckmin, que também assegurou dinheiro federal para o empreendimento, espera que a obra do trecho Norte comece em novembro.
O valor do empréstimo equivale a 36% dos US$ 3,1 bilhões aplicados em 2012 pelo BID no Brasil em 32 programas de investimento em projetos do setor público. São Paulo tem ainda outros nove contratos com o banco.
O tucano garantiu que a etapa final do anel rodoviário, que cortará a Serra da Cantareira, cumpriu todos os requisitos ambientais, o que foi atestado pelo presidente do BID, Luiz Alberto Moreno. Alckmin lembrou que o Rodoanel vai reduzir em 40% a circulação de caminhões nas entradas de São Paulo e nas marginais Tietê e Pinheiros e, com isso, estima-se uma redução de 10% nas emissões de gases poluentes na cidade.
Do Blog do Noblat
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