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terça-feira, 7 de junho de 2022

Waldemar cumpre agenda de Sebastião Oliveira em Custódia e recebe apoio do prefeito Manuca

Do Blog de Edmar Lyra
Foto: Divulgação

Acompanhado do pré-candidato ao senado, André de Paula (PSD), do deputado estadual, Aglailson Victor (PSB), o irmão do deputado Sebastião, Waldemar Oliveira (Avante) cumpriu agenda ao lado do prefeito de Custódia, Manuca de Zé do Povo (PSD).

No início foi oferecido um jantar de apoio a possível candidatura de Waldemar, na hipótese de Sebastião concretizar a candidatura de vice-governador.

O deputado André de Paula falou da sua pré-candidatura ao Senado reafirmando a importância da parceria com Waldemar relatando que estará ao lado dele em Brasília para trazer mais desenvolvimento ainda aos custodienses e disse que o quadro, Manuca, Aglailson Vitor, Sebastião, Waldemar – junto com ele – é a maior força política já formada em Custódia.

O prefeito Manuca diz que recebe Waldemar e Sebastião com a mesma alegria e o mesmo empenho que recebeu a parceria do deputado André provando isso com a grandeza de receber no mesmo palanque os vereadores da situação e da oposição que estão apoiando a chapa.

Em seguida Waldemar participou, no distrito de Quitimbú, de uma solenidade de lançamento para terraplanagem da comunidade da Sucana, até a escola de Buenos Aires, para acabar com as difuldades do transporte escolar. O custo (ainda a ser definido) será repassado por emenda do deputado federal Sebastião Oliveira (Avante), para o município de Custódia.

O apoio para família Oliveira vem, além do prefeito Manuca, da vice-prefeita Luciara de Nemias (PSB), dos vereadores da base e (até mesmo) de vereadores da oposição.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Alckmin ataca Bolsonaro, Temer e Dilma na web

Por Josias de Souza

Geraldo Alckmin
Numa espécie de prévia do que planeja levar ao ar no horário eleitoral da TV, Geraldo Alckmin veiculou seu primeiro vídeo de campanha nas redes sociais. Numa mesma peça, atacou Jair Bolsonaro, Michel Temer e Dilma Rousseff. “Não dá pra olhar pra trás”, diz a letra do jingle, com as fotos dos alvos ao fundo.

Alckmin ataca Bolsonaro porque precisa recuperar os votos que perdeu para ele, sobretudo em São Paulo. Alveja Temer para tentar evitar o contágio com um presidente tóxico. E atira contra Dilma para seduzir os votos anti-petistas. Agora, só falta combinar com os russos e com os eleitores que votos deles.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Aliados sujam a ‘consciência limpa’ de Alckmin


Josias de Souza

Geraldo Alckmin apresenta-se ao eleitorado como um homem de bem. Entretanto, aliou-se a partidos controlados por homens que se dão bem. Fez isso sabendo que muitos poderiam ser flagrados novamente com os bens. Nesta segunda-feira, em plena campanha, um pedaço da coligação de Alckmin tornou-se matéria-prima para uma denúncia no Supremo. Donos do PTB e do Solidariedade, respectivamente, Roberto Jefferson e Paulinho da Força integram um rol de 26 pessoas acusadas de formar uma organização criminosa no Ministério do Trabalho.

Jefferson foi o primeiro líder partidário a encostar sua ficha corrida no projeto eleitoral de Alckmin. “Vamos juntos construir o Brasil que queremos”, exultou o candidato tucano no mês passado, quando o PTB anunciou sua adesão. “Ninguém faz política sozinho”, disse o candidato tucano, ao realçar que precisa de “um time” para governar. 

Sob Lula, o ''time'' do PTB fez gol contra no mensalão. Sob Temer, informa agora a Procuradoria, a equipe do ex-presidiário Jefferson montou na pasta do Trabalho um balcão para o comércio clandestino de registros de funcionamento de sindicatos. Sócio do esquema, o partido Solidariedade, de Paulinho, juntou-se a Alckmin na caravana tóxica do centrão, um aglomerado partidário que compunha a milícia parlamentar do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, hoje hospedado na penitenciária de Pinhais, no Paraná.

Em resposta às críticas do PT à sua aliança com o centrão, Alckmin costuma lembrar que, no poder, o petismo não costumava julgar a biografia dos aliados. ''Quem escolheu Temer foi o PT. Não fui eu que escolhi, Temer era vice do PT'', declara o tucano sempre que o petismo o aperta. Beleza. O problema é que, ao cercar-se de enlameados, Alckmin não garantiu, por contraste, uma imagem de pureza. Ao contrário. Os aliados sujam a hipotética consciência limpa do grão-tucano.