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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

NINGUÉM DO GOVERNO DO ESTADO ACOMPANHA VISITA DE MINISTROS A PERNAMBUCO

Francisco Teixeira
Miriam Belchior
Os ministros Francisco Teixeira (Integração) e Miriam Belchior (Planejamento e Gestão) realizam nesta quarta-feira (22) uma nova visita técnica às obras do projeto de transposição das águas do rio São Francisco no município de Floresta, no sertão pernambucano.

A visita está prevista para acontecer às 10h na Estação de Bombeamento 1, onde os ministros vão acompanhar os testes de bombeamento da estrutura.

A visita será aberta à imprensa e os ministros concederão entrevista após a agenda, às 10h30, no mesmo local.

Formado por dois canais que somam 477 quilômetros lineares, o projeto de integração do rio São Francisco também envolve a construção de 13 aquedutos, nove estações de bombeamento, 27 reservatórios e quatro túneis para transporte de água.

Como não foi avisado da visita, o Governo do Estado não designou nenhum assessor para recepcionar os dois ministros.

Foi o que ocorreu também na véspera, em Abreu e Lima, onde a ministra do Planejamento fez a entrega de 1800 unidades habitacionais do “Minha Casa, Minha Vida” sem a presença de nenhum representante do governo estadual

terça-feira, 3 de abril de 2012

REDE DE INTRIGAS


          A ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) está possessa com o ex-ministro Luiz Sérgio. Tudo por causa de sua declaração de que houve "malfeito" no Ministério da Pesca em licitação para a compra de lanchas. A avaliação no Planalto é que o petista deu munição à oposição, que agora recorre à Comissão de Ética Pública. A manifestação é vista como um petardo na disputa que levou à substituição de Luiz Sérgio na Pesca e de Cândido Vaccarezza na liderança do governo na Câmara.

Por Ilimar Franco de O Globo

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

REFORMA MINISTERIAL



       

Só com ficha corrida

Depois da queda de sete ministros em menos de um ano arrastados pelos ventos implacáveis da corrupção, Dilma tem pela frente o desafio de, provavelmente em janeiro, de se livrar de mais duas ou três árvores podres e depois montar a sua própria equipe. Imaginar, entretanto, que a presidente terá um ministério com a sua cara, mais técnico do que político, é querer muito, é apostar no imponderável.

Dilma não é do ramo, não tem autonomia política nem pedigree para isso. Terá que se costurar, forçadamente, com as indicações dos partidos da sua base, que tendem a travar uma batalha pelo controle das pastas mais estratégicas, principalmente PT e PMDB.

Dilma quer, ainda, enxugar o número de Ministérios, o que seria ideal, mas enfrentará igualmente resistências dos partidos fisiológicos, que apóiam em troco de cargos. Quanto mais cargos, melhor. O olho é grande, a gula, sem limite.

Para evitar o que está passando, hoje, o que a presidente deveria exigir dos novos auxiliares seria uma folha corrida da polícia. No mínimo!

Com isso, começaria a dar o exemplo da praticidade do projeto Ficha Limpa.

Do Blog do Magno