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quarta-feira, 23 de maio de 2012

IPANEMA É ELEITA A "MELHOR PRAIA URBANA NO MUNDO" PELA CNN


O site de turismo da CNN publicou hoje (23) uma lista que elege Ipanema como a “melhor praia urbana do mundo”. De acordo com a rede norte-americana, o cartão-postal carioca abriga uma paisagem que coloca em contraste “montanhas majestosas de granito com o azul brilhante do oceano Atlântico”. Além disso, afirma que as opções de comida, bebida e diversão na orla são “excelentes” e que “Ipanema é considerada a praia mais limpa do Rio de Janeiro pelos cariocas”.




Na lista, a CNN afirma que o cartão-postal carioca possui uma paisagem "majestosa"


A matéria também cita a famosa música de Tom Jobim e Vinicius de Moraes: “a canção Garota de Ipanema resume perfeitamente o eterno encanto desses 1.600 metros de pura areia branca e é uma ode às mulheres belas e bronzeadas que ainda se aglomeram nessa praia”, afirma a CNN.

A lista encabeçada por Ipanema ainda traz outras nove praias urbanas do mundo. Veja o ranking:

1º – Ipanema – Rio de Janeiro (Brasil)

2° - Praia de Gordon-Frishman – Tel Aviv (Israel)

3° - Bondi Beach – Sidney (Austrália)

4° - Waikiki Beach – Honolulu (EUA)

5° - Brighton Beach – Brighton (Inglaterra)

6° - Barceloneta – Barcelona (Espanha)

7° - Praia de Jumeirah – Dubai (Emirados Árabes Unidos)

8° - Miami Beach – Miami (EUA)

9° - Kitsilano Beach – Vancouver (Canadá)

10° - Clifton Beaches – Cidade do Cabo (África do Sul)

segunda-feira, 14 de maio de 2012

NO RIO, QUASE METADE DOS PREFEITOS EMPREGA PARENTES

Enviado por Ricardo Noblat -
Política

Juliana Castro e Marcelo Remígio, O Globo


Aprovada por unanimidade em agosto de 2008 pelos ministros do Supremo Tribunal Federal para vedar o nepotismo nos três Poderes, a 13ª Súmula Vinculante não foi suficiente para fazer com que prefeitos e vice-prefeitos do estado do Rio deixem de nomear familiares em cargos comissionados na administração pública.

Levantamento feito pelo GLOBO mostra que em pelo menos 41 dos 92 municípios fluminenses há parentes dos chefes do Executivo municipal lotados no primeiro e no segundo escalões. O total de familiares chega a 72, entre mulheres, irmãos, primos e cunhados. Há casos no interior e também na Região Metropolitana.

De olho no nepotismo, o Ministério Público Estadual entrou no STF com medidas — chamadas de reclamação — para pedir a saída dos parentes de prefeitos dos cargos em comissão e das funções gratificadas baseando-se na súmula.

Segundo a regra, é proibida “a nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica, investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança, ou, ainda, de função gratificada na Administração Pública direta e indireta”.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

TURISMO


Embratur intensifica promoção do Brasil no exterior

 

(Foto:Divulgação)

Brasília – O Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) está intensificando a partir deste ano o trabalho de promoção do país no exterior, visando a atrair os turistas estrangeiros, principalmente devido a megaeventos que vão ocorrer até 2016, como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e as Olimpíadas. A previsão é que no ano da Copa (2014) visitem o Brasil 7,2 milhões de turistas, sendo que no ano passado estiveram no país 5,433 milhões de estrangeiros. Com informações da Agência Brasil.

O presidente da Embratur, Flávio Dino, destaca que está previsto o trabalho de promoção do Brasil em 25 feiras internacionais este ano. “São eventos onde os expositores levam seus produtos para serem vendidos na indústria turística de outros países, por isso o Brasil faz presença para apoiar a comercialização do turismo interno.” Com o Ministério do Turismo, a Embratur vai participar ainda de 14 eventos em 13 mercados, além de outras ações por meio de parcerias que desenvolve com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A Embratur apoia financeiramente o MRE em promoções culturais no exterior, repassando recursos para embaixadas, segundo Flávio Dino. As campanhas de publicidade e a utilização da mídia digital como veículos de divulgação entram também com destaque na rotina do instituto, que era antes denominado Empresa Brasileira de Turismo. 
Por Valdecarlos do Blog da Folha de Pernambuco

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O ÔNUS DA PROVA É DO GVERNADOR SÉRGIO CABRAL

 

 
  
Enviado por Ricardo Noblat -
Política


Dora Kramer, O Estado de S.Paulo

Chega a ser inútil a discussão sobre tentativas de "blindagem" ou a conveniência de se chamar o governador Sérgio Cabral Filho à CPI que tratará da triangulação entre crime organizado, políticos e parcerias comerciais público-privadas.

Diante do que se vê desde a última sexta-feira sobre os alegres passatempos do governador na companhia de secretários estaduais, do empreiteiro dono dos maiores contratos de obras no Rio de Janeiro (sem contar os negócios federais e em outros Estados) e respectivas senhoras mundo afora, é óbvio que Sérgio Cabral deve explicações em qualquer foro.

Assim como é evidente a impossibilidade de o PMDB, o governo federal, o PT, a Assembleia Legislativa, a Câmara Municipal ou o santo padroeiro do governador lhe assegurar qualquer tipo de proteção.

O Ministério Público não poderá - ou estará negando suas funções de defensor do interesse da sociedade - ignorar o assunto.

E o governador, seja na CPI ou fora dela, está obrigado a fornecer ao público mais do que as explicações frágeis já apresentadas. Até para se precaver do que certamente ainda vem por aí necessita se municiar de provas de que não foi nem é desonesto.

E o que vem por aí? Não se sabe, mas é de se supor que venha mais. Questão de lógica aliada a informações já em circulação de bastidor: quem passou o farto material fotográfico ao deputado, ex-governador, antigo aliado e hoje adversário de Cabral, Anthony Garotinho, que deflagrou o escândalo em seu blog, deu muito mais.

Nem o informante nem Garotinho escreveriam o capítulo inicial de uma narrativa dessa sem ter pronto o esboço do epílogo. Não entrariam na guerra para deixar o inimigo apenas levemente ferido e pronto para a desforra na primeira oportunidade mais adiante.

Só para início de conversa o governador deve, no mínimo, dirimir uma dúvida criada por sua assessoria.

Cabral, os secretários da Casa Civil, dos Transportes, de Governo e da Saúde estavam em férias quando fotografados e filmados na esbórnia parisiense de setembro de 2009?

A assessoria disse que não. Tratava-se de uma viagem oficial a respeito da qual foi apresentada longa agenda para divulgar o Guia Michelin Rio de Janeiro, fazer reuniões de trabalho para tratar da Olimpíada de 2016 e receber uma comenda.

Portanto, estavam no exercício da representação governamental e não poderiam se dar ao desfrute de farrear. Não apenas pela exigência de modos adequados ao cargo, mas também porque viajaram a expensas do dinheiro público.


Do Blog de Ricardo Noblat

quinta-feira, 3 de maio de 2012

SERGIO CABRAL - GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO

Enviado por Ricardo Noblat -

Responda aí, seu Cabral, por Ricardo Noblat

No fim da tarde do último domingo, em entrevista ao portal IG, o senador Ricardo Ferraço (ES), um dos representantes do PMDB na CPI do Cachoeira, foi incisivo quanto à necessidade de convocar o governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ) para ir depor ali:

— Será uma oportunidade para ele se explicar sobre as denúncias de que privilegiou a Delta por ser amigo do Fernando Cavendish. Não faria sentido chamarmos outros governadores acusados de envolvimento na teia da CPI, como o [Marconi] Perillo e o Agnelo [Queiroz], e deixarmos o Cabral de fora só porque pertence ao PMDB ou porque governa o Rio.

Palavras sensatas. Raciocínio lógico. Preocupação com a Justiça.

Cabral é do mesmo partido do senador. Que nem por isso se sente na obrigação de defendê-lo. Numa CPI todos são juízes. E como juízes deveriam se comportar.

Ferraço estava sob o impacto das primeiras fotografias e vídeos divulgados dois dias antes no blog do ex-governador Garotinho que mostram passagens de uma farra milionária de Cabral em Paris na companhia de Cavendish e de secretários de Estado.

Na segunda-feira pela manhã, Ferraço deu o dito pelo não dito. E acusou Garotinho de fazer “disputa política”.

— O Renan me deu liberdade para agir de acordo com minhas convicções. E minha convicção é que não vou ser instrumento de lutas regionais. Pode tirar o Garotinho da chuva! —disse Ferraço.

Renan Calheiros (AL) é o líder do PMDB no Senado, e candidato a presidir o Senado mais uma vez. É razoável presumir que ele – e mais ninguém - tenha enquadrado Ferraço entre a noite do domingo e a manhã da segunda. Foi rápido no gatilho.

Ferraço confessou candidamente que Renan lhe deu liberdade para proceder de acordo com suas convicções. Desde que ele pense igual a Renan, é claro.

A liberdade de Ferraço proceder como pensa é uma outorga de Renan – não é um direito dele.

Garotinho faz, sim, “disputa política”, como acusou Ferraço depois de ouvir Renan. A “disputa política” feita por Garotinho é igual à promovida por Renan, Ferraço, Cabral e todos os interessados em conquistar o poder. E em mantê-lo.

O PMDB foi contra a criação da CPI do Cachoeira. Onde já se viu governo criar CPI? E ainda mais um governo tão bem avaliado quanto o da presidente Dilma?

CPI é instrumento da minoria. Que a maioria desativa sempre que pode.

Uma vez que Lula bateu o pé, atropelou Dilma e empurrou a CPI goela abaixo do PT, o PMDB do vice-presidente Michel Temer estava pronto para socorrer o governo diante de eventuais dificuldades. Apresentaria a conta mais tarde.

Celebrava entusiasmado o fato espantoso de nenhum dos seus caciques estar envolvido no mesmo mar de lama que ameaça afogar algumas estrelas de primeira grandeza de outros partidos. Mas aí Garotinho ganhou de presente mais de 80 fotografias e uma dezena de vídeos. E acabou com o entusiasmo do PMDB.

O governo federal está numa sinuca de bico. A faxineira ética, para continuar faturando como faxineira, está impedida de mexer um dedo em defesa de Cavendish, dono da empreiteira com o maior número de obras do Programa de Aceleração do Crescimento.

O naufrágio da Delta, contudo, comprometerá o programa que reelegeu Lula e elegeu Dilma. A Delta tem obras em todos os Estados – e mais no Distrito Federal. Aos governadores não interessa sua desgraça. Pelo contrário.

Cavendish sempre foi amigo de governadores, senadores e deputados. Arraia graúda era com ele. Miúda, não. Generosamente, a Delta jamais se negou a contribuir para campanhas eleitorais, por dentro ou por fora, de qualquer jeito.

Parece improvável a vitória da tese de que apenas os negócios da Delta no Centro-Oeste devem ser examinados com rigor pela CPI. Como se Cavendish nada tivesse a ver com eles. Como se a Delta, somente ali, tivesse apodrecido. Mas nunca se sabe...

Uma CPI não é formada apenas por deputados ou senadores ou todos juntos.

Há um integrante oculto em toda CPI, e ele é sempre o mesmo. E ele é poderoso. Atende pelo nome de opinião pública.

No resto do tempo, a opinião pública não costuma prestar muita atenção nos malfeitos dos políticos– ou de gente ligada a eles. Com uma CPI em funcionamento, e o barulho que ela provoca, a desatenção se reduz.

A CPI tem muitas perguntas a fazer a Cavendish. A Cabral, poucas. Mas não dá para não fazê-las sob pena de a CPI se desmoralizar. Ela começou mal, ontem.





erguntas para Cabral:

* Quantas viagens oficiais ou particulares fez ao exterior desde que assumiu o governo do Rio? Data, destino, duração, motivo de cada viagem e comprovantes.

* Em quantas dessas viagens Cavendish esteve presente? Por quê?

* Cadê os documentos relativos ao pagamento de cada uma das viagens?

* Quantas vezes voou dentro ou fora do Brasil em jatinhos particulares?

* Quantas dessas viagens foram feitas em jatinhos emprestados por amigos?

* Liste os amigos que lhe emprestaram jatinhos e aponte aqueles que têm negócios com o governo do Rio.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

OAB-RJ ELOGIA MINISTRA ELIANA CALMON

PRESIDENTE DA OAB DO RIO, WADIH DAMOUS

O presidente da OAB do Rio de Janeiro (OAB-RJ), Wadih Damous afirmou nesta sexta (3) que o reconhecimento das competências do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pela maioria do Supremo Tribunal Federal (STF) foi uma vitória da democracia, mas , também, “uma vitória da corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon que, com tenacidade e altíssimo espírito público, soube enfrentar hostilidades e, com altivez, defender o papel estratégico do Conselho na democratização do Judiciário e no combate à impunidade”. Para Wadih, a decisão do STF “expressa uma feliz coincidência entre os sólidos e consistentes argumentos jurídicos que embasaram a decisão e as expectativas da sociedade brasileira, que vê no CNJ um instrumento de democratização do Judiciário”.

Do blog de Cláudio Humberto

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

UNIÃO QUASE IMPOSSÍVEL

Mãos dadas – Mais uma prova de que a política não comporta os adjetivos “nunca”, “jamais” e “sempre” é a aliança recém celebrada no RJ pelo deputado Anthony Garotinho (PR) e o ex-prefeito César Maia (DEM). Até pouco tempo atrás, um vivia chamando o outro de “ladrão.

Por Inaldo Sampaio.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

TRAGÉDIA NO CENTRO DO RIO DE JANEIRO


Três prédios desmoronaram na noite de quarta (25), perto do Teatro Municipal, área central do Rio de Janeiro. Quatro mortos, três homens e uma mulher, foram retirados dos escombros. Há 22 desaparecidos. Dos seis feridos no acidente, três permanecem internados na tarde desta quinta, no Hospital Souza Aguiar, um deles, uma mulher, em estado grave. As buscas por sobreviventes ou corpos continuam com a ajuda de cães farejadores e pás mecânicas.
Foto: Carlos Ivan/OGlobo
Foto aérea do Theatro Municipal e, ao fundo, o local onde três prédios desabaram na noite de quarta-feira

As equipes do Corpo de Bombeiros resgataram quatro corpos de vítimas do desabamento de três prédios, no Centro do Rio de Janeiro. Os corpos encontrados são de três homens e uma mulher. Três foram identificados: Celso Renato Braga Cabral, de 44 anos, Cornélio Ribeiro Lopes, de 73, Moiséis Moraes da Silva.

Equipes de busca e salvamento continuam no local e contam com o auxílio de cães farejadores, retroescavadeiras e pás mecânicas. Buscam ainda pelo menos 22 desaparecidos.

Um prédio de 20 andares, outro de 10 e um imóvel de cinco pavimentos ficaram em ruínas. O acidente ocorreu por volta das 20h30 O desabamento ocorreu por volta das 20h30, de quarta-feira (25), quando os edifícios comerciais estavam com baixa ocupação, o que teria reduzido bastante o número de possíveis vítimas.
Foto: Carlos Ivan/O Globo
Momento em que os bombeiros localizaram um dos corpos

Foto: Paulo Nicolella/O Globo
Cães farejadores e pás mecanicas ajudam na busca por sobreviventes, sob os escombros
Seis pessoas ficaram feridas no desabamento. A principal hipótese é que o desabamento tenha sido causado por um dano estrutural, já que não há informações sobre explosão ou vazamento de gás. O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) informou que obras "ilegais", sem registro no conselho ou na prefeitura, estavam sendo realizadas num dos edificios.

Segundo o jornal O Dia, o engenheiro, especialista em estrutura, Antonio Eulálio Pedrosa, disse pela manhã que a causa mais provável para a tragédia é alguma alteração estrutural feita no edifício maior. Eram realizadas obras. "A empresa que realizava a obra, (no 3º e no 9º andar do prédio) pode ter retirado alguma viga e danificado toda a estrutura do prédio", afirmou.

Um prédio na Rua Senador Dantas, que fica próximo ao local do desabamento, foi esvaziado nesta manhã a pedido da Defesa Civil. O prédio, de nove andares, teria sofrido abalo na estrutura.

Três feridos, dos seis atingidos no desabamento, permanecem internados na tarde desta quinta, no Hospital Souza Aguiar, o quadro mais grave é o de uma mulher que teve lesão no couro cabeludo e passou por uma cirurgia.

O ajudante de obras Alexandro da Silva Fonseca Santos, de 31 anos, foi resgatado dentro de um elevador nos escombros. Ele deixou o hospital nesta manhã e disse que foi salvo graças ao celular que usou para pedir socorro, telefonando para um amigo.

Pessoas que estavam no edifício ao lado usaram a luz de seus telefones celulares para chamar a atenção dos bombeiros e buscar socorro. Com as escadas cheias de escombros, não havia como sair. Trinta foram resgatadas.

Foto: Marcelo Piu/O Globo
Guardas Municipais ajudam sobreviventes a deixarem o local

Foto: Marcelo Piu/O Globo
Dezena de veículos que estavam estacionados em frente e nas proximidades ficaram cobertos de poeira e danificados
Um posto de informações para familiares de eventuais vítimas foi instalado na Câmara dos Vereadores, na Cinelândia.

Em nota oficial, o Theatro Municipal informou que o desabamento do edifício da Avenida Treze de Maio não causou prejuízos ao prédio, nem danos estruturais. A única parte atingida por escombros foi a bilheteria, no prédio anexo. Nenhum funcionário foi atingido.

A BBC Brasil embra que o acidente “ocorre pouco mais de três meses após uma possível explosão de gás em um restaurante da cidade ter deixado três pessoas mortas”.

Foto: Carlos Ivan/OGlobo
Apesar da proximidade, o imponente, Theatro Municipal não foi atingido pelo desabamento.
Do Blog de Junior Albuquerque

sábado, 14 de janeiro de 2012

FOGO NO CIRCO


Como o presidente do PMDB do Rio, Jorge Picciani, anunciou que não vai apoiar os candidatos a prefeito do PT em Niterói e Maricá, setores do partido estão defendendo o rompimento da aliança para reeleição do prefeito Eduardo Paes (PMDB). A direção do PT não gostou das declarações do peemedebista, mas tenta colocar panos quentes e acalmar os ânimos. Além de Niterói e Maricá, os petistas querem o apoio do PMDB em Petrópolis, Mesquita, Belford Roxo e Silva Jardim. E também reivindicam que o governador Sérgio Cabral não suba em palanque onde os partidos forem adversários, como fará a presidente Dilma.
Por Ilimar Franco de  Globo

domingo, 8 de janeiro de 2012

PUXANDO A BRASA PARA SUA SARDINHA


O Rio quer vincular essa discussão com a da redistribuição dos royalties do petróleo. Quer ser compensado por eventuais perdas com os royalties. Uma fórmula defendida pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ) é que cada estado receba, pelo menos, 20% do que a União arrecada em seu território. "Hoje a União arrecada R$ 117 bi no Rio e nós só recebemos de volta R$ 2 bi", disse Dornelles. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (RR), apresentou proposta estabelendo como um dos critérios a proporção de terras indígenas em relação à superfície territorial. Seu estado, Roraima, abriga a reserva Raposa Serra do Sol.
 
Ilimar Franco de O Globo