Por: Inaldo Sampaio
Coluna Fogo Cruzado – Folha de Pernambuco –
Seria natural que houvesse algum tipo de reação a algum dos sete nomes anunciados anteontem pela presidente Dilma Rousseff para comporem a Comissão da Verdade. Afinal, o colegiado é pequeno e por mais qualificadas que sejam as personalidades que vão integrá-lo, sempre aparece alguém para botar terra, questionando a ligação desta ou daquela pessoa com algum fato capaz de macular a sua imagem. Não foi isto o que ocorreu, entretanto, com os nomes escolhidos pela presidente Dilma.
Ela teve o cuidado, por exemplo, de indicar um ministro de um tribunal superior, Gilson Dipp, que deve ser o presidente da Comissão, um ex-ministro do governo FHC (José Carlos Dias), um estudioso da área de Direitos Humanos que também foi colaborador do ex-presidente Fernando Henrique (Paulo Sérgio Pinheiro), um ex-procurador-geral da República (José Carlos Fontelles), uma psicanalista (Maria Rita Kehl) e a advogada que a defendeu quando estava na prisão (Rosa Maria Cardoso).
O 7º nome foi o do advogado pernambucano José Paulo Cavalcanti Filho, que foi secretário-geral do Ministério da Justiça no 1º ano do governo Sarney, a convite do seu amigo Fernando Lyra, e um dos signatários do pedido de “impeachment” do então presidente Fernando Collor junto com outros notáveis da República. Todos os sete nomes, sem exceção, foram bem aceitos pela consciência crítica do país pelo compromisso que têm com a verdade e a democracia. E isso é o bastante.
Ela teve o cuidado, por exemplo, de indicar um ministro de um tribunal superior, Gilson Dipp, que deve ser o presidente da Comissão, um ex-ministro do governo FHC (José Carlos Dias), um estudioso da área de Direitos Humanos que também foi colaborador do ex-presidente Fernando Henrique (Paulo Sérgio Pinheiro), um ex-procurador-geral da República (José Carlos Fontelles), uma psicanalista (Maria Rita Kehl) e a advogada que a defendeu quando estava na prisão (Rosa Maria Cardoso).
O 7º nome foi o do advogado pernambucano José Paulo Cavalcanti Filho, que foi secretário-geral do Ministério da Justiça no 1º ano do governo Sarney, a convite do seu amigo Fernando Lyra, e um dos signatários do pedido de “impeachment” do então presidente Fernando Collor junto com outros notáveis da República. Todos os sete nomes, sem exceção, foram bem aceitos pela consciência crítica do país pelo compromisso que têm com a verdade e a democracia. E isso é o bastante.
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