Desde o falecimento de Eduardo Campos em 2014, consolidou-se no Brasil a impressão de que o PSB é um “partido pernambucano”. Não só pela passagem de Arraes e do seu neto pela presidência nacional, bem como pela presença de um grande número de pernambucanos em seus cargos dirigentes. Isto é verdade, em parte. Pois o atual presidente Carlos Siqueira também é pernambucano e, o governador Paulo Câmara, um de seus vice-presidentes. Além disso, a maior bancada de parlamentares de um mesmo estado é a de Pernambuco, que elegeu cinco deputados federais e 13 estaduais em 2018, sendo que dois anos antes já tinha elegido 70 prefeitos, alguns de cidades importantes como Recife, Cabo, Paulista, Vitória, Surubim, Limoeiro, Bezerros, Arcoverde e Petrolina. Agora, diante do que for decidido pelo Conselho de Ética, que instalou ontem processo disciplinar contra os 11 deputados federais que deram “sim” à reforma previdenciária, entre eles Felipe Carreras, saberemos se o partido é ou não “pernambucano”. Se for, impedirá a expulsão de Carreras por infração partidária (o PSB fechou questão contra a reforma). Mas, mesmo que não seja, Pernambuco tem força suficiente na direção nacional para evitar o expurgo de um de seus mais atuantes parlamentares.
Pedido de informações
Alberto Feitosa (SD) fez um pedido de informações à Seplag sobre a situação do FEM (Fundo de Apoio dos Municípios): morreu ou continua vivo? Já que o Governo nega a morte, o deputado quer saber como estão os projetos, repasses, as prestações de contas, etc. Porque simplesmente dizer que o projeto “não morreu”, apesar de todas as evidências, não é resposta.
Bagagem e destino
Fernando Bezerra Coelho (MDB) disse ontem a este Jornal que 16 anos de hegemonia do PSB em PE está de bom tamanho, e que as oposições devem se unir em 2002 para tentar a reconquista do governo. O senador seria um bom candidato. Tem experiência, currículo e vontade. Mas falta ainda combinar com o “destino”, dado que, na política, é um componente importante.
De alma leve
Augusto Coutinho (SD), André de Paula (PSD), Raul Henry (MDB), Daniel Coelho (CID) e Felipe Carreras (PSB) nunca foram tão cumprimentados em Pernambuco como agora por terem votado a favor da reforma previdenciária. Eles não tinham o condão de adivinhar que a maioria dos brasileiros se convenceria da importância dessa reforma, e por isso estão de alma leve.
Caciquismo superado
No Brasil, infelizmente, partidos políticos têm “proprietários” a ponto de impedir que eles se organizem em diretórios para não perder o seu controle. É o que ocorre com o PDT. O presidente Carlos Lupi tornou-se seu “dono” após a morte de Brizola e nunca mais largou o osso. Sua última estupidez foi a ameaça de expulsar Tábata Amaral (SP) pelo apoio à reforma da previdência.
Time no aquecimento
Arcoverde, porta de entrada do sertão pernambucano, começou a definir seus candidatos de 2020. A prefeita Madalena Brito (PSB) inclina-se a apoiar seu vice, Wellington Araújo. E o ex-deputado Zeca Cavalcanti (PTB) será o candidato das oposições. Se surgirem mais candidatos será surpresa, pois a eleição caminha para a polarização. Zeca foi prefeito entre 2005 e 2012.
A vitrine na vitrine
O Governo do Pará está inclinado a construir unidades do “Compaz” semelhantes às do Recife na capital, Belém, e em Ananindeua. O governador Hélder Barbalho (MDB) já entrou em contato com o PSB com esta finalidade. Já a paulistana Priscila Cruz, do movimento “Todos pela Educação”, faz mais propaganda dos Compaz do Recife que o prefeito Geraldo Júlio (PSB).
Vergonha cultural
Com magro apoio da Fundarpe, terá início dia 18 a 48ª Festa Universitária de São José do Egito. Para um evento como este, nascido em 1971 a fim de engajar os estudantes na luta contra a ditadura, oferece-se (vejam só!) Pedro Neto, Luan Douglas, Márcio Diniz e Victor Santos (uma VERGONHA!). Já para o Festival de Inverno de Garanhuns serão “mais de 500 atrações”, segundo a propaganda oficial.
Pedido de informações
Alberto Feitosa (SD) fez um pedido de informações à Seplag sobre a situação do FEM (Fundo de Apoio dos Municípios): morreu ou continua vivo? Já que o Governo nega a morte, o deputado quer saber como estão os projetos, repasses, as prestações de contas, etc. Porque simplesmente dizer que o projeto “não morreu”, apesar de todas as evidências, não é resposta.
Bagagem e destino
Fernando Bezerra Coelho (MDB) disse ontem a este Jornal que 16 anos de hegemonia do PSB em PE está de bom tamanho, e que as oposições devem se unir em 2002 para tentar a reconquista do governo. O senador seria um bom candidato. Tem experiência, currículo e vontade. Mas falta ainda combinar com o “destino”, dado que, na política, é um componente importante.
De alma leve
Augusto Coutinho (SD), André de Paula (PSD), Raul Henry (MDB), Daniel Coelho (CID) e Felipe Carreras (PSB) nunca foram tão cumprimentados em Pernambuco como agora por terem votado a favor da reforma previdenciária. Eles não tinham o condão de adivinhar que a maioria dos brasileiros se convenceria da importância dessa reforma, e por isso estão de alma leve.
Caciquismo superado
No Brasil, infelizmente, partidos políticos têm “proprietários” a ponto de impedir que eles se organizem em diretórios para não perder o seu controle. É o que ocorre com o PDT. O presidente Carlos Lupi tornou-se seu “dono” após a morte de Brizola e nunca mais largou o osso. Sua última estupidez foi a ameaça de expulsar Tábata Amaral (SP) pelo apoio à reforma da previdência.
Time no aquecimento
Arcoverde, porta de entrada do sertão pernambucano, começou a definir seus candidatos de 2020. A prefeita Madalena Brito (PSB) inclina-se a apoiar seu vice, Wellington Araújo. E o ex-deputado Zeca Cavalcanti (PTB) será o candidato das oposições. Se surgirem mais candidatos será surpresa, pois a eleição caminha para a polarização. Zeca foi prefeito entre 2005 e 2012.
A vitrine na vitrine
O Governo do Pará está inclinado a construir unidades do “Compaz” semelhantes às do Recife na capital, Belém, e em Ananindeua. O governador Hélder Barbalho (MDB) já entrou em contato com o PSB com esta finalidade. Já a paulistana Priscila Cruz, do movimento “Todos pela Educação”, faz mais propaganda dos Compaz do Recife que o prefeito Geraldo Júlio (PSB).
Vergonha cultural
Com magro apoio da Fundarpe, terá início dia 18 a 48ª Festa Universitária de São José do Egito. Para um evento como este, nascido em 1971 a fim de engajar os estudantes na luta contra a ditadura, oferece-se (vejam só!) Pedro Neto, Luan Douglas, Márcio Diniz e Victor Santos (uma VERGONHA!). Já para o Festival de Inverno de Garanhuns serão “mais de 500 atrações”, segundo a propaganda oficial.
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