Para parlamentar, a incitação à violência que tem acompanhado as manifestações é uma continuidade do princípio da luta de classe adotado pelo PT (Foto: Folha de Pernambuco)
O deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB) disse acreditar que, até a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no Plenário da Câmara, o País ainda vivenciará muitos episódios de provocações e de “compra de votos abertamente”. O peemedebista creditou esses acontecimentos à falta de limite do PT, da presidente Dilma Rousseff (PT) e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Para o parlamentar, a incitação à violência que tem acompanhado as manifestações a favor e conta o impeachment da presidente é uma continuidade “daquele princípio que o PT sempre adotou – às vezes esmorece um pouco, mas quando está apertado, ele recorre para esse expediente – que é a luta de classe”.
“O branco contra o preto, o rico contra o pobre, o empregado contra o desempregado. Uma luta de classe que não leva a coisa nenhuma. Ele (Lula) tem incitado. Quero aproveitar para dizer que vai ter mais. A gente está no dia 5 de abril, esse processo deve ocorrer dentro de dez a 15 dias, a votação desse impeachment aqui na Câmara, para depois ir para o Senado. E a gente vai ter muitos episódios de provocações, de compra de votos abertamente, porque o PT não tem limites. Nenhum limite tem Lula, Dilma e o PT”, disparou, em entrevista ao radialista Edvaldo Moraes, da Rádio Folha FM 96,7.
Para Jarbas, os petistas e o partido “ultrapassaram todos os limites da ética, da moral, da coisa séria, coisa decente”. O peemedebista continuou: “Esse volume vai aumentar. Ontem à noite teve sessão e o que se falava lá era que desfalque já do nosso lado. Pessoas que cederam, sem vergonhas que se venderam por isso e por aquilo. É um número ainda muito reduzido, dois, três, quatro. Mas esse volume pode aumentar porque eles não têm limites, como eu acabei de dizer”.
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