Postado por Inaldo Sampaio

Em São Paulo, nesta quarta-feira (16), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso definiu como “erro” a nomeação do ex-presidente Lula para a chefia da Casa Civil de Dilma Rousseff.
A nomeação foi “escandalosa” e representa “um erro do ponto de vista da organização do governo”.
Parece que estava adivinhando porque o juiz Sérgio Moro autorizou a divulgação da gravação – feita por meio de grampo pela Polícia Federal – em que Dilma aparece interferindo para que Lula se livre da Justiça Federal no Paraná e passe a responder a processo no Supremo Tribunal Federal.
“Tem que ter cabeça nova. Não é só ser político, é preciso conhecimento. Conhecimento é fundamental. Você não pode dirigir esse país sendo analfabeto. Não dá”, afirmou FHC.
Para ele, a nomeação será alvo de novas cobranças por parte do Congresso Nacional.
“Por aí não vai. A Casa Civil no Brasil, e isso eu disse a ele lá atrás, é o comando da máquina administrativa do governo, não é da política. Alguém tem que comandar a máquina administrativa para as coisas acontecerem. Se nomear um político para o comando da Casa Civil vai se fazer confusão entre política e administração, e isso vai servir para o Congresso cobrar”, acrescentou.
Em São Paulo, nesta quarta-feira (16), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso definiu como “erro” a nomeação do ex-presidente Lula para a chefia da Casa Civil de Dilma Rousseff.
A nomeação foi “escandalosa” e representa “um erro do ponto de vista da organização do governo”.
Parece que estava adivinhando porque o juiz Sérgio Moro autorizou a divulgação da gravação – feita por meio de grampo pela Polícia Federal – em que Dilma aparece interferindo para que Lula se livre da Justiça Federal no Paraná e passe a responder a processo no Supremo Tribunal Federal.
“Tem que ter cabeça nova. Não é só ser político, é preciso conhecimento. Conhecimento é fundamental. Você não pode dirigir esse país sendo analfabeto. Não dá”, afirmou FHC.
Para ele, a nomeação será alvo de novas cobranças por parte do Congresso Nacional.
“Por aí não vai. A Casa Civil no Brasil, e isso eu disse a ele lá atrás, é o comando da máquina administrativa do governo, não é da política. Alguém tem que comandar a máquina administrativa para as coisas acontecerem. Se nomear um político para o comando da Casa Civil vai se fazer confusão entre política e administração, e isso vai servir para o Congresso cobrar”, acrescentou.
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