"Eduardo Campos dizia que o Brasil devia trabalhar para não perder, como perdeu para a Alemanha na Copa de 7x1. O que foi esse 7x1? Foi 7 de inflação e 1 de crescimento" (Foto: Leo Motta/Folha de Pernambuco) O governador Paulo Câmara está prestes a completar um ano no cargo.
Doze meses, segundo o gestor, extremamente difíceis, marcados por uma crise econômica e política como não se via há décadas, que teve impacto na vida dos brasileiros, em geral, e nos projetos que planejava colocar em prática para os pernambucanos, em 2015. Mas com a calma e com a sinceridade que têm se tornado uma espécie de marca registrada, admitiu que não iria esconder “nada de ninguém”. Reconhece que trabalhou incansavelmente, mas que não conseguiu o resultado projetado para muitas áreas, a exemplo da Segurança e da Saúde.
No encontro realizado no Palácio do Campo das Princesas com a equipe da Folha, o governador também falou sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff; dos escândalos deflagrados pela Operação Lava Jato – que tiveram desdobramentos em Pernambuco – e do que poderá, de fato, realizar em 2016. Outro ano, segundo Paulo, no qual que será preciso, novamente, cortar na carne, rever metas e enxugar gastos para poder governar minimamente. No meio desse vendaval, muito otimismo e determinação. “Minha preocupação é 100% com os assuntos do Estado”.
Do Blog da Folha de Pernambuco
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