domingo, 13 de setembro de 2015

Perigo real e imediato


Postado por Magno Martins

Carlos Chagas

Utilizar o trabalho escravo das populações conquistadas foi uma das artimanhas de Hitler para conquistar o povo alemão. Às custas da vida de milhões de russos, franceses, tchecos, polacos e de outras etnias, deixaram-se envolver os arianos, julgando-se destinados a funções intectualmente superiores. Viveram felizes por alguns anos, fingindo ignorar que seu desenvolvimento decorria da desgraça de outros povos. O sonho acabou, viram-se destroçados por ideologias diversas e comeram o pão que o diabo amassou, encerrada a guerra. Como culturalmente evoluídos, plenos de capacidade e força de vontade, bem como da ajuda de antigos inimigos, os alemães são hoje o que são: a nação mais evoluída da Europa, a economia mais desenvolvida.

Sofrem, porém, os alemães, do mesmo germe do passado, ainda que sem os horrores do nazismo: vão receber 500 mil refugiados por ano, além dos milhões que para lá acorreram nas últimas décadas. Estes ficam felizes por encontrar habitação e alimentação num mundo novo, fugidos da fome, da desgraça e até das guerras. Estão prontos para executar as funções subalternas. Mesmo recebendo salários no passado inexistentes, formam comunidades economicamente inferiores, submissas, desintegradas da população alemã, dedicada a ocupações superiores. Como foi um alemão que vaticinou repetir-se a História apenas como farsa, é bom tomar cuidado...

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