Postado por Inaldo Sampaio

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Guilherme Uchoa (PDT), determinou na última sexta-feira (12) ao deputado Cleiton Collins (PP) que tornasse sem efeito um ato de sua autoria nomeando o ex-prefeito de Palmeirina, Severino Eudson Catão Ferreira, para o cargo de assessor do gabinete da presidência.
Catão foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região por improbidade administrativa (não teria prestado contas de um convênio celebrado com o governo federal) e teve os direitos políticos suspensos até 2017.
Ao tomar conhecimento da nomeação, o representante do Ministério Público Federal, em Garanhuns, pediu ao TRF que tomasse providências para torná-la sem efeito.
Informado do caso, o presidente Guilherme Uchoa, que se encontrava em Vitória (ES) participando de um congresso da Unale (União dos Legislativos Estaduais) junto com o 1º vice-presidente, Augusto César (PTB), determinou ao 2º vice (e então presidente em exercício) Cleiton Collins (PP) que providenciasse a exoneração do ex-prefeito.
Catão alega que a culpa pela não prestação do convênio não foi dele e sim de um ex-assessor.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Guilherme Uchoa (PDT), determinou na última sexta-feira (12) ao deputado Cleiton Collins (PP) que tornasse sem efeito um ato de sua autoria nomeando o ex-prefeito de Palmeirina, Severino Eudson Catão Ferreira, para o cargo de assessor do gabinete da presidência.
Catão foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região por improbidade administrativa (não teria prestado contas de um convênio celebrado com o governo federal) e teve os direitos políticos suspensos até 2017.
Ao tomar conhecimento da nomeação, o representante do Ministério Público Federal, em Garanhuns, pediu ao TRF que tomasse providências para torná-la sem efeito.
Informado do caso, o presidente Guilherme Uchoa, que se encontrava em Vitória (ES) participando de um congresso da Unale (União dos Legislativos Estaduais) junto com o 1º vice-presidente, Augusto César (PTB), determinou ao 2º vice (e então presidente em exercício) Cleiton Collins (PP) que providenciasse a exoneração do ex-prefeito.
Catão alega que a culpa pela não prestação do convênio não foi dele e sim de um ex-assessor.
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