Postado por Magno Martins
Transnordestina sem previsão
Uma das três principais obras no Nordeste iniciadas ainda na gestão do ex-presidente Lula, a ferrovia Transnordestina está sofrendo um novo atraso e as obras agora só devem ser concluídas em 2018, doze anos após terem sido iniciadas. O novo prazo foi confirmado pelos diretores Marcelo Bruto Correia e Carlos Fernando do Nascimento indicados para os cargos de diretores da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Apesar disto, o custo total da obra continua orçado em R$ 7,5 bilhões. Segundo o senador Fernando Bezerra Coelho, a que coube fazer a provocação sobre o assunto, a ANTT está revendo o contrato de concessão da ferrovia para elaborar um novo cronograma das obras e dos investimentos necessários ao projeto. Neste sentido, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que controla a TLSA, informou que o ritmo dos trabalhos será acelerado.
Atualmente, o andamento do projeto é de apenas 1% ao mês. De acordo com informações da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), os atrasos já resultaram na suspensão dos repasses para o projeto. Neste ano, nenhum recurso originário do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) teria sido repassado à TLSA.
O projeto da Ferrovia Transnordestina foi lançado em 2006. A previsão inicial de custo estava inicialmente prevista em R$ 4,5 bilhões. O custo total da obra estimado em R$ 5,42 bilhões deverá ser excedido em 25% e totalizará cerca de R$ 6,72 bilhões. O aumento de custo foi justificado por maiores custos com mão de obra e equipamentos.
Do orçamento atual, R$ 3,1 bilhões serão financiados, sendo R$ 2,7 bilhões do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), R$ 225 milhões do BNDES e 180 milhões do Banco do Nordeste. Dos R$ 2,3 bilhões restantes, R$ 1,3 bilhão sai do caixa da CSN, R$ 823 milhões do Fundo de Investimento do Nordeste (Finor) e R$ 164 milhões da estatal Valec.
Por tratar-se de um empreendimento de controle privado, o custo da Transnordestina é de responsabilidade da TLSA (Transnordestina Logística S.A.), controladora do projeto.
Olho em 2016– Governando 440 prefeituras, o PSB se prepara para um salto qualitativo em 2016. "Vamos ter candidaturas próprias e competitivas em 15 capitais", revela o presidente nacional da legenda. Siqueira sonha alto e considera até possível conquistar as três maiores cidades do País: São Paulo, com Marta Suplicy, Rio de Janeiro, com Romário, e Belo Horizonte, com o nome que vier a ser escolhido pelo atual prefeito, Márcio Lacerda.
Estranho no ninho -
Uma das três principais obras no Nordeste iniciadas ainda na gestão do ex-presidente Lula, a ferrovia Transnordestina está sofrendo um novo atraso e as obras agora só devem ser concluídas em 2018, doze anos após terem sido iniciadas. O novo prazo foi confirmado pelos diretores Marcelo Bruto Correia e Carlos Fernando do Nascimento indicados para os cargos de diretores da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Apesar disto, o custo total da obra continua orçado em R$ 7,5 bilhões. Segundo o senador Fernando Bezerra Coelho, a que coube fazer a provocação sobre o assunto, a ANTT está revendo o contrato de concessão da ferrovia para elaborar um novo cronograma das obras e dos investimentos necessários ao projeto. Neste sentido, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que controla a TLSA, informou que o ritmo dos trabalhos será acelerado.
Atualmente, o andamento do projeto é de apenas 1% ao mês. De acordo com informações da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), os atrasos já resultaram na suspensão dos repasses para o projeto. Neste ano, nenhum recurso originário do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) teria sido repassado à TLSA.
O projeto da Ferrovia Transnordestina foi lançado em 2006. A previsão inicial de custo estava inicialmente prevista em R$ 4,5 bilhões. O custo total da obra estimado em R$ 5,42 bilhões deverá ser excedido em 25% e totalizará cerca de R$ 6,72 bilhões. O aumento de custo foi justificado por maiores custos com mão de obra e equipamentos.
Do orçamento atual, R$ 3,1 bilhões serão financiados, sendo R$ 2,7 bilhões do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), R$ 225 milhões do BNDES e 180 milhões do Banco do Nordeste. Dos R$ 2,3 bilhões restantes, R$ 1,3 bilhão sai do caixa da CSN, R$ 823 milhões do Fundo de Investimento do Nordeste (Finor) e R$ 164 milhões da estatal Valec.
Por tratar-se de um empreendimento de controle privado, o custo da Transnordestina é de responsabilidade da TLSA (Transnordestina Logística S.A.), controladora do projeto.
Olho em 2016– Governando 440 prefeituras, o PSB se prepara para um salto qualitativo em 2016. "Vamos ter candidaturas próprias e competitivas em 15 capitais", revela o presidente nacional da legenda. Siqueira sonha alto e considera até possível conquistar as três maiores cidades do País: São Paulo, com Marta Suplicy, Rio de Janeiro, com Romário, e Belo Horizonte, com o nome que vier a ser escolhido pelo atual prefeito, Márcio Lacerda.
Estranho no ninho -
Sitiados e ameaçados - A van que levava a comitiva de senadores brasileiros à Venezuela para visitar líderes da oposição ao governo de Nicolás Maduro foi cercada por manifestantes na saída do aeroporto da capital. Os manifestantes gritavam "Fora, fora. Chávez não morreu, se multiplicou" e batiam na van. "Estamos em Caracas, sitiados em uma via pública. Nossa van foi atacada por manifestantes. Mas seguimos firmes na disposição de visitar Leopoldo Lopez", relatou, pelo Twitter, o senador tucano Aécio Neves.
Reforma do puxadinho– Para o deputado João Fernando Coutinho (PSB), a Câmara dos Deputados, que ontem concluiu a votação da reforma política, o texto aprovado é um arremedo de reforma. “Infelizmente, não houve mudança importante. Não podemos classificar isso de reforma, mas um pequeno puxadinho feito sem os avanços necessários, como cláusula de desempenho e o fim das coligações proporcionais”, afirmou.
Sem caça a partido–
CURTAS
ENCONTRO– O governador Paulo Câmara faz, hoje, uma reunião bem ampla no Centro de Convenções, a partir das nove horas, com servidores comissionados para apresentar o Mapa da Estratégia da Gestão, fruto do que foi colhido nos seminários Todos por Pernambuco, em março e abril passados.
REAÇÃO- Humberto Costa teme que o TCU venha a ser usado como instrumento político contra o governo da presidente Dilma. "Esperamos que o tribunal não se torne instrumento político contra o governo", disse em referência a decisão inédita feita pelo órgão de controle em cobrar do governo explicações sobre as contas de 2014 em um prazo de 30 dias.
Perguntar não ofende: O que levou o ex-presidente Lula a mergulhar?
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