Postado por Inaldo Sampaio

A facção “Mensagem ao Partido”, segunda maior força do PT, vai propor no congresso da legenda, em Salvador, que teve início nesta quinta-feira (11), uma “revisão” da política de alianças do partido as eleições municipais de 2016 e a sucessão presidencial de 2018.
Essa corrente, da qual fazem parte, entre outros, o ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, e o ex-prefeito do Recife, João Paulo, vai sugerir que o PT busque recompor suas alianças com partidos mais à esquerda com o PSB, por exemplo, que deixou o governo em 2013 para se alinhar com as oposições.
“Mudar o PT para continuar mudando o Brasil”, é o título da resolução, que proporá também mudanças na política econômica do governo da presidente Dilma Rousseff.
A mensagem não cita explicitamente o PMDB, principal aliado do governo depois dos petistas. Mas insinua que os principais problemas enfrentados pelo PT na atualidade deve-se à falta de identidade programática da aliança que elegeu Dilma.
“Nem tudo saiu como queríamos. Exemplo bastante contundente é o caso da própria Petrobrás. Hoje, a partir de fatos graves envolvendo a empresa, somos atingidos como governo e como partido”, diz um trecho do documento obtido pelo jornal “O Estado de São Paulo”.
“O PT foi, gradual e aceleradamente, perdendo a capacidade de formular e de pautar, por si mesmo, o debate nacional, a disputa política e ideológica na sociedade. A ponto de ser comum a cobrança da militância frente à nossa incapacidade de interferir nos rumos de nossos governos”, acrescenta.
A facção “Mensagem ao Partido”, segunda maior força do PT, vai propor no congresso da legenda, em Salvador, que teve início nesta quinta-feira (11), uma “revisão” da política de alianças do partido as eleições municipais de 2016 e a sucessão presidencial de 2018.
Essa corrente, da qual fazem parte, entre outros, o ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, e o ex-prefeito do Recife, João Paulo, vai sugerir que o PT busque recompor suas alianças com partidos mais à esquerda com o PSB, por exemplo, que deixou o governo em 2013 para se alinhar com as oposições.
“Mudar o PT para continuar mudando o Brasil”, é o título da resolução, que proporá também mudanças na política econômica do governo da presidente Dilma Rousseff.
A mensagem não cita explicitamente o PMDB, principal aliado do governo depois dos petistas. Mas insinua que os principais problemas enfrentados pelo PT na atualidade deve-se à falta de identidade programática da aliança que elegeu Dilma.
“Nem tudo saiu como queríamos. Exemplo bastante contundente é o caso da própria Petrobrás. Hoje, a partir de fatos graves envolvendo a empresa, somos atingidos como governo e como partido”, diz um trecho do documento obtido pelo jornal “O Estado de São Paulo”.
“O PT foi, gradual e aceleradamente, perdendo a capacidade de formular e de pautar, por si mesmo, o debate nacional, a disputa política e ideológica na sociedade. A ponto de ser comum a cobrança da militância frente à nossa incapacidade de interferir nos rumos de nossos governos”, acrescenta.
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