Publicado por Branca Alves

Parlamentar apresentou dados do Dnocs (Foto: Divulgação)
Em reunião com o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, o deputado federal Jorge Côrte Real (PTB) solicitou que o Governo Federal realize o repasse de verbas para o pagamento das medições da Barragem Ingazeira, no Sertão. Atendendo a um pleito do Dnocs, o parlamentar informou ao auxiliar ministerial que o atraso da liberação financeira pode acarretar na paralisação da obra. A intervenção beneficiar 30 mil agricultores nas áreas rurais das cidades de Tuparetama, Ingazeira, São José do Egito e Tabira, além de possibilitar a irrigação de mil hectares de lavouras na região.
Segundo o Dnocs, para o segundo semestre, serão necessários mais R$ 15 milhões para que a obra da barragem esteja em pleno andamento e o fluxo do desembolso financeiro não atrapalhe a finalização da construção. Devido ao atraso nos repasses, Côrte Real revelou ao ministro que o consórcio construtor colocou os trabalhadores em aviso prévio.
“A reunião foi importante. O ministro garantiu que vai se debruçar sobre o assunto e vai viabilizar alguns pagamentos para não comprometer a obra. Após quitar as medições em atraso, ele informou que vai regularizar o cronograma financeiro para não afetar a execução e conclusão da Barragem Ingazeira”, afirmou Jorge Côrte Real. O petebista acrescentou que uma eventual paralisação da construção da barragem poderá trazer prejuízos financeiros e sociais ao Estado.
Durante o encontro com Gilberto Occhi, o parlamentar também solicitou que o Dnocs disponibilize perfuratrizes para abrir poços artesianos nos municípios fora da área de competência da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
Parlamentar apresentou dados do Dnocs (Foto: Divulgação)
Em reunião com o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, o deputado federal Jorge Côrte Real (PTB) solicitou que o Governo Federal realize o repasse de verbas para o pagamento das medições da Barragem Ingazeira, no Sertão. Atendendo a um pleito do Dnocs, o parlamentar informou ao auxiliar ministerial que o atraso da liberação financeira pode acarretar na paralisação da obra. A intervenção beneficiar 30 mil agricultores nas áreas rurais das cidades de Tuparetama, Ingazeira, São José do Egito e Tabira, além de possibilitar a irrigação de mil hectares de lavouras na região.
Segundo o Dnocs, para o segundo semestre, serão necessários mais R$ 15 milhões para que a obra da barragem esteja em pleno andamento e o fluxo do desembolso financeiro não atrapalhe a finalização da construção. Devido ao atraso nos repasses, Côrte Real revelou ao ministro que o consórcio construtor colocou os trabalhadores em aviso prévio.
“A reunião foi importante. O ministro garantiu que vai se debruçar sobre o assunto e vai viabilizar alguns pagamentos para não comprometer a obra. Após quitar as medições em atraso, ele informou que vai regularizar o cronograma financeiro para não afetar a execução e conclusão da Barragem Ingazeira”, afirmou Jorge Côrte Real. O petebista acrescentou que uma eventual paralisação da construção da barragem poderá trazer prejuízos financeiros e sociais ao Estado.
Durante o encontro com Gilberto Occhi, o parlamentar também solicitou que o Dnocs disponibilize perfuratrizes para abrir poços artesianos nos municípios fora da área de competência da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
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