Enviado por Ricardo Noblat -
Vinicius Sassine, O Globo
O governo da presidente Dilma Rousseff fez uma pressão inédita junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) e conseguiu adiar a decisão sobre a indisponibilidade dos bens da presidente da Petrobras, Graça Foster.
Pela primeira vez, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, compareceu ao tribunal para fazer a sustentação oral num processo em plenário, um gesto do Palácio do Planalto para evitar a repercussão de uma decisão no sentido de bloquear os bens da presidente da maior empresa brasileira.

Pela primeira vez, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, (à esq.) compareceu ao tribunal para fazer a sustentação oral num processo em plenário. Foto: Givaldo Barbosa / O Globo
Vinicius Sassine, O Globo
O governo da presidente Dilma Rousseff fez uma pressão inédita junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) e conseguiu adiar a decisão sobre a indisponibilidade dos bens da presidente da Petrobras, Graça Foster.
Pela primeira vez, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, compareceu ao tribunal para fazer a sustentação oral num processo em plenário, um gesto do Palácio do Planalto para evitar a repercussão de uma decisão no sentido de bloquear os bens da presidente da maior empresa brasileira.
Pela primeira vez, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, (à esq.) compareceu ao tribunal para fazer a sustentação oral num processo em plenário. Foto: Givaldo Barbosa / O Globo
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