Ipojuca foi o primeiro município de Pernambuco a substituir seu “lixão” por um aterro sanitário, segundo informou nesta terça-feira a assessoria de comunicação do prefeito Carlos Santana (PSDB).
Desde dezembro de 2013 o município conta com um aterro sanitário, onde os resíduos sólidos são tratados adequadamente e o chorume é devidamente coletado para não contaminar o solo.
A área, segundo a assessoria do prefeito, é completamente cercada e tem a capacidade de receber 120 toneladas diárias de resíduos sólidos urbanos e 40 toneladas de resíduos volumosos, a exemplo de metralhas e restos de madeira.
O local está impermeabilizado e, no momento, a Prefeitura conclui a pavimentação da estrada de acesso ao aterro – um trecho de quase cinco quilômetros de extensão, saindo da PE-38.
Ipojuca produz cerca de 5,5 mil toneladas de lixo por mês (lixo domiciliar e entulhos) e está realizando estudos para implantar a coleta seletiva, separando recicláveis de resíduos orgânicos.
Antes de virar aterro, o “lixão” abrigava 63 famílias que catavam materiais recicláveis dentro dos 44 hectares.
No dia 20 de dezembro de 2013 todos os catadores foram retirados do local e, desde então, inscreveram-se em programas da Prefeitura para participar de cursos.
Ao todo, 33 catadores fazem parte do Plano de Inclusão Social que visa à formação da Associação/Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis e Reutilizáveis de Ipojuca.
Desde o mês de janeiro os catadores passaram a receber uma bolsa da prefeitura no valor de R$ 678,00.
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