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Sabe aquela historinha que diz "não se faz omelete sem quebrar os ovos", que os políticos adoram contar quando precisam justificar as vítimas que vão deixando pelo caminho quando está em jogo chegar ao poder?
Pois é, mais uma vez ela está sendo contada no Palácio do Campo das Princesas passada a euforia pela escolha de Geraldo Júlio (PSB) para disputar a Prefeitura do Recife pela Frente Popular, quando os mais próximos de Eduardo Campos pararam para analisar as perdas e danos provocados pelo processo adotado pelo governador para chegar ao quadro que está aí.
E por mais que usem a explicação dos ovos e da omelete, aqui pra nós, o governador precisará de muito jogo de cintura, muita conversa, muitas compensações, muito tato e, principalmente, muita paciência para administrar o time dos magoados que se formou a partir do momento que ele escolheu Geraldo Júlio para disputar o governo municipal.
Ou alguém imagina que Danilo Cabral (Cidades ), Tadeu Alencar (Casa Civil) e Sileno Guedes ( Articulação Regional e Política) não estão cheios de mágoas depois que passaram duas semanas imaginando que poderiam ser um dos escolhidos para disputar a Prefeitura do Recife ?
Sem contar os ovos quebrados em vários outros municípios onde o governador deixou socialistas a ver navios quando estavam certos de que teriam apoio dele na eleição municipal.
Nesse time estão o deputado João Fernando Coutinho, que sonhou com a Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes; o deputado Aluísio Lessa, que adoraria ser o candidato a prefeito de Goiana; o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, que mudou o domicílio eleitoral atendendo ao governador e acreditou que podia disputar a Prefeitura do Recife; o ex-prefeito de Lajedo, Antônio Dourado, que renunciou ao mandato, trocou o domicílio eleitoral para disputar a Prefeitura de Garanhuns e foi rifado e por aí vai.
Se a omelete ficar no ponto certo, o governador poderá sair da eleição como o maior chef de cozinha que Pernambuco já conheceu. Se no meio da frigideira desonerar os ovos, Eduardo Campos terá que encontrar uma nova receita para neutralizar os magoados e todas as suas consequências.
Pois é, mais uma vez ela está sendo contada no Palácio do Campo das Princesas passada a euforia pela escolha de Geraldo Júlio (PSB) para disputar a Prefeitura do Recife pela Frente Popular, quando os mais próximos de Eduardo Campos pararam para analisar as perdas e danos provocados pelo processo adotado pelo governador para chegar ao quadro que está aí.
E por mais que usem a explicação dos ovos e da omelete, aqui pra nós, o governador precisará de muito jogo de cintura, muita conversa, muitas compensações, muito tato e, principalmente, muita paciência para administrar o time dos magoados que se formou a partir do momento que ele escolheu Geraldo Júlio para disputar o governo municipal.
Ou alguém imagina que Danilo Cabral (Cidades ), Tadeu Alencar (Casa Civil) e Sileno Guedes ( Articulação Regional e Política) não estão cheios de mágoas depois que passaram duas semanas imaginando que poderiam ser um dos escolhidos para disputar a Prefeitura do Recife ?
Sem contar os ovos quebrados em vários outros municípios onde o governador deixou socialistas a ver navios quando estavam certos de que teriam apoio dele na eleição municipal.
Nesse time estão o deputado João Fernando Coutinho, que sonhou com a Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes; o deputado Aluísio Lessa, que adoraria ser o candidato a prefeito de Goiana; o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, que mudou o domicílio eleitoral atendendo ao governador e acreditou que podia disputar a Prefeitura do Recife; o ex-prefeito de Lajedo, Antônio Dourado, que renunciou ao mandato, trocou o domicílio eleitoral para disputar a Prefeitura de Garanhuns e foi rifado e por aí vai.
Se a omelete ficar no ponto certo, o governador poderá sair da eleição como o maior chef de cozinha que Pernambuco já conheceu. Se no meio da frigideira desonerar os ovos, Eduardo Campos terá que encontrar uma nova receita para neutralizar os magoados e todas as suas consequências.
Por Divane Carvalho
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