Amor e ódio
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Petistas centrados - sim, são poucos, mas existem - calculam que só daqui a 10 anos o PT de Pernambuco se recupera do prejuízo que sofreu por conta da lambança em que se transformou os preparativos para escolher o candidato do partido a prefeito do Recife.
E olhe lá! Dez anos e muita vontade de rearrumar o partido em torno de lideranças que liderem de verdade, o que está em falta. Porque Humberto Costa e João Paulo, considerados os dois maiores caciques da legenda no Estado, não têm liderança forte, capaz de transformar os destroços do partido em uma legenda sólida.
Se a expectativa dos petistas centrados em relação ao futuro do partido é sombria também não são nada otimistas as previsões que fazem sobre as eleições de outubro, caso o candidato à Prefeitura do Recife seja Humberto Costa.
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Petistas centrados - sim, são poucos, mas existem - calculam que só daqui a 10 anos o PT de Pernambuco se recupera do prejuízo que sofreu por conta da lambança em que se transformou os preparativos para escolher o candidato do partido a prefeito do Recife.
E olhe lá! Dez anos e muita vontade de rearrumar o partido em torno de lideranças que liderem de verdade, o que está em falta. Porque Humberto Costa e João Paulo, considerados os dois maiores caciques da legenda no Estado, não têm liderança forte, capaz de transformar os destroços do partido em uma legenda sólida.
Se a expectativa dos petistas centrados em relação ao futuro do partido é sombria também não são nada otimistas as previsões que fazem sobre as eleições de outubro, caso o candidato à Prefeitura do Recife seja Humberto Costa.
Por Divane Carvalho.
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