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Dizem que as paredes têm ouvidos. As do Palácio do Campo das Princesas, com certeza, ouvem tudo e de tudo. O mais interessante, agora, é que começaram a contar o que andaram ouvindo: pesquisas fresquinhas dizem que mais de 60% dos eleitores do Recife afirmam que votarão num candidato que tenha o apoio de Eduardo Campos ( PSB) para prefeito do Recife.
Se o governador vai lançar um candidato socialista ou não para disputar a Prefeitura do Recife é outra história. De certo mesmo é que, depois de analisar os números das pesquisas, imaginar mil e um cenários a partir deles e ouvir a opinião dos assessores mais próximos, o governador não tem dúvidas de que se o PSB lançar um candidato, a escolha será científica.
Achou estranho? Não é não. A escolha científica é aquela testada intensamente através de pesquisas qualitativas, quantitativas e tudo o mais que a ciência política tenha inventado para descobrir se os candidatos têm ou não chances de se eleger numa eleição majoritária.
Semana passada, as paredes quase ficaram surdas com tantas reuniões, aquele entra e sai sem fim, todo mundo falando o tempo todo até altas horas da madrugada. Tudo por conta das tais pesquisas que podem indicar o caminho das pedras para o PSB chegar depressa à Prefeitura do Recife, despejando de lá o PT que ocupa a casa há 12 anos.
Seria o fim da Frente Popular que uniu PSB, PT, PTB, PDT, PR, PP, PCdoB, PSC, PRB, PHS, PTdoB, PSL, PSDC, PTC, PRT para eleger Eduardo Campos governador duas vezes, João da Costa (PT) prefeito do Recife e Humberto Costa (PT) e Armando Neto(PTB) senadores?
Tudo é possível. De concreto, por enquanto, só a Fogueira das Vaidades que começou a queimar ameaçando transformar em cinzas essa imensa coligação por conta da quantidade de egos acesos. Todos tentando fazer uma labareda maior que a outra. Perigoso que só, pois vai que o fogo toma conta de tudo e aí não tem bombeiro que dê jeito.
Por Divane Carvalho.
Dizem que as paredes têm ouvidos. As do Palácio do Campo das Princesas, com certeza, ouvem tudo e de tudo. O mais interessante, agora, é que começaram a contar o que andaram ouvindo: pesquisas fresquinhas dizem que mais de 60% dos eleitores do Recife afirmam que votarão num candidato que tenha o apoio de Eduardo Campos ( PSB) para prefeito do Recife.
Se o governador vai lançar um candidato socialista ou não para disputar a Prefeitura do Recife é outra história. De certo mesmo é que, depois de analisar os números das pesquisas, imaginar mil e um cenários a partir deles e ouvir a opinião dos assessores mais próximos, o governador não tem dúvidas de que se o PSB lançar um candidato, a escolha será científica.
Achou estranho? Não é não. A escolha científica é aquela testada intensamente através de pesquisas qualitativas, quantitativas e tudo o mais que a ciência política tenha inventado para descobrir se os candidatos têm ou não chances de se eleger numa eleição majoritária.
Semana passada, as paredes quase ficaram surdas com tantas reuniões, aquele entra e sai sem fim, todo mundo falando o tempo todo até altas horas da madrugada. Tudo por conta das tais pesquisas que podem indicar o caminho das pedras para o PSB chegar depressa à Prefeitura do Recife, despejando de lá o PT que ocupa a casa há 12 anos.
Seria o fim da Frente Popular que uniu PSB, PT, PTB, PDT, PR, PP, PCdoB, PSC, PRB, PHS, PTdoB, PSL, PSDC, PTC, PRT para eleger Eduardo Campos governador duas vezes, João da Costa (PT) prefeito do Recife e Humberto Costa (PT) e Armando Neto(PTB) senadores?
Tudo é possível. De concreto, por enquanto, só a Fogueira das Vaidades que começou a queimar ameaçando transformar em cinzas essa imensa coligação por conta da quantidade de egos acesos. Todos tentando fazer uma labareda maior que a outra. Perigoso que só, pois vai que o fogo toma conta de tudo e aí não tem bombeiro que dê jeito.
Por Divane Carvalho.
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