Dilma encerra nesta terça-feira visita à Alemanha
Publicado por Valdecarlos Alves, em 6.03.2012 às 08:32

Angela Merkel e Dilma debateram sobre crise (Foto:Roberto Stuckert Filho/Presidência da República)
AE (Brasília) – A presidenta Dilma Rousseff retorna nesta terça-feira (6) da viagem de três dias a Hannover, na Alemanha. Antes, ela terá mais um encontro com a chanceler Angela Merkel, irá vistoriar o pavilhão do Brasil na Feira Internacional de Tecnologia de Informação, Telecomunicações, Software e Serviços (CeBIT) e manterá reunião com o presidente do Brazil Board da Federação Alemã, Stefan Zoller.
A previsão é que Dilma chegue por volta das 23h a Brasília. Ontem (5), na primeira etapa da visita, Dilma e Merkel divergiram sobre as decisões tomadas para controlar os efeitos da crise econômica internacional. Para a presidenta, a concessão de empréstimos do Banco Central Europeu (BCE) a juros baixos para os países da região é uma medida protecionista e que não pode ocorrer.
Na semana passada, o BCE anunciou a liberação adicional de 530 bilhões de euros para os bancos europeus a juros de 1% ao ano. Em dezembro, 489 bilhões de euros já haviam sido oferecidos aos bancos. A chanceler reagiu, informando que os países desenvolvidos tentam buscar solução para as maiores dificuldades.
Publicado por Valdecarlos Alves, em 6.03.2012 às 08:32
Angela Merkel e Dilma debateram sobre crise (Foto:Roberto Stuckert Filho/Presidência da República)
AE (Brasília) – A presidenta Dilma Rousseff retorna nesta terça-feira (6) da viagem de três dias a Hannover, na Alemanha. Antes, ela terá mais um encontro com a chanceler Angela Merkel, irá vistoriar o pavilhão do Brasil na Feira Internacional de Tecnologia de Informação, Telecomunicações, Software e Serviços (CeBIT) e manterá reunião com o presidente do Brazil Board da Federação Alemã, Stefan Zoller.
A previsão é que Dilma chegue por volta das 23h a Brasília. Ontem (5), na primeira etapa da visita, Dilma e Merkel divergiram sobre as decisões tomadas para controlar os efeitos da crise econômica internacional. Para a presidenta, a concessão de empréstimos do Banco Central Europeu (BCE) a juros baixos para os países da região é uma medida protecionista e que não pode ocorrer.
Na semana passada, o BCE anunciou a liberação adicional de 530 bilhões de euros para os bancos europeus a juros de 1% ao ano. Em dezembro, 489 bilhões de euros já haviam sido oferecidos aos bancos. A chanceler reagiu, informando que os países desenvolvidos tentam buscar solução para as maiores dificuldades.
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