Enviado por Marcos Coimbra -
As prévias partidárias estão na moda. Nos Estados Unidos, os pré-candidatos a presidente do Partido Republicano se engalfinham. No Brasil, o PSDB paulista anda às voltas com elas em diversas cidades, tentando fazê-las para escolher seus candidatos a prefeito.
Em São Paulo, a discussão é especialmente relevante na capital, pelo motivo óbvio de ser a mais importante cidade do estado e a maior do Brasil. A disputa pela sua prefeitura sempre desperta interesse nacional, apesar de ter consequências tênues nas eleições presidenciais - e mesmo nas estaduais - seguintes.
Teremos, este ano, uma eleição aberta na cidade, sem medalhões de qualquer lado. No PT, por escolha do Diretório Municipal, que acatou a orientação de Lula e sua indicação de Fernando Haddad. No PSDB, pelo esvaziamento de Serra, que fez com que ele mesmo preferisse não correr o risco de uma derrota.
O prefeito vai mal de imagem - aliás, muito mal - e tampouco tem um nome forte para lançar. Kassab terminou 2011 como vitorioso no front político, depois que seu PSD cresceu além do que imaginava, mas amargando índices fortemente negativos de avaliação. A ideia de continuidade, bandeira inevitável de um candidato ligado a ele, tem poucos adeptos.
Do Blog do Noblat
Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi.
Em São Paulo, a discussão é especialmente relevante na capital, pelo motivo óbvio de ser a mais importante cidade do estado e a maior do Brasil. A disputa pela sua prefeitura sempre desperta interesse nacional, apesar de ter consequências tênues nas eleições presidenciais - e mesmo nas estaduais - seguintes.
Teremos, este ano, uma eleição aberta na cidade, sem medalhões de qualquer lado. No PT, por escolha do Diretório Municipal, que acatou a orientação de Lula e sua indicação de Fernando Haddad. No PSDB, pelo esvaziamento de Serra, que fez com que ele mesmo preferisse não correr o risco de uma derrota.
O prefeito vai mal de imagem - aliás, muito mal - e tampouco tem um nome forte para lançar. Kassab terminou 2011 como vitorioso no front político, depois que seu PSD cresceu além do que imaginava, mas amargando índices fortemente negativos de avaliação. A ideia de continuidade, bandeira inevitável de um candidato ligado a ele, tem poucos adeptos.
Do Blog do Noblat
Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi.
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