Geraldão fez de Petrolina a única razão do seu viver
por Inaldo Sampaio

Coluna Fogo Cruzado
Geraldo Coelho certamente será eternizado na alma e no coração do povo de Petrolina
Geraldo Coelho e seus irmãos José, Nilo, Paulo e Osvaldo, todos falecidos, lutaram pelo desenvolvimento de Petrolina como nenhuma outra família de Pernambuco o fez em prol doseu torrão. Eles herdaram do pai, Clementino, o espírito empreendedor e ergueram naquela cidade sertaneja um império econômico, que derivou depois para o império político. Pouco importa que sejam chamados de oligarcas ou “coroneis modernos”. O fato é que Petrolina, sem eles, não seria um décimo do que é hoje, política e economicamente falando. Pois que outra cidade de Pernambuco com pouco mais de 300 mil habitantes tem uma Universidade Federal, um senador (Fernando Bezerra), três deputados federais (Fernando Filho, Gonzaga Patriota e Adalberto Cavalcanti) e dois estaduais (Lucas Ramos e Odacy Amorim)? Eram três, mas Miguel Coelho, filho do senador, elegeu-se prefeito em 2016. Geraldão, como era carinhosamente chamado nos meios políticos, era de fato um “Geraldo grande” no tamanho, na voz, nas tiradas irônicas, no bom humor e no amor a Petrolina, que era também a marca registrada dos irmãos falecidos. Era carne e unha com o irmão, Osvaldo, na defesa dos projetos de irrigação do São Francisco e da instalação de uma universidade federal em sua terra, sonho concretizado nos últimos dias de mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso. Foi um benfeitor de Petrolina em todos os sentidos e certamente será eternizado na alma e no coração de seus conterrâneos.
“Abre aqui, por favor!”
No governo Joaquim Francisco (1991-1994), Geraldo Coelho era deputado estadual pelo PFL e precisou ir ao Palácio para tratar de um assunto de Petrolina com o então secretário do governo, Roberto Viana. Como o secretário estava com a porta fechada, recebendo outra pessoa, Geraldão não teve conversa: meteu o pé na porta, que por pouco não foi arrombada.
Nada ao PT – Se Humberto Costa for reeleito, nada ficará devendo ao PT, salvo a meia dúzia de burocratas do partido. A militância orgânica da agremiação nem sequer toca no nome dele. A propaganda da deputada estadual Teresa Leitão, por exemplo, só tem ela e Lula.
É Marília! – Marília Arraes (PT) ganhou precioso apoio em Serra Talhada em sua campanha para a Câmara Federal: o prefeito Luciano Duque (PT), que estava coordenando a campanha dela para o Governo do Estado. É outro líder petista que não quer saber de Humberto Costa.
O teste – Pela próxima pesquisa do Ipespe/Folha, já é possível saber se os dois principais candidatos ao governo estadual vão disputar o 2º turno, ou se a eleição será resolvida no 1º. Se Armando Monteiro (PTB) não crescer nessa pesquisa, pode parar de receber novas adesões.
Coadjuvante – Luciano Bivar cedeu o PSL, do qual é presidente, para Jair Bolsonaro disputar a Presidência da República, mas não tem influência na campanha. A única pesquisa que o capitão escuta é o economista Paulo Guedes, que foi obrigado a convidar para tranquilizar o “mercado”.
Equidade – É um absurdo a propaganda política de TV que terá início na próxima sexta-feira. Como um candidato a presidente pode falar ao país em 20 segundos de televisão? Para haver equidade, cada candidato deveria ter 1 minuto no 1º bloco. E no 2º se fazia a divisão com base no tamanho das bancadas federais.
por Inaldo Sampaio

Coluna Fogo Cruzado
Geraldo Coelho certamente será eternizado na alma e no coração do povo de Petrolina
Geraldo Coelho e seus irmãos José, Nilo, Paulo e Osvaldo, todos falecidos, lutaram pelo desenvolvimento de Petrolina como nenhuma outra família de Pernambuco o fez em prol doseu torrão. Eles herdaram do pai, Clementino, o espírito empreendedor e ergueram naquela cidade sertaneja um império econômico, que derivou depois para o império político. Pouco importa que sejam chamados de oligarcas ou “coroneis modernos”. O fato é que Petrolina, sem eles, não seria um décimo do que é hoje, política e economicamente falando. Pois que outra cidade de Pernambuco com pouco mais de 300 mil habitantes tem uma Universidade Federal, um senador (Fernando Bezerra), três deputados federais (Fernando Filho, Gonzaga Patriota e Adalberto Cavalcanti) e dois estaduais (Lucas Ramos e Odacy Amorim)? Eram três, mas Miguel Coelho, filho do senador, elegeu-se prefeito em 2016. Geraldão, como era carinhosamente chamado nos meios políticos, era de fato um “Geraldo grande” no tamanho, na voz, nas tiradas irônicas, no bom humor e no amor a Petrolina, que era também a marca registrada dos irmãos falecidos. Era carne e unha com o irmão, Osvaldo, na defesa dos projetos de irrigação do São Francisco e da instalação de uma universidade federal em sua terra, sonho concretizado nos últimos dias de mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso. Foi um benfeitor de Petrolina em todos os sentidos e certamente será eternizado na alma e no coração de seus conterrâneos.
“Abre aqui, por favor!”
No governo Joaquim Francisco (1991-1994), Geraldo Coelho era deputado estadual pelo PFL e precisou ir ao Palácio para tratar de um assunto de Petrolina com o então secretário do governo, Roberto Viana. Como o secretário estava com a porta fechada, recebendo outra pessoa, Geraldão não teve conversa: meteu o pé na porta, que por pouco não foi arrombada.
Nada ao PT – Se Humberto Costa for reeleito, nada ficará devendo ao PT, salvo a meia dúzia de burocratas do partido. A militância orgânica da agremiação nem sequer toca no nome dele. A propaganda da deputada estadual Teresa Leitão, por exemplo, só tem ela e Lula.
É Marília! – Marília Arraes (PT) ganhou precioso apoio em Serra Talhada em sua campanha para a Câmara Federal: o prefeito Luciano Duque (PT), que estava coordenando a campanha dela para o Governo do Estado. É outro líder petista que não quer saber de Humberto Costa.
O teste – Pela próxima pesquisa do Ipespe/Folha, já é possível saber se os dois principais candidatos ao governo estadual vão disputar o 2º turno, ou se a eleição será resolvida no 1º. Se Armando Monteiro (PTB) não crescer nessa pesquisa, pode parar de receber novas adesões.
Coadjuvante – Luciano Bivar cedeu o PSL, do qual é presidente, para Jair Bolsonaro disputar a Presidência da República, mas não tem influência na campanha. A única pesquisa que o capitão escuta é o economista Paulo Guedes, que foi obrigado a convidar para tranquilizar o “mercado”.
Equidade – É um absurdo a propaganda política de TV que terá início na próxima sexta-feira. Como um candidato a presidente pode falar ao país em 20 segundos de televisão? Para haver equidade, cada candidato deveria ter 1 minuto no 1º bloco. E no 2º se fazia a divisão com base no tamanho das bancadas federais.
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