Por Magno Martins
Aliados de Ciro Gomes (PDT) dizem que o pedetista vai tentar colher votos na esquerda com uma agenda progressista, na direita com a pregação pela responsabilidade fiscal e experiência em gestão e ainda na extrema direita, hoje simpática a Jair Bolsonaro (PSL), com o que chamam de “ar de autoridade”.
Lá e cá Aliados de Geraldo Alckmin (PSDB) o aconselham a apresentar Bolsonaro como uma espécie de Marine Le Pen do Brasil. A deputada francesa de extrema-direita chegou ao segundo turno, mas não venceu as eleições. O mote seria dizer que Bolsonaro também não conseguirá passar pela segunda fase da disputa. (Painel – Folha)
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