De Marisa Gibson, hoje, na sua coluna DIARIO POLÍTICO
É certo que eventuais postulantes da oposição, como os ministros Mendonça Filho (DEM), Educação, e Bruno Araújo (PSDB), Cidades, também são detentores de uma parcela da máquina federal, mas atuam em áreas específicas, ao contrário de um governador. Os dois admitem suas candidaturas, mas ganham tempo até que a reforma política seja aprovada, para melhor clareza sobre futuras alianças, mal que também atinge as pretensões do senador Armando Monteiro Neto (PTB), já batizado nas urnas na disputa estadual de 2014.
Não menos complicado, o PT ostenta dois eventuais candidatos, o ex-deputado João Paulo e a vereadora Marília Arraes, uma estratégia que em passado recente levou o partido a uma profunda divisão e ao consequente massacre pelo PSB.
Todos os oposicionistas miram nas deficiências da gestão Paulo Câmara, sobretudo na área da segurança, como se o governador não tivesse obras para mostrar. Mas tem. Todos os governos têm. Em termos administrativos, a ex-presidente Dilma (PT) nivelou-se ao dramático, mas foi reeleita. Apesar da forte conotação ideológica da eleição presidencial de 2016 que dividiu o Brasil ao meio, foi o poder da máquina que deu a Dilma o segundo mandato. Mas há um consolo pra todo mundo: nenhuma eleição é igual à outra.
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