Postado por Inaldo Sampaio

O deputado André de Paula (PSD), ao ser sabatinado nesta segunda-feira (14) no programa “Cidade em foco” da Rede Agreste de Rádio (Alberes Xavier), disse acreditar na aprovação de alguns itens da reforma política, como cláusula de barreira e fim das coligações proporcionais, mas para vigorar em 2022 e não em 2018 como muitos parlamentares estão falando.
“Na realidade há uma mistura entre reforma política e a legislação que temos que aprovar para as próximas eleições. Esta última eu acho que vai avançar com dois ou três pontos: cláusula de barreira, fundo eleitoral e, creio, fim das coligações proporcionais, mas não para essa eleição porque os partidos não se prepararam para tal, e sim para 2022”, disse o deputado.
Declarou também que há uma tendência no Congresso pela aprovação do “distritão” – sistema mediante o qual seriam eleitos os deputados mais votados, por ordem decrescente, independente de partido ou coligação.
Questionado por ter votado a favor do acolhimento da denúncia contra o presidente Michel Temer, afrontando a orientação do seu partido que era pelo seu arquivamento, André de Paula respondeu:
“Quem me conhece sabe que quando se trata de questões que dizem respeito a princípios, à ética e a valores eu sou inflexível. Nesta matéria, eu estou muito feliz por ter votado assim e, por onde andei no interior, percebi um grau de satisfação muito grande por parte dos meus eleitores. O meu voto não foi para dizer que o presidente era culpado ou inocente e sim para que ele (Temer) fosse investigado”.
Admitiu, por outro lado, ter sido procurado com a oferta de cargos no governo federal, mas recusou. “Eu não tenho nenhum cargo no governo federal e quero dizer que, recentemente, me foi oferecido e eu declinei. Eu prefiro ter a liberdade para votar com minha consciência. Eu não tenho muita afinidade com o governo que está aí, aliás, eu não tenho afinidade nenhuma e não quero ter esse tipo de amarração”, concluiu.
O deputado André de Paula (PSD), ao ser sabatinado nesta segunda-feira (14) no programa “Cidade em foco” da Rede Agreste de Rádio (Alberes Xavier), disse acreditar na aprovação de alguns itens da reforma política, como cláusula de barreira e fim das coligações proporcionais, mas para vigorar em 2022 e não em 2018 como muitos parlamentares estão falando.
“Na realidade há uma mistura entre reforma política e a legislação que temos que aprovar para as próximas eleições. Esta última eu acho que vai avançar com dois ou três pontos: cláusula de barreira, fundo eleitoral e, creio, fim das coligações proporcionais, mas não para essa eleição porque os partidos não se prepararam para tal, e sim para 2022”, disse o deputado.
Declarou também que há uma tendência no Congresso pela aprovação do “distritão” – sistema mediante o qual seriam eleitos os deputados mais votados, por ordem decrescente, independente de partido ou coligação.
Questionado por ter votado a favor do acolhimento da denúncia contra o presidente Michel Temer, afrontando a orientação do seu partido que era pelo seu arquivamento, André de Paula respondeu:
“Quem me conhece sabe que quando se trata de questões que dizem respeito a princípios, à ética e a valores eu sou inflexível. Nesta matéria, eu estou muito feliz por ter votado assim e, por onde andei no interior, percebi um grau de satisfação muito grande por parte dos meus eleitores. O meu voto não foi para dizer que o presidente era culpado ou inocente e sim para que ele (Temer) fosse investigado”.
Admitiu, por outro lado, ter sido procurado com a oferta de cargos no governo federal, mas recusou. “Eu não tenho nenhum cargo no governo federal e quero dizer que, recentemente, me foi oferecido e eu declinei. Eu prefiro ter a liberdade para votar com minha consciência. Eu não tenho muita afinidade com o governo que está aí, aliás, eu não tenho afinidade nenhuma e não quero ter esse tipo de amarração”, concluiu.
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