Postado por Inaldo Sampaio

O ministro Gilmar Mendes (STF) voltou a criticar nesta terça-feira (13) os “vazamentos” seletivos das delações premiadas da Operação Lava Jato como o dos ex-dirigentes da Odebrecht, por exemplo, que vieram à tona no último final de semana.
“Isso é muito sério, o vazamento (ser publicado por órgãos de imprensa) antes de chegar à autoridade, que no caso é o ministro Teori (Zavascki), que é o relator. São muitos os problemas que precisam ser discutidos. O STF tem de tomar posição sobre isso”, declarou o ministro.
Segundo ele, “às vezes, uma consideração de índole pessoal, sem nenhuma imputação, já se transforma na interpretação de vocês e no mundo político, uma questão de grandes consequências. Não terá consequências penais, não terá relevância do ponto de vista jurídico, mas vai ter consequência”, acrescentou.
Na última sexta-feira (9) foi divulgada a delação do ex-diretor da Odebrecht, Cláudio Mello Filho, envolvendo o presidente Michel Temer e vários políticos influentes do PMDB, entre eles os senadores Renan Calheiros, Romero Jucá e Eunício Oliveira, os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.
O ministro Gilmar Mendes (STF) voltou a criticar nesta terça-feira (13) os “vazamentos” seletivos das delações premiadas da Operação Lava Jato como o dos ex-dirigentes da Odebrecht, por exemplo, que vieram à tona no último final de semana.
“Isso é muito sério, o vazamento (ser publicado por órgãos de imprensa) antes de chegar à autoridade, que no caso é o ministro Teori (Zavascki), que é o relator. São muitos os problemas que precisam ser discutidos. O STF tem de tomar posição sobre isso”, declarou o ministro.
Segundo ele, “às vezes, uma consideração de índole pessoal, sem nenhuma imputação, já se transforma na interpretação de vocês e no mundo político, uma questão de grandes consequências. Não terá consequências penais, não terá relevância do ponto de vista jurídico, mas vai ter consequência”, acrescentou.
Na última sexta-feira (9) foi divulgada a delação do ex-diretor da Odebrecht, Cláudio Mello Filho, envolvendo o presidente Michel Temer e vários políticos influentes do PMDB, entre eles os senadores Renan Calheiros, Romero Jucá e Eunício Oliveira, os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.
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