Postado por Inaldo Sampaio
A maioria da sociedade brasileira entende que a presidente Dilma Rousseff não tem mais condições de governabilidade
Renan Calheiros, a mais inteligente das “cobras criadas” do PMDB, disse recentemente numa coletiva de imprensa que a crise brasileira “é política” e tem que ser solucionada pela “política”. Observação simples, porém muito verdadeira. A maioria da sociedade entende que a presidente Dilma Rousseff não tem mais condições de governabilidade, mesmo que escape do processo de impeachment. Por isso proliferam no Congresso e fora dele propostas para todos os gostos. Descartadas a renúncia e a “constituinte exclusiva”, que se encarregaria de reformar o nosso sistema eleitoral, estão em debate a realização de um plebiscito sobre a antecipação do pleito presidencial e a convocação de eleições gerais para outubro deste ano. Claro que nada disso é fácil de acontecer porque são matérias polêmicas e não consensuais entre os congressistas. Todavia, como diz o presidente do Congresso, alguma saída “política” terá que aparecer.
A maioria da sociedade brasileira entende que a presidente Dilma Rousseff não tem mais condições de governabilidade
Renan Calheiros, a mais inteligente das “cobras criadas” do PMDB, disse recentemente numa coletiva de imprensa que a crise brasileira “é política” e tem que ser solucionada pela “política”. Observação simples, porém muito verdadeira. A maioria da sociedade entende que a presidente Dilma Rousseff não tem mais condições de governabilidade, mesmo que escape do processo de impeachment. Por isso proliferam no Congresso e fora dele propostas para todos os gostos. Descartadas a renúncia e a “constituinte exclusiva”, que se encarregaria de reformar o nosso sistema eleitoral, estão em debate a realização de um plebiscito sobre a antecipação do pleito presidencial e a convocação de eleições gerais para outubro deste ano. Claro que nada disso é fácil de acontecer porque são matérias polêmicas e não consensuais entre os congressistas. Todavia, como diz o presidente do Congresso, alguma saída “política” terá que aparecer.
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