Postado por Magno Martins
Maioria da bancada pelo impeachment
Formada por vinte e cinco deputados, a maioria da bancada federal de Pernambuco vota pelo impeachment da presidente Dilma. Por partidos, PSDB e PSB estão fechados pelo impedimento. A rigor, tem muita gente achando que o único voto certo para livrar Dilma da forca é o de Sílvio Costa, vice-líder do Governo, porque nem mesmo Luciana Santos, presidente nacional do PCdoB, pela condição de pré-candidata à prefeita de Olinda, pode mudar seu voto dependendo das circunstâncias.
Votos irreversíveis pela cassação são, pela ordem, os de Jarbas Vasconcelos (PMDB), Mendonça Filho (DEM), Bruno Araújo (PSDB), Betinho Gomes (PSDB), Daniel Coelho (PSDB), João Fernando Coutinho (PSB), Raul Jungmann (PPS), Fernando Filho (PSB), Tadeu Alencar, Gonzaga Patriota (PSB), Augusto Coutinho (SD) e Marinaldo Rosendo (PSB), totalizando todos votos, praticamente metade da bancada.
No cenário de hoje votariam contra o impeachment os deputados Eduardo da Fonte (PP), Anderson Ferreira (PR), Fernando Monteiro (PP), Sílvio Costa (PCdoB), Adalberto Cavalcanti (PTB), Jorge Corte Real (PTB), Zeca Cavalcanti (PTB), Ricardo Teobaldo (PTN), Wolney Queiroz (PDT) e Luciana Santos (PCdoB).
São considerados indecisos, no cenário de hoje, Cadoca (sem partido), Pastor Eurico, que está saindo do PSB, e Kaio Maniçoba (PMDB). Este, embora tenha trocado o PHS pelo PMDB, passou a integrar o grupo peemedebista governista. Deve decidir dependendo da posição que o partido tomar no final do mês, conforme ficou acertado na convenção.
No caso de Cadoca, também indeciso, é a tendência é votar pelo impeachment, porque não está mais no PCdoB, partido da base governista. O que se diz em Brasília é que o PP, liderado no Estado por Dudu da Fonte, pode sair da posição governista para a oposicionista, levando, neste caso, o voto pelo impeachment também de Fernando Monteiro.
Mesma posição pode ser adotada ao PDT, da estrela solitária de Wolney Queiroz. Fiel ao posicionamento do partido em nível nacional, o pedetista pode mudar seu voto pelo impeachment por causa da relação do seu pai, o prefeito de Caruaru, José Queiroz, em nível estadual, com o PSB, fechado pelo impedimento.
CABEÇA DE CUNHA– Um ato em defesa da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva encheu a Praça 15, no Centro do Rio, no fim da tarde da tarde de ontem. Em frente ao paço imperial, sindicalistas recepcionaram os militantes, distribuindo bandeiras e coletes. Entre as faixas, muitas pediam a saída do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. A expressão "não vai ter golpe" aparecia em cartazes e em gritos dos manifestantes, em coro.
Silvinho administra conflitos–
Formada por vinte e cinco deputados, a maioria da bancada federal de Pernambuco vota pelo impeachment da presidente Dilma. Por partidos, PSDB e PSB estão fechados pelo impedimento. A rigor, tem muita gente achando que o único voto certo para livrar Dilma da forca é o de Sílvio Costa, vice-líder do Governo, porque nem mesmo Luciana Santos, presidente nacional do PCdoB, pela condição de pré-candidata à prefeita de Olinda, pode mudar seu voto dependendo das circunstâncias.
Votos irreversíveis pela cassação são, pela ordem, os de Jarbas Vasconcelos (PMDB), Mendonça Filho (DEM), Bruno Araújo (PSDB), Betinho Gomes (PSDB), Daniel Coelho (PSDB), João Fernando Coutinho (PSB), Raul Jungmann (PPS), Fernando Filho (PSB), Tadeu Alencar, Gonzaga Patriota (PSB), Augusto Coutinho (SD) e Marinaldo Rosendo (PSB), totalizando todos votos, praticamente metade da bancada.
No cenário de hoje votariam contra o impeachment os deputados Eduardo da Fonte (PP), Anderson Ferreira (PR), Fernando Monteiro (PP), Sílvio Costa (PCdoB), Adalberto Cavalcanti (PTB), Jorge Corte Real (PTB), Zeca Cavalcanti (PTB), Ricardo Teobaldo (PTN), Wolney Queiroz (PDT) e Luciana Santos (PCdoB).
São considerados indecisos, no cenário de hoje, Cadoca (sem partido), Pastor Eurico, que está saindo do PSB, e Kaio Maniçoba (PMDB). Este, embora tenha trocado o PHS pelo PMDB, passou a integrar o grupo peemedebista governista. Deve decidir dependendo da posição que o partido tomar no final do mês, conforme ficou acertado na convenção.
No caso de Cadoca, também indeciso, é a tendência é votar pelo impeachment, porque não está mais no PCdoB, partido da base governista. O que se diz em Brasília é que o PP, liderado no Estado por Dudu da Fonte, pode sair da posição governista para a oposicionista, levando, neste caso, o voto pelo impeachment também de Fernando Monteiro.
Mesma posição pode ser adotada ao PDT, da estrela solitária de Wolney Queiroz. Fiel ao posicionamento do partido em nível nacional, o pedetista pode mudar seu voto pelo impeachment por causa da relação do seu pai, o prefeito de Caruaru, José Queiroz, em nível estadual, com o PSB, fechado pelo impedimento.
CABEÇA DE CUNHA– Um ato em defesa da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva encheu a Praça 15, no Centro do Rio, no fim da tarde da tarde de ontem. Em frente ao paço imperial, sindicalistas recepcionaram os militantes, distribuindo bandeiras e coletes. Entre as faixas, muitas pediam a saída do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. A expressão "não vai ter golpe" aparecia em cartazes e em gritos dos manifestantes, em coro.
Silvinho administra conflitos–
Virou socialista– Ligado ao secretário estadual do Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, o vereador Luiz Eustáquio, da bancada da Rede na Câmara do Recife, anunciou, ontem, sua desfiliação ao partido e o ingresso no PSB. Fiel aliado de Isaltino, assumiu compromisso com a reeleição do prefeito Geraldo Júlio.
Razão do silêncio – A vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, explica que não aplaudiu a presidente Dilma durante o discurso de posse do agora ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Inácio Lula da Silva, porque, na visão dela, "tinha que ter um comportamento neutro”. "Eu não sabia que tinham olhado tanto para mim. Achei que eu tinha que ter um comportamento bem neutro. Era importante eu estar ali porque, afinal, é um ministro da Justiça [sendo nomeado] também. É um colega meu do Ministério Público”, justificou.
E e o DEM perde tudo? –
CURTAS
SAI FEDERAL– Ao trocar o PSDB pelo PP, o deputado estadual Claudiano Martins pavimentou sua estrada eleitoral para a Câmara dos Deputados no pleito de 2018. Liderança jovem e com atuação no Sertão e Agreste, Claudiano sai também magoado com a tucanada. Aliás, ele só foi prestigiado na legenda até a morte do seu amigo Sérgio Guerra.
VIÚVA PORCINA– O ex-presidente Lula, que tomou posse há dois dias na Casa Civil e até hoje não sentou na cadeira, pelas óbvias razões que a justiça tem em seu poder, já pode ser considerado a viúva Porcina, da novela Roque Santeiro, que levava o nome de viúva sem nunca ter sido.
Perguntar não ofende: O que vai deste Brasil?
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