Postado por Magno Martins
O momento é de reflexão e de responsabilidade com o País. O documento do PT que propõe o uso de reservas cambiais para criar um Fundo Nacional de Desenvolvimento e Emprego e o aumento de 20% nos valores do Bolsa Família revela uma visão equivocada dos problemas e das reais necessidades do País para superar as dificuldades atuais da economia.
Se a presidente Dilma acatasse a proposta de uso de recursos das reservas internacionais, os brasileiros iriam assistir a maior fuga de capitais e de investidores da história recente do País. Esse tipo de proposta só iria aumentar o descrédito do Brasil na comunidade internacional, uma situação que o governo da presidente Dilma luta para inverter o mais rápido possível. É, também, uma proposta ingênua quando observada dentro dos fundamentos econômicos que alicerçam hoje a economia mundial.
O aumento de 20% nos valores do Bolsa Família, simultaneamente, não sobrevive a um outro questionamento básico da economia: de onde tirar o dinheiro para pagar o benefício? Essa proposta caracteriza-se como típica demagogia em um momento de grandes dificuldades que têm exigido o sacrifício de todos os setores nacionais.
Lamento, ao mesmo tempo, que o PT não tenha sido compreensivo e claro em relação à necessidadede uma reforma da Previdência, imperativa hoje ao País, cujos efeitos irão assegurar os benefícios às gerações futuras do Brasil. Falo como aliado do governo e do PT. É preciso ser claro quanto à reforma da Previdência: o PT é contra ou a favor?
O momento do Brasil demanda posturas de Estado. Tenho consciência que o PT, em sua vida orgânica, precisa adotar o diálogo com suas bases sindicais e sociais, porém, a melhor contribuição ao País e a melhor forma de se fazer entender nesse diálogo é falar a verdade. O momento nacional não é de aventura com o futuro dos brasileiros. O governo da presidente Dilma governa com o olhar no futuro e a responsabilidade com as próximas gerações.
Se a presidente Dilma acatasse a proposta de uso de recursos das reservas internacionais, os brasileiros iriam assistir a maior fuga de capitais e de investidores da história recente do País. Esse tipo de proposta só iria aumentar o descrédito do Brasil na comunidade internacional, uma situação que o governo da presidente Dilma luta para inverter o mais rápido possível. É, também, uma proposta ingênua quando observada dentro dos fundamentos econômicos que alicerçam hoje a economia mundial.
O aumento de 20% nos valores do Bolsa Família, simultaneamente, não sobrevive a um outro questionamento básico da economia: de onde tirar o dinheiro para pagar o benefício? Essa proposta caracteriza-se como típica demagogia em um momento de grandes dificuldades que têm exigido o sacrifício de todos os setores nacionais.
Lamento, ao mesmo tempo, que o PT não tenha sido compreensivo e claro em relação à necessidadede uma reforma da Previdência, imperativa hoje ao País, cujos efeitos irão assegurar os benefícios às gerações futuras do Brasil. Falo como aliado do governo e do PT. É preciso ser claro quanto à reforma da Previdência: o PT é contra ou a favor?
O momento do Brasil demanda posturas de Estado. Tenho consciência que o PT, em sua vida orgânica, precisa adotar o diálogo com suas bases sindicais e sociais, porém, a melhor contribuição ao País e a melhor forma de se fazer entender nesse diálogo é falar a verdade. O momento nacional não é de aventura com o futuro dos brasileiros. O governo da presidente Dilma governa com o olhar no futuro e a responsabilidade com as próximas gerações.
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