
Ontem a noite voltei ao Sítio Oiti, onde participei da missa de sétimo dia do amigo-irmão Bila Lage (Severino João da Silva), celebrada pelo Padre Elias, nosso amigo e amigo de Bila e do povo do Oiti, de lá parti para Vila do Socorro, a noite nas nossas estradas sem segurança, mas por uma causa importante, mais um amigo faleceu, e o velório acontecia naquela comunidade, dessa vez era do amigo Edivaldo, conhecido como "Campeão", juiz de futebol dos bons, gostava de cantar e até estava preparando um CD para o São João, pois era forrozeiro, também dos bons, vítima de um acidente na estrada entre Pão de Açúcar e Santa Cruz do Capibaribe, lá conversamos com Edilene esposa da vítima, que também fez parte do evento sinistro, porém sem nenhum ferimento grave.
Ao chegar em casa, como sempre faço, fui ao computador para dar uma geral no Blog, que é uma das ferramentas que uso para comunicação com os amigos espalhados por esse mundo de meu DEUS, nele encontro um comentário, como sempre muito pertinente, do amigo Antonio Martins, nortetaquaritinguense de Serra dos Bois, homem que desafiou a lógica, como Severino Pereira, e foi vencer lá no Rio de Janeiro, exatamente onde as dificuldades para vencer seria muito maiores, venceram. Mas o que achei interessante na narrativa de Antonio Martins, e é fácil perceber as dificuldades de uma época que não existe mais, só na lembrança dos privilegiados feito Antonio.
Ao chegar em casa, como sempre faço, fui ao computador para dar uma geral no Blog, que é uma das ferramentas que uso para comunicação com os amigos espalhados por esse mundo de meu DEUS, nele encontro um comentário, como sempre muito pertinente, do amigo Antonio Martins, nortetaquaritinguense de Serra dos Bois, homem que desafiou a lógica, como Severino Pereira, e foi vencer lá no Rio de Janeiro, exatamente onde as dificuldades para vencer seria muito maiores, venceram. Mas o que achei interessante na narrativa de Antonio Martins, e é fácil perceber as dificuldades de uma época que não existe mais, só na lembrança dos privilegiados feito Antonio.
Vejam só o que aconteceu, sai da Câmara de Vereadores às 19:00 horas, parti para o Sítio Oiti e às 19:40 lá estava interagindo com amigos, assistimos a missa de sétimo dia de Bila Lage, em seguida, parti para Vila do Socorro e as 10:00 horas estava em casa, na cidade. Quando o menino Antonio Martins viveu a experiência que nos relatou, sem dúvida, num tempo com muito mais dificuldades que hoje, ao ler veio na minha lembrança, a responsabilidade que todos nós temos com a nossa Taquaritinga, ele viveu momentos inesquecíveis em Mateus Vieira, e para que as gerações futuras possam vivenciar momentos como Antônio viveu e eu vivi neste domingo, conforme relatei neste espaço, é necessário que todos nós façamos a nossa parte, vamos preservar o que há de melhor, o que representa o nosso futuro, vamos preservar o nosso meio ambiente, para que no futuro os habitantes deste município possam usufruir do sabor de uma manga ou jabuticaba, ou da grande variedades de verduras produzidas em Mateus Vieira, Juá ou Retiro, no São João de Amaro Loa (de saudosa memória) e noutras localidades do nosso brejo.
Todos nós temos responsabilidade com o futuro, Antonio Martins está dando a contribuição que pode da forma que a vida lhe reservou, e nós que estamos aqui usufruindo dessa dádiva da natureza, "o que estamos fazendo para preservar" e dar oportunidade para os nosso filhos e netos? É hora de agir, de fazer. "Quem sabe faz a hora, não espera acontecer".
Jânio Arruda da Silva
Jânio, obrigado pelas palavras maravilhosa a meu respeito. E a emoção que senti ao ler seu comentário sobre as chuvas que alegraram nossa Taquaritinga, especialmente o povo de Mateus Vieira, veio-me aquelas lembranças. Lembranças que guardei com carinho e passei de uma forma bem simples para servir como respaldo ao povo no sentido de se preservar o meio ambiente e a história. Cada um tem uma história particular para contar, que somando-se forma-se a história de nossa Taquaritinga do Norte e de nosso Brasil.
ResponderExcluir