Em uníssono, Globo, Folha e Estado de S. Paulo gritam contra a decisão do Congresso, sancionada pela presidente Dilma Rousseff, de elevar os recursos do fundo partidário; Globo segue hoje a linha aberta pela Folha ontem e aponta expansão de 490% das verbas; Estado, em editorial, fala em "afronta aos brasileiros"; a questão, no entanto, é outra: no momento em que doações oficiais de empresas são criminalizadas pela Lava Jato e que, portanto, todas as companhias minimamente sérias se recusarão a realizar doações, quem irá financiar a política e a própria democracia?; a depender do que pregam os jornais, o dinheiro virá do caixa dois e do submundo do crime.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Mídia familiar fecha pacto pela farra empresarial
Em uníssono, Globo, Folha e Estado de S. Paulo gritam contra a decisão do Congresso, sancionada pela presidente Dilma Rousseff, de elevar os recursos do fundo partidário; Globo segue hoje a linha aberta pela Folha ontem e aponta expansão de 490% das verbas; Estado, em editorial, fala em "afronta aos brasileiros"; a questão, no entanto, é outra: no momento em que doações oficiais de empresas são criminalizadas pela Lava Jato e que, portanto, todas as companhias minimamente sérias se recusarão a realizar doações, quem irá financiar a política e a própria democracia?; a depender do que pregam os jornais, o dinheiro virá do caixa dois e do submundo do crime.
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