O raciocínio do advogado é simples. As provas reunidas pelo juiz Sérgio Moro contra seu cliente “são contundentes”
Ricardo Noblat
Se depender de Clóvis Corrêa Filho, seu advogado, Pedro Corrêa (PP-PE), ex-deputado federal e condenado como mensaleiro, contará em troca da delação premiada tudo o que sabe sobre a roubalheira na Petrobras.
Foi o que garantiu o advogado em entrevista à Folha de S. Paulo. Ele e Pedro, que por sinal é seu primo, se reunirão, hoje, no interior de Pernambuco. É lá que Pedro cumpre pena. Amanhã, Pedro será transferido para Curitiba.
O raciocínio do advogado é simples. As provas reunidas pelo juiz Sérgio Moro contra seu cliente “são contundentes”. Se não quiser ser condenado outra vez a uma pena alta, o melhor que Pedro tem a fazer é contar tudo.
Contar, por exemplo, como Lula no seu segundo governo, a pedido do PP, nomeou Paulo Roberto Costa diretor de Abastecimento da Petrobras. Paulo Roberto é um dos delatores da Operação Lava-Jato.
- Não tem como fugir da Justiça. Defendo que ele faça a delação para contribuir com o aperfeiçoamento do processo democrático – justificou Clóvis.

Ricardo Noblat
Se depender de Clóvis Corrêa Filho, seu advogado, Pedro Corrêa (PP-PE), ex-deputado federal e condenado como mensaleiro, contará em troca da delação premiada tudo o que sabe sobre a roubalheira na Petrobras.
Foi o que garantiu o advogado em entrevista à Folha de S. Paulo. Ele e Pedro, que por sinal é seu primo, se reunirão, hoje, no interior de Pernambuco. É lá que Pedro cumpre pena. Amanhã, Pedro será transferido para Curitiba.
O raciocínio do advogado é simples. As provas reunidas pelo juiz Sérgio Moro contra seu cliente “são contundentes”. Se não quiser ser condenado outra vez a uma pena alta, o melhor que Pedro tem a fazer é contar tudo.
Contar, por exemplo, como Lula no seu segundo governo, a pedido do PP, nomeou Paulo Roberto Costa diretor de Abastecimento da Petrobras. Paulo Roberto é um dos delatores da Operação Lava-Jato.
- Não tem como fugir da Justiça. Defendo que ele faça a delação para contribuir com o aperfeiçoamento do processo democrático – justificou Clóvis.
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