O cenário criado após a deflagração da Operação Lava Jato é de devastação econômica nas principais empresas que atuam nas grandes obras do País, apontando para outro efeito devastador na desnacionalização da infraestrutura nacional; principais empreiteiras colocam a venda concessões de aeroportos, rodovias, portos, saneamento e estaleiros; principais interessados são grupos estrangeiros; obras estão paralisadas sem previsão de serem retomadas, como a duplicação da BR-153 entre Goiás e Tocantins, ou as obras do Comperj, no Rio; gigantes da construção pesada, do setor de petróleo e gás se deparam com portas fechadas para o acesso ao crédito; sem ter como financiar as obras e sendo executadas por credores, as empresas estão recorrendo à recuperação judicial; só em março, foram feitas 75 solicitações, a exemplo da Alumini, Galvão, OAS e Schahin; juntas; as quatro empresas acumulam dívidas que chegam a R$ 17,9 bilhões; todas já fizeram demissões, que podem chegar a 170 mil.
Do Portal Brasil 247.
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