por Marcela Balbino

Dilma e Lula durante campanha eleitoral. Foto: Agência Brasil.
Os últimos dias têm sido complicados para a presidente Dilma Rousseff (PT). Protestos em todo o Brasil – com ou sem panelas – crise com base aliada e a saída abrupta do ministro da Educação são apenas alguns dos episódios que expõem o momento de fragilidade do atual governo. Padrinho político e eterno cabo eleitoral da chefe do executivo federal, o ex-presidente Lula tem intensificado as visitas a Dilma, mas interlocutores dos petistas afirmam que os pitacos não estão sendo ouvidos.
Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, deste domingo (22), após a demissão de Cid Gomes do Ministério da Educação, por exemplo, Lula aconselhou Dilma a colocar Aloizio Mercadante no MEC e Jaques Wagner na Casa Civil. O conselho, porém, não prosperou.
De acordo com fontes, Lula também fez diversas sugestões para o pronunciamento de Dilma, no Dia da Mulher, que motivou panelaço em várias cidades do país, mas também não foi ouvido.
Dilma e Lula durante campanha eleitoral. Foto: Agência Brasil.
Os últimos dias têm sido complicados para a presidente Dilma Rousseff (PT). Protestos em todo o Brasil – com ou sem panelas – crise com base aliada e a saída abrupta do ministro da Educação são apenas alguns dos episódios que expõem o momento de fragilidade do atual governo. Padrinho político e eterno cabo eleitoral da chefe do executivo federal, o ex-presidente Lula tem intensificado as visitas a Dilma, mas interlocutores dos petistas afirmam que os pitacos não estão sendo ouvidos.
Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, deste domingo (22), após a demissão de Cid Gomes do Ministério da Educação, por exemplo, Lula aconselhou Dilma a colocar Aloizio Mercadante no MEC e Jaques Wagner na Casa Civil. O conselho, porém, não prosperou.
De acordo com fontes, Lula também fez diversas sugestões para o pronunciamento de Dilma, no Dia da Mulher, que motivou panelaço em várias cidades do país, mas também não foi ouvido.
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