Postado por Magno Martins
Gestão política desastrosa
A derrota que o deputado Diogo Moraes (PSB) impôs ao Governo, ao ser eleito primeiro-secretário da Assembleia numa postulação avulsa, acendeu a luz amarela no núcleo central do governador Paulo Câmara. Se o Governo já vive um inferno astral com as rebeliões nos presídios, o baque na Alepe gerou uma desconfiança de que seu governo pode viver a neurose da instabilidade ou até não dar certo.
Pela primeira vez, o Estado tem um governador que não faz política nem tampouco montou uma boa retaguarda que possa suprir essa deficiência, que é grave. Governar não é apenas gerir. Gerentões que não se convertem à política acabam batendo cabeça. E gerentonas, também. Basta citar o exemplo de Dilma.
BURRICE– Analisando a derrota do PT na eleição da mesa diretora da Câmara dos Deputados, Marcelo Teixeira constata que o Governo continua sem ter oposição. “Ao insistir com a candidatura de Júlio Delgado (PSB) a oposição perdeu a oportunidade de derrotar o Governo. Deixaram Eduardo Cunha derrotar o PT sozinho, mas a oposição também sai derrotada, pois seu apoio a Cunha seria um verdadeiro massacre”, observou.
Cheiro de traição–
A derrota que o deputado Diogo Moraes (PSB) impôs ao Governo, ao ser eleito primeiro-secretário da Assembleia numa postulação avulsa, acendeu a luz amarela no núcleo central do governador Paulo Câmara. Se o Governo já vive um inferno astral com as rebeliões nos presídios, o baque na Alepe gerou uma desconfiança de que seu governo pode viver a neurose da instabilidade ou até não dar certo.
Pela primeira vez, o Estado tem um governador que não faz política nem tampouco montou uma boa retaguarda que possa suprir essa deficiência, que é grave. Governar não é apenas gerir. Gerentões que não se convertem à política acabam batendo cabeça. E gerentonas, também. Basta citar o exemplo de Dilma.
BURRICE– Analisando a derrota do PT na eleição da mesa diretora da Câmara dos Deputados, Marcelo Teixeira constata que o Governo continua sem ter oposição. “Ao insistir com a candidatura de Júlio Delgado (PSB) a oposição perdeu a oportunidade de derrotar o Governo. Deixaram Eduardo Cunha derrotar o PT sozinho, mas a oposição também sai derrotada, pois seu apoio a Cunha seria um verdadeiro massacre”, observou.
Cheiro de traição–
Protocolo – Os deputados Danilo Cabral (PSB), Felipe Carreras (PSB), André de Paula (PSD) e Sebastião Oliveira (PR), escolhidos secretários pelo governador Paulo Câmara (PSB), só podem reassumir no Estado depois que for publicado no Diário Oficial, novamente, as suas nomeações, o que está previsto para hoje. Os respectivos suplentes assumem amanhã.
Derrota nordestina– O cancelamento das obras das refinarias Premium I e Premium II nos estados do Maranhão e Ceará, respectivamente, provocou uma rebelião nas bancadas dos dois Estados no Senado. O senador Edison Lobão, do PMDB maranhense, e Eunício Oliveira, do PMDB cearense, criticaram a Petrobras e jogaram o pepino no colo de Dilma.
Firme e forte–
CURTAS
EM FAMÍLIA– Segundo suplente da bancada federal, o deputado Fernando Monteiro (PP), que assume o mandato amanhã com a ida de quatro federais para o secretariado de Câmara, quer emplacar o pai na Superintendência da Codevasf, em Petrolina.
LOBBY– O presidente da OAB-PE, Pedro Henrique, faz lobby para eleger Aquiles Bezerra desembargador Aquiles Bezerra, esposo de sua sócia, no lugar de Margarida Cantarelli no Tribunal Regional Federal da 5ª Região. O Conselho Federal da OAB decide a parada, hoje, em eleição.
Perguntar não ofende: O PP vai ceder espaço na Integração para o PT?
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