Comissão da Verdade da Câmara de SP diz que JK foi assassinado
por Inaldo Sampaio

Em linha oposta à da Comissão Nacional da Verdade, a Comissão do Estado de São Paulo concluiu que o ex-presidente da República, Juscelino Kubitschek, foi assassinado pela ditadura militar.
Segundo a Comissão Nacional, JK foi vítima de um acidente de carro, na Via Dutra, quando viajava em companhia do seu motorista Geraldo Ribeiro.
Eles teriam morrido em decorrência das lesões causadas pela batida entre o Opala que transportava o ex-presidente e um caminhão Scania, que vinha no sentido oposto da Rodovia Presidente Dutra, no município de Resende (RJ), no dia 22 de agosto de 1976.
Porém, com base em relatório de professores e pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, a Comissão Estadual enfatiza que “a investigação da Comissão Nacional da Verdade sobre o caso JK é de baixa qualidade técnica, em razão do que ignora, em razão do que escolhe arbitrariamente analisar e em razão do que escolhe arbitrariamente concluir”.
Suas investigações, segundo garante, envolveram desde as ameaças de morte sofridas pelo ex-presidente até a alteração do veículo e a não preservação do local do acidente para perícia.
Também houve, segundo a Comissão, tentativa de pagamento de suborno ao motorista do ônibus, que fechou o carro em que estava o ex-presidente antes que viesse a colidir com o caminhão..
A Comissão Estadual afirma também que JK foi “vítima de perseguição política pela ditadura militar, teve seu mandato de senador e seus direitos políticos cassados, foi exilado, publicamente humilhado, encarcerado, difamado, foi vítima de campanha pública visando a destruir sua reputação e sua honra, vítima de espionagem no Brasil e no exterior e vítima de complô para assassiná-lo”.
A Comissão da Câmara de São Paulo tem a mesma opinião da Comissão Estadual.
O relatório desta última será entregue à presidenta Dilma Rousseff, ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo e ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com pedido para que seja alterada a certidão de óbito de Juscelino, declarando que ele foi assassinado pela ditadura militar.
por Inaldo Sampaio
Em linha oposta à da Comissão Nacional da Verdade, a Comissão do Estado de São Paulo concluiu que o ex-presidente da República, Juscelino Kubitschek, foi assassinado pela ditadura militar.
Segundo a Comissão Nacional, JK foi vítima de um acidente de carro, na Via Dutra, quando viajava em companhia do seu motorista Geraldo Ribeiro.
Eles teriam morrido em decorrência das lesões causadas pela batida entre o Opala que transportava o ex-presidente e um caminhão Scania, que vinha no sentido oposto da Rodovia Presidente Dutra, no município de Resende (RJ), no dia 22 de agosto de 1976.
Porém, com base em relatório de professores e pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, a Comissão Estadual enfatiza que “a investigação da Comissão Nacional da Verdade sobre o caso JK é de baixa qualidade técnica, em razão do que ignora, em razão do que escolhe arbitrariamente analisar e em razão do que escolhe arbitrariamente concluir”.
Suas investigações, segundo garante, envolveram desde as ameaças de morte sofridas pelo ex-presidente até a alteração do veículo e a não preservação do local do acidente para perícia.
Também houve, segundo a Comissão, tentativa de pagamento de suborno ao motorista do ônibus, que fechou o carro em que estava o ex-presidente antes que viesse a colidir com o caminhão..
A Comissão Estadual afirma também que JK foi “vítima de perseguição política pela ditadura militar, teve seu mandato de senador e seus direitos políticos cassados, foi exilado, publicamente humilhado, encarcerado, difamado, foi vítima de campanha pública visando a destruir sua reputação e sua honra, vítima de espionagem no Brasil e no exterior e vítima de complô para assassiná-lo”.
A Comissão da Câmara de São Paulo tem a mesma opinião da Comissão Estadual.
O relatório desta última será entregue à presidenta Dilma Rousseff, ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo e ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com pedido para que seja alterada a certidão de óbito de Juscelino, declarando que ele foi assassinado pela ditadura militar.
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