Publicado por Alex Ribeiro
,
Prefeito considera que não errou no tom durante a campanha presidencial (Foto: Bruno Campos/Folha de Pernambuco)
Alvo de críticas por sua postura durante o segundo turno das eleições, o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), considera que não errou no tom. Em entrevista à Folha de Pernambuco e ao Blog da Folha, o socialista foi questionado sobre a posição do partido no pleito após a morte do ex-governador Eduardo Campos. Segundo o gestor, os ataques à presidente Dilma Rousseff (PT) fizeram parte do debate político e que o PSB “não fez uma campanha envergonhada”, mas que os palanques foram desarmados.
“Nós fizemos a campanha com convicção. Em campanha eleitoral, você tem que fazer sua escolha e defendê-la, e fizemos a campanha pela nossa escolha. Não fizemos uma campanha envergonhada. Fizemos a campanha pela nossa escolha por uma decisão nacional do partido. Fizemos uma opção e respeitamos o resultado das urnas”, disse Geraldo.
De acordo com o socialista, o debate político nas eleições foi feito de “maneira equilibrada”. “Não desrespeitei ninguém, não fiz nenhum tipo de agressão. Firmei meu posicionamento. Tenho posições políticas e defendo o que estou fazendo, mas fiz debate elevado. Não desrespeitei ninguém e os palanques já foram desmontados. Nós vivemos um período que tem campanha eleitoral e o período que não tem campanha eleitoral”, relatou.
Em sua opinião, apesar da disputa eleitoral, a presidente Dilma não fará retaliações ao seu governo. “Não acredito nisso. Acredito que o Governo tem intenção de atender todas as cidades e financiar os bons projetos. A gente tem bons projetos, avançados e adiantados, licitações realizadas e vamos servir como parceiros para ajudar o País na retomada do crescimento”, frisou o socialista. Ele também classificou a líder petista como “uma pessoa íntegra” e que acredita no diálogo da majoritária com os gestores estaduais e municipais.
Geraldo também comentou que o PSB estadual não vai virar um campo de disputa por conta da morte de Eduardo Campos. “Quem tiver fazendo essa aposta, vai perder”, frisou.
“O PSB terá outros tipos de liderança e outro tipo de condução. Nacionalmente, organizamos o partido sem Eduardo, elegemos executiva por unanimidade e o partido está sendo conduzido de maneira diferente do que Eduardo. O PSB e a Frente Popular vão se organizar aqui de maneira diferente. Ela não repete a situação que existia com Eduardo, as pessoas vão assumindo seus papéis”, explicou.
Ano difícil
O prefeito Geraldo Julio recebeu as equipes do Grupo Folha na Sala de Monitoramento no 9º andar do prédio-sede da Prefeitura. Após cumprimentar os seis repórteres da equipe, o prefeito sento à cabeceira da mesa e fez um desabafo.
“Essa série de entrevistas de hoje me fizeram me lembrar muito de Percol. No ano passado foi ele que organizou tudo isso”, afirmou o prefeito, se referindo ao seu ex-secretário de Imprensa Carlos Percol, que se licenciou do cargo para integrar a equipe de campanha de Eduardo Campos e que acabou falecendo no acidente aéreo que vitimou o presidenciável em 13 de agosto passado. Na quarta-feira passada (3), o prefeito concedeu entrevistas aos três principais jornais do Estado, todas com mais de 1h30 de conversa.
A declaração mostrou que o ano não foi difícil apenas administrativamente, mas, sobretudo, emocionalmente. Por vezes, Geraldo citava o ex-governador, que o colocou na política.
Confira a entrevista completa na edição deste domingo (7) da Folha de Pernambuco
Prefeito considera que não errou no tom durante a campanha presidencial (Foto: Bruno Campos/Folha de Pernambuco)
Alvo de críticas por sua postura durante o segundo turno das eleições, o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), considera que não errou no tom. Em entrevista à Folha de Pernambuco e ao Blog da Folha, o socialista foi questionado sobre a posição do partido no pleito após a morte do ex-governador Eduardo Campos. Segundo o gestor, os ataques à presidente Dilma Rousseff (PT) fizeram parte do debate político e que o PSB “não fez uma campanha envergonhada”, mas que os palanques foram desarmados.
“Nós fizemos a campanha com convicção. Em campanha eleitoral, você tem que fazer sua escolha e defendê-la, e fizemos a campanha pela nossa escolha. Não fizemos uma campanha envergonhada. Fizemos a campanha pela nossa escolha por uma decisão nacional do partido. Fizemos uma opção e respeitamos o resultado das urnas”, disse Geraldo.
De acordo com o socialista, o debate político nas eleições foi feito de “maneira equilibrada”. “Não desrespeitei ninguém, não fiz nenhum tipo de agressão. Firmei meu posicionamento. Tenho posições políticas e defendo o que estou fazendo, mas fiz debate elevado. Não desrespeitei ninguém e os palanques já foram desmontados. Nós vivemos um período que tem campanha eleitoral e o período que não tem campanha eleitoral”, relatou.
Em sua opinião, apesar da disputa eleitoral, a presidente Dilma não fará retaliações ao seu governo. “Não acredito nisso. Acredito que o Governo tem intenção de atender todas as cidades e financiar os bons projetos. A gente tem bons projetos, avançados e adiantados, licitações realizadas e vamos servir como parceiros para ajudar o País na retomada do crescimento”, frisou o socialista. Ele também classificou a líder petista como “uma pessoa íntegra” e que acredita no diálogo da majoritária com os gestores estaduais e municipais.
Geraldo também comentou que o PSB estadual não vai virar um campo de disputa por conta da morte de Eduardo Campos. “Quem tiver fazendo essa aposta, vai perder”, frisou.
“O PSB terá outros tipos de liderança e outro tipo de condução. Nacionalmente, organizamos o partido sem Eduardo, elegemos executiva por unanimidade e o partido está sendo conduzido de maneira diferente do que Eduardo. O PSB e a Frente Popular vão se organizar aqui de maneira diferente. Ela não repete a situação que existia com Eduardo, as pessoas vão assumindo seus papéis”, explicou.
Ano difícil
O prefeito Geraldo Julio recebeu as equipes do Grupo Folha na Sala de Monitoramento no 9º andar do prédio-sede da Prefeitura. Após cumprimentar os seis repórteres da equipe, o prefeito sento à cabeceira da mesa e fez um desabafo.
“Essa série de entrevistas de hoje me fizeram me lembrar muito de Percol. No ano passado foi ele que organizou tudo isso”, afirmou o prefeito, se referindo ao seu ex-secretário de Imprensa Carlos Percol, que se licenciou do cargo para integrar a equipe de campanha de Eduardo Campos e que acabou falecendo no acidente aéreo que vitimou o presidenciável em 13 de agosto passado. Na quarta-feira passada (3), o prefeito concedeu entrevistas aos três principais jornais do Estado, todas com mais de 1h30 de conversa.
A declaração mostrou que o ano não foi difícil apenas administrativamente, mas, sobretudo, emocionalmente. Por vezes, Geraldo citava o ex-governador, que o colocou na política.
Confira a entrevista completa na edição deste domingo (7) da Folha de Pernambuco
Nenhum comentário:
Postar um comentário