
Um mês atrás, entre o primeiro e o segundo turno da eleição presidencial, um trecho da delação premiada de Paulo Roberto Costa vazou para o jornal Estado de S. Paulo; a manchete foi o suposto pagamento de R$ 1 milhão à senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR); agora, a história se repete com Humberto Costa (PT-PE) e a mesma manchete no Estado; pelos termos da delação premiada, um delator, como Costa, só pode ser beneficiado se conseguir comprovar suas acusações; no entanto, até agora, só há sua palavra contra a dos dois senadores, já atirados na lama por um jornal que se declara favorável ao impeachment da presidente Dilma; caberia à Justiça evitar vazamentos apressados e cobrar provas do delator
Nenhum comentário:
Postar um comentário