segunda-feira, 8 de setembro de 2014

ALIADOS DE MARINA SILVA QUEREM QUE ELA IGNORE ATAQUES NO GUIA ELEITORAL



Aliados da ex-ministra e candidata à Presidência da República Marina Silva (PSB) temem que a onda de ataques prejudique o desempenho da socialista nas pesquisas. Um dirigente da campanha disse que é preciso “driblar” a agenda negativa na TV por conta do tempo reduzido do partido no guia eleitoral, que é de 2 minutos.

“Se formos rebater cada ataque, não sobra tempo para mais nada. A cada programa do PT, que tem 12 minutos, precisaríamos de seis dias para responder”, disse a fonte a coluna Painel, publicada nesta segunda-feira (8), jornal Folha de S. Paulo.

As respostas aos ataques, garantem aliados, será feita através da militância virtual da ex-petista e ex-verde. A ex-ministra tem sido alvo de críticas por recuar em algumas propostas do plano de governo em relação ao público LGBT e ao pré-sal. Este último pela questão ambiental.

Outro ponto que não deve ser levado ao programa do PSB é a citação do nome do ex-governador Eduardo Campos (PSB), morto num acidente de avião no dia 13 de agosto, num possível esquema de corrupção na Petrobras. A denúncia foi feita, através do mecanismo da delação premiada, pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa.

Neste domingo (7), Marina Silva se disse vítima de uma “campanha desleal” do PT e PSDB. Petistas e tucanos, que analisam o cenário das pesquisas, acreditam que, com a estabilização do crescimento de Marina nos levantamentos, a socialista pode sofrer as primeiras perdas desde que foi indicada para ser a substituta de Eduardo Campos.

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