“Acho que era algo absolutamente esperado”, disse o candidato tucano. “Eu vejo um certo açodamento de se prospectar cenários futuros. Eu hoje sou condutor de um projeto para o Brasil. Tenho muita confiança de que estaremos no segundo turno. Estaremos prontos para vencer as eleições. O que ficou claro nessas pesquisas, e eu já antevia isso, é que teremos segundo turno. Era uma perspectiva cada vez mais provável. Era uma certeza.''
Acha que Marina passou a ser sua principal adversária?, alguém perguntou. E Aécio: “Não. De forma alguma. A nossa proposta é de oposição ao governo que está aí.” Noutro trecho, afirmou: “sem dúvida alguma, [a entrada de Marina no lugar de Eduardo Campos] impacta a eleição. Mas não tem mudança essencial.” Como assim? “Acho que a Marina é uma candidata que tem valores e propostas. Vamos fazer um belo debate.''
Esse é o ponto: debate. Se as pesquisas de 2014 ensinam alguma coisa é que um pedaço do eleitorado não parece propenso a entregar o voto inocentemente. Esse eleitor exige ser conquistado. No caso de Aécio, resta saber o que será feito do raciocínio dele se Marina, usando a cabeça, souber alongar os horizontes que tinha em 2010.
Fonte: Blog do Josias de souza
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