Enviado por Ricardo Noblat -
Ronaldo D'Ercole e Carol Knoploch, O Globo
Apesar de todo o cuidado dos assessores do Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff voltou a ser hostilizada ontem pelo menos três vezes, depois da cerimônia de abertura da Copa do Mundo e durante a partida no Itaquerão. Com o encerramento do show, dividido em quatro atos, um locutor fez um agradecimento aos operários que trabalharam nas obras dos estádios da Copa e pediu palmas dos torcedores também aos familiares "daqueles que não estão mais aqui".
O estádio todo aplaudiu, mas em seguida começou um coro ofensivo à presidente. A manifestação foi rápida, mas suficiente para causar mal estar em meio à festa. As hostilidades contra a presidente voltaram depois da execução do hino nacional, já com as seleções de Brasil e Croácia em campo.

Presidente Dilma com o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e o presidente da FIFA, Joseph Blatter. Foto: Roberto Stuckert Filho
Apesar de todo o cuidado dos assessores do Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff voltou a ser hostilizada ontem pelo menos três vezes, depois da cerimônia de abertura da Copa do Mundo e durante a partida no Itaquerão. Com o encerramento do show, dividido em quatro atos, um locutor fez um agradecimento aos operários que trabalharam nas obras dos estádios da Copa e pediu palmas dos torcedores também aos familiares "daqueles que não estão mais aqui".
O estádio todo aplaudiu, mas em seguida começou um coro ofensivo à presidente. A manifestação foi rápida, mas suficiente para causar mal estar em meio à festa. As hostilidades contra a presidente voltaram depois da execução do hino nacional, já com as seleções de Brasil e Croácia em campo.
Presidente Dilma com o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e o presidente da FIFA, Joseph Blatter. Foto: Roberto Stuckert Filho
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