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A Caixa Econômica Federal (CEF) já foi uma das instituições públicas mais respeitadas do Brasil. No passado. Porque no presente, da CEF só se tem notícias ruins, como aquela da semana passada, quando encerrou centenas de contas consideradas irregulares e anexou os milhões recolhidos como se fosse lucro. Denunciado o escândalo, o Banco Central agiu rápido: mandou a Caixa devolver o dinheiro aos devidos donos e anunciou que os correntistas não teriam prejuízo.
Neste sábado, oito dias depois, a Polícia Federal deteve, no Maranhão, o suplente de deputado federal Ernesto Vieira Carvalho Neto (PMDB), suspeito de fazer parte do esquema que desviou cerca de R$ 73 milhões da Caixa Econômica Federal no final de 2013. O crime é tratado como a maior fraude já sofrida pela instituição.
Segundo o delegado federal Omar Pepow, o suplente foi detido entre as cidades de Carolina e Estreito, na região sul do estado. Neto está sendo conduzido para Araguaína, onde deve prestar depoimento neste sábado (18). Pepow afirmou que, ao investigar a fraude denunciada pelo próprio banco estatal, a PF encontrou indícios de que Neto forneceu uma conta de luz de uma ex-empregada sua para que integrantes do esquema abrissem uma conta-corrente numa agência da Caixa de Tocantinópolis (TO).
Pouco tempo depois, os cerca de R$ 73 milhões foram depositados nessa conta, como se fossem o pagamento de um prêmio da mega sena, que nunca existiu. Por fim, o dinheiro foi transferido para várias contas.
Durante as investigações das denúncias apresentadas pela Caixa, a PF prendeu o ex-gerente-geral da agência de Tocantinópolis Robson Pereira do Nascimento. De acordo com o delegado federal, há gravações de conversas telefônicas, obtidas com autorização judicial, em que o ex-gerente, pouco antes de ser preso, pede ajuda a Neto para se defender, demonstrando já ter conhecimento de que a PF investigava o assunto e identificara alguns dos envolvidos no esquema.
Segundo a PF, aproximadamente 70% do total desviado já foram recuperados. Assim, todo cuidado é pouco até quando se trata da Caixa Econômica Federal.
A Caixa Econômica Federal (CEF) já foi uma das instituições públicas mais respeitadas do Brasil. No passado. Porque no presente, da CEF só se tem notícias ruins, como aquela da semana passada, quando encerrou centenas de contas consideradas irregulares e anexou os milhões recolhidos como se fosse lucro. Denunciado o escândalo, o Banco Central agiu rápido: mandou a Caixa devolver o dinheiro aos devidos donos e anunciou que os correntistas não teriam prejuízo.
Neste sábado, oito dias depois, a Polícia Federal deteve, no Maranhão, o suplente de deputado federal Ernesto Vieira Carvalho Neto (PMDB), suspeito de fazer parte do esquema que desviou cerca de R$ 73 milhões da Caixa Econômica Federal no final de 2013. O crime é tratado como a maior fraude já sofrida pela instituição.
Segundo o delegado federal Omar Pepow, o suplente foi detido entre as cidades de Carolina e Estreito, na região sul do estado. Neto está sendo conduzido para Araguaína, onde deve prestar depoimento neste sábado (18). Pepow afirmou que, ao investigar a fraude denunciada pelo próprio banco estatal, a PF encontrou indícios de que Neto forneceu uma conta de luz de uma ex-empregada sua para que integrantes do esquema abrissem uma conta-corrente numa agência da Caixa de Tocantinópolis (TO).
Pouco tempo depois, os cerca de R$ 73 milhões foram depositados nessa conta, como se fossem o pagamento de um prêmio da mega sena, que nunca existiu. Por fim, o dinheiro foi transferido para várias contas.
Durante as investigações das denúncias apresentadas pela Caixa, a PF prendeu o ex-gerente-geral da agência de Tocantinópolis Robson Pereira do Nascimento. De acordo com o delegado federal, há gravações de conversas telefônicas, obtidas com autorização judicial, em que o ex-gerente, pouco antes de ser preso, pede ajuda a Neto para se defender, demonstrando já ter conhecimento de que a PF investigava o assunto e identificara alguns dos envolvidos no esquema.
Segundo a PF, aproximadamente 70% do total desviado já foram recuperados. Assim, todo cuidado é pouco até quando se trata da Caixa Econômica Federal.
DO SITE DE DIVANE CARVALHO.
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